Poemas de Morrer
Seu povo não precisa morrer. Nem seus cônjuges, nem seus irmãos ou seus vizinhos. Vocês podem sobreviver ou desaparecer.
Passamos tanto tempo procurando alguém que nos complete, porém, na vida nascemos sozinhos e morremos sozinhos. Você já nasce completo, só precisa achar alguém para acrescentar.
Já perdeu alguém? É como morrer junto. Eles podem até seguir em frente, mas você fica preso.
Nem imaginam o que passei para subir neste navio. Morrer aqui não está nos meus planos.
O destino é algo intitulado por tradução de intuição na sua expressão. O perdido no espaço se coloca em perfeita imperfeição com direito a iusão.Talvez ao dormi seja apenas um ensaio de como não mais existir e se seria de fato lembrado após o ultrapassado. Porém não se sabe se real ou facto, se complexo ou neutro em profunda ou densa sensação permeia numa aproximação.
Não há como dimensionar outra vida sem ter sequer vivido e morrido para saber se vai morrer ou reviver.
Não importa o que eu faça, não importa quantas vezes eu tente mudar o destino dela, no fim, para que nosso mundo sobreviva, ela tem que morrer.
Feliz é aquele que tem um bom sonho pra sonhar, pois a vida é feita de sonhos.
Parar de sonhar é o mesmo que morrer.
Como dói te ver suspirar por alguém que não te faz feliz. Se você soubesse que eu poderia morrer por você…
Morrer se assemelha a adormecer e embarcar em uma longa jornada, como uma viagem ao Japão. Assim como o sono, a morte não causa dor. Ficam as preciosas lembranças e a convicção de um reencontro com nossa família espiritual. Portanto, a saudade é uma emoção positiva, pois mantém vivas as pessoas e experiências que mais amamos.
Não morre aquele que deixou no coração de alguém lembranças bonitas para lembrar, o conforto da presença personificada de saudade e o consolo da certeza de que foi sem nos deixar.
Nascer e morrer é igual para todos, mas a forma como você vive é o que te diferencia dos demais e faz a vida valer ou não a pena.
No pensamento de heidegger, o ser ontológico só pode ser pensado apartir do ser ôntico ( ente) interessante entender que ambos coexistem um para outro, existe um ente para existir o daisen, logo a morte do ente torna o ser-aí possível de originalidade, esse ser para morte não dá margem para o fim. Fica em nós a coragem de saber que a trajetória do ser é trajetória para morte, ainda é além da existência, o ser já não é mais só existência que precede a essência mas a própria essência. O rigor do pensamento quer que a palavra nomeia a daisen para existência, que apresente o ontológico ao ôntico, deixando apenas essa herança como traço daquilo que se revela, firmando um Deus-daisen pela percepção do ente, que desconfia de si mesmo perante o ser-aí. Por quê?
Porque o ente não sabe morrer, não é poeticamente, não é mortificavel, logo finito.
Algumas pessoas nunca morrem, apenas mudam: de matéria, de casa e identidade e passam a morar dentro da gente com o nome de saudade.
"Se você vive a vida respirando espinhos, vai findar morrendo - seja pelas feridas que eles causaram, ou pela tentativa desesperada de acabar com a dor que eles trouxeram."
