Poemas de Morrer

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⁠Se a situação estiver difícil ao ponto de exigir a morte, morra mas com classe.

⁠Nada dura para sempre. Nem sorvete, nem filmes, nem as coisas bonitas, nem as feias, nem as folhas nas árvores, nem a mamãe. Mas eu estarei aqui, no seu coração, até você não estar mais aqui, mas também continuar vivendo em outros corações. E, assim, nada morre. Algo sempre continua vivo.

O sentido da vida é uma construção histórica, social e cultural. O sentido da vida não é o mesmo para todos, não é o mesmo o tempo todo, nem em todos os lugares, nem do mesmo modo. O que eu não quero (...) é morrer à toa. Mas, para não morrer à toa, é preciso não viver à toa.

"Se você morresse hoje, para qual as pessoas você realmente faria falta?"

A morte não é nada para nós. Quando nos dissolvemos não temos mais sensibilidade e sem sensibilidade não nos resta nada.

Por mentiras não se morre... Ao contrário... Para escapar da morte usa-se a mentira se preciso for.
Não duvido das VERDADES pelas quais os apóstolos sofreram e morreram tentando propagar.

Caminhamos numa morte lenta, onde a estrada esta com buracos chamados de"amor" nos magoam o coração

Somos como folhas, se não cuidadas elas secam, morrem, se desfazem mas nunca mais serão as mesmas!

Caminhar é preciso. No caminho a dor e a alegria se tornam irmãs... Permitir aos olhos visões diferentes nos torna capaz de morrer e viver a cada fração de segundo e abrir caminho para um céu que sonhamos conhecer.

Vá para o inferno se eu falei mais de cigarro que amor!
Os dois matam tanto quanto.

Se eu morrer sem alcançar meus objetivos, saibam que eu tentei mudar nossa realidade.

Irá ver a verdade, mesmo que demore
quando não restar mais ninguém para botar a culpa encontrara o culpado.

É isto, nada além: um dia as pessoas morrem na gente. Pode ser um amigo que parece não se importar mais ou então aquele que telefona só quando quer ajuda, um amor que gastou todas as chances que tinha e nem toda dedicação do mundo comoveu, um primo de longe, qualquer um. Pode ser a criança que um dia morou dentro da gente, o sujeito que viajou pra longe sem dar adeus ou dizer que ia ou o visitante que chegou e nem ao menos um oi. Um dia as pessoas morrem na gente. Pode ser um dia qualquer, como hoje ou ontem ou a terça passada, um dia de agosto ou no meio do carnaval, um dia de formatura ou até no ano novo, um dia de vento sul ou calor dos infernos, de vestido curto ou jeans surrado, de boca nervosa ou falta de apetite, de cabelo desgrenhado ou os cachos no lugar. Um dia as pessoas simplesmente morrem na gente, e a gente esquece as tardes divertidas que passou no boteco, a esperança que alimenta quando ainda não viveu muito, a promessa de nunca esquecer; a gente esquece que um dia quis ficar junto pra sempre, que jurou um monte de coisas, que registrou em fotografias uma penca de momentos bonitos, que acreditou em tudo ou, exatamente como o Chico ensinou naquela canção, que ajeitou o nosso caminho pra encostar no caminho do outro. A gente faz força pra esquecer, porque sabe que precisa. A gente faz força pra esquecer, porque sabe que precisa. É isto, nada além: um dia as pessoas morrem na gente, embora continuem vivinhas da silva.

Na imaginação de alguns eu estou no fundo do poço, prestes a me afogar, falam mal de mim pelas beiradas, mas ninguém joga a corda.

⁠Espero que exista vida após a morte, caso contrário, somos muito burros por desperdiçá-la assim.

Sabe por que sentimos "pena" de quem morre cedo? Porque não sabemos pra onde vai. Ficamos imaginando se essa pessoa simplesmente deixou de existir, se ela sabe que morreu ou se ela tinha muito pra fazer em vida. O que causa dor na morte, é a incerteza.

⁠⁠Nascemos sem conhecer nada e quando achamos que descobrimos, morremos sem entender nada.

⁠"Que a cada dia possamos contemplar da vida tudo aquilo que a morte nos priva de fazer."

50% de mim é mau e 50% de mim é pecador, o que me resta a não ser o abismo eterno ?⁠

As vezes eu me acalmo e tenho a ilusão de que vou conseguir esquecer, mas então a noite vem com a imponência e a força de um Deus e me derrota.⁠