Poemas de Memória
Tudo passa, tudo se esconde em mim.
Da memória, uma tela se desenha,
lugares onde nunca pisei,
ecos de um passado que não é meu.
Sofá gasto, mofo que invade o silêncio,
tristeza que habita os cantos escuros.
E a selva, vasta e imensa,
tribos, índios, sombras que me cercam.
Pindorama, terra de águas e verdes,
animais que correm, horrores que calo.
Lugares que não são meus, mas me tocam,
fragmentos de um mundo que habita em mim.
Antes dos beijos selvagens,
antes das trilhas tortuosas,
sinto o ar inflar meus pulmões,
o cheiro da mata, o pulsar da vida.
Corro com os medos, com os gritos,
mil vozes que ecoam dentro.
E, no fim, retorno ao meu centro,
à casa que sou, ao silêncio que me completa.
Deixo a tela cair,
queimando o inútil, o que não me serve.
Renasço do fogo, limpo, livre,
pronto para sentir, para ser.
Vou esperar você me
procurar em algum
lugar da sua mente,
mesmo que seja
na memoria de
curto prazo(...)
Não deixarei
morrer os momentos
que vivemos e nem
os segundos que nos
separa(...)
As vezes brigamos com
a nossa própria consciência,
armazenamos as coisas
boas na memoria de longo
prazo e nos esquecemos
que a memoria de curto
prazo é a que nos fazem
sofrer menos(...),
Tudo passa, tudo passará.
Da memória surge uma tela em mim,
cheia de lugares onde nunca estive:
coisa inglória, sofá horrendo, mofo e tristeza.
E a selva amazônica
— tribos, índios, saqueadores —
aparece nessa tela onde nunca estive:
Pindorama de águas, verdes, animais e horrores.
Cheio desses lugares onde nunca estiveste,
poderíamos algo materializar:
tempos antes de beijos silvestres,
e depois trilhar vias tortuosas.
Sentir pulmões e diafragmas
inflar de ar, o cheiro da mata;
correr com bichos assustados,
mil cantos, berros,
e, ao fim, sentir-se voltar para casa.
Joguemos então a tela
e o sofá no crematório das inutilidades.
O frio que passou permanece na memória,
tardinha que se instala suave no sul silencioso.
As galinhas, quietas, empoleiradas no terreiro,
guardam o segredo do silêncio profundo.
Ao longe, as rodinhas de chimarrão desenham círculos de histórias,
enrolado até o pescoço, me perco em lembranças que sussurram.
Saudade dos tempos de ciranda, de pique-esconde,
onde o mundo era feito de risos e sonhos simples.
Na distância do tempo, só o doce permanece,
o sabor da esperança que ainda repousa no peito.
Vejo, nas crianças, a alegria que não se apaga,
juntas, cantando, rodando, tecendo futuros invisíveis.
Guardo na memória
minha história pra contar...
Algumas de amor,
daqueles romances
que se lê em livros
ou se vê em filmes no cinema.
São tantas recordações.
Muitas emoções
e algumas canções
de momentos
gravados por toda vida
dentro de mim...
Perdi a memória
no mercado,
não consegui lembrar
o que iria comprar.
fiquei parado
e esqueci quem eu era,
corri no espelho
e não sei quem eu vi.
foi um filme de terror
ter esquecido da vida
corri logo para escrever
na poesia sei quem sou.
Sonho descartado
Na memória
Do ontem.
O que foi, já é
E não será.
O tempo cruel
Que atropela
A vida
Nos levando tão depressa pro fim...
Esqueço tudo tão fácil
A memória curta
Perco tudo no momento seguinte
Só consigo lembrar
Do teu sorriso
Que brilha em minha mente
Como o nascer do sol
Em um dia de verão.
Escrevo teu nome
E ele some
Na memória,
Foi criar história
Em outro lugar
Quis voar
E sentir a liberdade
De um amor de verdade.
É muita recordação
Que ficará pra história
Gravado em minha memória
Num gesto de gratidão
De pai, de mãe e irmão
E do lugar que vivi
Santo Antônio onde cresci
É razão do meu viver.
EU JAMAIS VOU ESQUECER
DA TERRA ONDE NASCI.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
A memória é um novelo
Que às vezes se emaranha
Que para desenrolar
Tem que ter muita artimanha.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
05/04/2024
21 de setembro de 2024. 05:26
São cinco e vinte da manhã de um sábado, e a memória de você vem forte como o vento frio que me toca nessa manhã, o seu rosto se rapaz no interior da minha mente, e junto com a música que toca nesse carro me recordo de tudo que vivemos juntos, me lembro o quanto foi bom te ter ao meu lado, o nós já passou, não existe mas, mas nossas memórias ainda são vivas na minha mente, lembro de como você me olhava, da sua mão quente passando pelo o meu corpo. Nosso ciclo encerrou, e mesmo com tudo, ainda sua falta. Não é falta de você exatamente, e sim do que vivemos, pois você eu nem conheço mais. Você perdeu sua essência, seu brilho, você passou a ser só mais um, passou a ser igual a todos os outros.
Minha pele é uma caixa de memória.
Trago ao sol lembranças que precisam de calor.
Agora só resta tornares-te o poema.
Às vezes tenho falha de memória,
Porque sinto necessidade de me proteger.
Das lembranças que ainda podem me entristecer.
As saudades...
Surgem sempre inesperadamente...
Num pensamento,
Numa memoria,
Numa recordaÇao tua...
Invadindo meu olhar,
Marcadas dentro de meu coraÇao,
E fazendo-me acreditar...
Que tu sempre foste a razao de meu viver,
E que sem ti...
A vida perderia a cor...
De meu sonhar!
Bom dia meu bem!
CUIDADO COM A MEMÓRIA DE SUA CASA
O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores.
O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora.
O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores.
Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé.
Evite brigas e discussões desnecessárias. Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão.
Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.
Não pense mal dos outros. Pragas, nem pensar!
Selecione muito bem as pessoas que vão frequentar sua casa.
Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração.
Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza já estão bons para começar, não é mesmo?
Sou presente, mas também sou memória,
sou o que fui, e o que virá a ser,
um ser fragmentado, em eterna história,
desintegrando-me, para enfim, me refazer.
"Um poema sobre o tempo, a memória e a nossa busca por algo que dure para sempre. Você consegue imaginar a eternidade?"
UM ABISMO NO PROFUNDO CÉU SEM FIM (Gustavo Machado)
Lembrar é saudade, viver no coração as lembranças que temos,
ver a arte da vida em um quadro perdendo a cor.
Mesmo que eterno, o tempo leva para o esquecimento.
Um abismo no profundo céu sem fim... Ó vazio,
quantas memórias perdemos com o passar da vida!
Tão breve é viver, tão eterna a vida pode ser.
Então, conte-me as histórias daqueles que se foram,
conte-me sobre as estrelas, sobre a grandeza da existência,
dos momentos que nos fazem eternos em nossa breve passagem,
para que eu saiba viver e ser eterno em um pequeno segundo:
tão precioso segundo onde o infinito acontece,
onde a vastidão daquilo que é pequeno encontra a grandeza da vida.
Em cada segundo, a eternidade vive, vive para escrever um destino incerto,
incerto como a certeza de um ponto final.
O Natal é sobre trazer a memória Aquele que traz esperança! É trazer à memória a pessoa de Jesus!
Isaías 9.6: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz."
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