Poemas de Morte Poetas Conhecidos

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⁠O medo na medida certa pode evitar a morte e permitir a vida. Como disse a rainha Elza Soares "o medo da morte leva a vida também "

Morte, podes até vir me buscar, mas te aviso: esqueci de te contar que minha loucura não tem fim.

⁠Por mais rico que você seja, não levará um centavo para outra vida após sua morte.

⁠A morte emocional, causada pela ausência de reciprocidade em nossas relações afetivas diárias, seja com Deus, com o próximo ou até mesmo conosco mesmos, configura-se como a mais cruel e devastadora de todas as mortes. Quando o amor, outrora a fonte primária de nossa nutrição emocional, se transforma em mero paliativo para suprir carências, sucumbimos a um estado de profunda angústia e sofrimento.

Um suicida nunca realmente deseja a própria morte, ele deseja a morte do que está dentro dele, a dor.⁠

⁠"O medo do inferno ordinariamente encoraja; o medo da morte habitualmente acovarda".

⁠A consciência da morte - quando bem trabalhada - é uma indutora da criatividade.

⁠A vida é muito curta para não querer viver e a morte muito longa para se temer.

⁠Somente a morte é a pena capital de todos os crimes e pecados, porque ninguem paga duas vezes pelos mesmos crimes.

⁠A realidade da morte, como sua iminência e inevitabilidade, torna o homem refém do desconhecido, do transcendente, de uma força maior.

⁠" acho que a coisa mais extrema é a morte, e se ela não te impacta, não têm o que te assuste"

⁠Minha agenda está lotada não há espaço para assumir compromisso com a morte.

⁠Limbo, o lugar que não é nada e tudo ao mesmo, o local entre a vida e a morte, o amor e o ódio. Limbo o pior lugar de se estar, o tudo e o nada.

⁠O medo da morte que há em nós é o que torna o Homem prisioneiro de si mesmo.

Tenha medo da vida e não da morte, pois a vida é um acaso e a morte é destino.⁠

Quando a morte vai se aproximando, no final das contas, após todas as ilusões se desmancharem diante dos nossos olhos - percebemos que só queríamos o que a alma deseja: amar e ser amado.

A morte faz parte da vida. É a parte mais triste, mas também é muito importante, pois nos dá a chance de lembrar o quanto nossos entes queridos significam pra nós. Por isso, mesmo sendo triste, ainda pode ser bela.

⁠Estou sentindo o gosto da morte sobre meus lábios , não sei se vou aguentar , e triste ter que ver tudo indo por água a baixo , nessa vida não se leva nada , apenas as memórias , que dor sinto muita dor lembranças machucam mais do que apertar o gatilho , em breve não estarei mais aqui.

⁠A doce presença da morte
Não havia sinais que aquele seria o último dia dela, a manhã foi como todos as outras, levantou-se, lavou o rosto, preparou o café e foi trabalhar, nada indicava que aquele seria seu ultimo dia na terra dos vivos. Ela trabalhou como nunca, deu todos os telefonemas necessários, resolveu todas as pendências e foi pra casa no final do expediente e seguiu o mesmo caminho, mal sabia ela que naquela curva da avenida com uma rua qualquer, alguém fecharia os cruzamentos e bateria no seu carro, encerrando de vez o seu dia tranquilo e monótono. Se ela sofreu não se sabe, o que deu pra ver é que seu semblante era de um trabalhador cansado por um dia de trabalho exaustivo, 40 horas semanais, sem ir ao cinema, teatro, barzinho, sem tempo pra se divertir ou cuidar da família ou amigos, rosto de quem nunca teve tempo para viagens e bobagens deste tipo. Ninguém prevê os instantes, talvez se ela soubesse que seria seu último dia, ela sairia cedo do serviço e visitaria sua família ou faria algo que sempre quis fazer e nunca pode fazer por falta de tempo. Não dá pra mudar o momento, mas tudo seria diferente se ela soubesse antes que a vida pode ser mais leve, só dependia dela dividir os fardos. Descanse em paz, dizia a lápide dela.

A nossa cultura não nos instrumentaliza para lidarmos bem com a morte. Na verdade, a gente lida mal com a educação sentimental como um todo. Somos criados em um sistema que menospreza os sentimentos. A gente vive na barbárie. Somos profundamente carentes de ferramenta para trabalharmos as emoções.

Rita Von Hunty
AMARAL, Denise Meira do. Rita Von Hunty: Consciência de classe com humor. Tpm, 20 jan. 2021.