Poemas de Lembranças

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⁠Entre risos e lembranças, a roda de amigos vira máquina do tempo — e a nostalgia dança com a saudade.


Eduardo Santiago

Feliz Dia dos Pais, para o meu herói...
Mesmo que ele agora, viva nas minhas lembranças. Hoje, meu presente é uma prece,
meu abraço é o vento, e meu amor continua sendo do tamanho do mundo...
Pai, onde quer que esteja, sinta meu carinho chegando até você...
Te amo!

A saudade


A saudade, o vazio, a dor da perda, o silêncio que fica, as lembranças, a ausência, o que não foi dito ou feito, as coisas que permaneceram, atransformação da dor em memória e sabedoria, a eternidade do amor e da lembrança, a esperança de um reencontroe o processo de viver com a ausência

Há lembranças que o tempo não apaga; apenas aprende a embalar com mais ternura.
São pedaços de amor que permanecem,
mesmo quando a presença já virou silêncio.


Recordar é como abrir a janela e deixar o vento tocar o rosto:
há doçura, há ausência, há um fio invisível que ainda une.
A saudade, quando vem mansa, é quase oração.
É o coração dizendo baixinho:
“obrigada por ter existido em mim.”


— Edna de Andrade

ACREDITAS!


As lembranças que magoam
O sentimento da paixão.
Histórias que não são contadas
Pela verdade e nem pela imaginação.
Tenho esperança do retorno
Que nunca volta para casa.
Prefiro viver as minhas
Sinceras fantasias voando sem asas.
Viver na ilusão,
E saber que o teu sim
Nunca foi pela razão,
Mas sim pela circunstâncias,
Da emoção.
Eu sei que não sou como você quis.
Não sou o teu sonho de amanhã.
Não tenho horas e nem minutos.
Mas posso te dizer que o meu amor,
É como as estações
Primavera, outono, inverno e verão.
Tenho um renascimento do amor
Nos dias curtos, no frio um cobertor,
E nos longos dias de sol,
Sou a tua sombra para te proteger do calor.
Acredita sou o teu inicio da história,
Sou o mapa do teu caminho,
A verdade sobre a mentira,
A esperança em um beijo
Descrito em um pergaminho.
Sou o teu início,
Sou o teu em mim.
Sou o teu vício,
Sou o teu em ti.
Acreditas! As lembranças
Não são feitas de saudades.
E que o nosso amor é único,
E vive das nossas cumplicidades.
Acreditas, a paixão,
Só nasce com as felicidades.
Acreditas! Acredita...
Coração.
Nas verdades.


Autor: Cássio Charles Borges

Não acumule
apenas riquezas,
acumule lembranças.
Momentos fazem
história, dinheiro
apenas números.

Tudo o que temos na Terra — objetos, coleções, lembranças guardadas em caixas e prateleiras — um dia deixará de ser nosso. Por mais que cuidemos com carinho, nada disso nos pertence de verdade. São coisas que o tempo devolve ao mundo, e que, depois de nós, talvez caiam nas mãos de pessoas que nem saibam o valor que tiveram para o nosso coração.
Aquilo que um dia foi precioso, para outros pode ser apenas um objeto qualquer. Podem rir, vender, ou simplesmente deixar de lado algo que, para nós, tinha história, afeto e significado.
É então que a gente entende que o que realmente vale é o que o tempo não pode levar — o amor que cultivamos, as palavras boas que deixamos, os gestos de bondade que florescem em outros corações. Essas são as verdadeiras riquezas: invisíveis, mas eternas.
Os objetos ficam, mas o amor caminha conosco — e é a única coisa que segue além da Terra. 🌸

Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?


Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?


Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.


Ilusão.


O tempo não cura.


Ele apenas continua.


Indiferente ao seu destino.


Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.

Madrugadas de amor


E nas madrugadas de insônia, vêm-me lembranças suas, dos momentos de carinho e cumplicidade. Nossas madrugadas de amor jamais serão esquecidas; passe o tempo que for, posso até encontrar um novo amor, mas você não será esquecida. E nas memórias mais bonitas em minha mente, sempre teremos a gente no nosso ninho de amor.

​Ilusão Lado a Lado


Lembranças, torturas sem fim.
E essas lembranças me matam junto às lágrimas.
Eu só queria parar, apenas parar de sentir.
Sentir as lembranças invadindo meu subconsciente,
e lembrando que as lágrimas congelam, e aquele calor no peito,
aquela última luz, a alma perdida,
era só a minha pedindo socorro.
Não era mais ninguém.
Apenas a memória de uma tortura e uma ilusão, lado a lado.
E tudo isso são asas quebradas de um anjo preso na própria mente.
Ninguém conseguiria entender,
pois esta dor é a dor da culpa,
a dor de ter escolhido.
É a maré de lágrimas geladas e promessas vazias.
Enquanto alguns gritam por ajuda e choram até o fim,
outros se afogam na solidão e na própria vida.
Aqui estou eu,
contando a história de um coração frio que sofreu demais,
contando a história de um anjo, de uma pessoa,
que se foi tão cedo que ninguém notou.
As lembranças não me sufocam nem me matam,
elas me abraçam e me ensinam a sorrir.
Pois se eu chorar, o mundo corre o risco de cair.
Se eu chorar, ninguém verá, só o mundo.
E eu...
Não poderei partir e rever seu rosto.
Não poderei chorar e apagar seu sorriso.
Não consigo parar de pensar, e eu penso.
A solidão é a minha sombra.
​E o silêncio grita o nome de quem se foi sem dizer adeus,
enquanto esta alma, vestida de gelo, espera por um fim que nunca chega.
O único desejo é que a morte venha molhada, em prantos,
que este anjo só possa se libertar desabando em chuva.
Pois só se eu chorar até secar a última gota,
só então a tortura acaba e eu, finalmente, poderei descansar.

Na penumbra líquida do entardecer,
pontilham lembranças, sombras flutuantes,
segue a cidade, labirinto de passos,
onde o invisível toca o silêncio guardado.
Gotas descem, sussurram segredos calados,
tecem véus entre o agora e o que escapa,
um fio tênue, quase esquecido, resiste,
na pausa entre o ruído e a espera muda.
As paredes bebem a luz quebrada,
e o tempo se dobra em revoadas lentas,
presente e passado, hinos imperfeitos,
dançam sob o véu molhado da saudade.
No murmúrio da multidão que não vê,
uma ausência se faz presença delicada,
na curva da chuva, no respirar da rua,
algo que não se diz, persiste em existir...

Deixar vestígios
Na caminhada:
(Poesia)
As lembranças
Que permanecem
Após a jornada.

Lembra da primeira vez?
A escola, o beijo, o amor, o salário...
Lembranças que chegam com lucidez,
Um processo de saudades involuntário...

Lembranças...


Não dê vida a uma situação problemática que já foi RESOLVIDA.
Não traga a lembrança o que lhe causou DOR e SOFRIMENTO.
Traga a memória tudo aquilo que lhe AGRADA e o que há de BOM.
Já o que DESAGRADA, deve estar no mar do esquecimento, pois não merece nem o seu TEMPO e nem o seu LAMENTO.

Mente falhando,
Memória curta,
Palavras desaparecem,
Lembranças se distorcem,
A visão se embaraça.
E o medo...
Já não sei mais quem sou.

Pós amor...




Quem sobrevive a um pós amor ainda permanece preso nas lembranças dos tempos que foram bons por um determinado período,


o eco de outro tempo sobra no lugar aonde aqueles corpos não se encontram mais,


porém, depois de alguns voos sem direção, o sol volta a nascer lindo e vibrante apresentando o verdadeiro horizonte aonde as plantas nascem em cima das cinzas de fogueiras e aonde as flores crescem e dão seus frutos enriquecendo o novo momento.

"O momentos felizes
um dia serão saudades
mas, o maus momentos
serão tristes lembranças
Criem bons momentos"

O riso nasce, tímido, entre as lágrimas quentes,
florescendo em solos de lembranças densas e vividas.
Cada suspiro é um eco do ontem,
onde a dor se veste de pétalas,
revelando que também é um campo fértil, um jardim.
Entre espinhos, brotam cores insistentes,
e o coração aprende que sofre para florir,
que o passado não é só sombra,
mas uma luz entre as dores,
um convite a sorrir mesmo na tristeza,
a cultivar beleza no silêncio das lembranças.
Sorrimos, então, jardins ambulantes,
onde a vida se refaz em cada lágrima que cai,
e a alma entende, enfim,
que até a dor pode ser flor, quando a vida.

Lembranças


Lembrei-me de você
Tão longe, longe de mim.
Eu faço barcos de papel
Que vão pelos mares a ti,
Como uma lembrança.


Lembre de nós, quando crianças,
Juntos a brincar, a sorrir.
O mundo era nosso:
Você a lua e eu o sol,
Com olhares inocentes.


Quem ouvir o nosso pranto
Vai entender que não queremos
Ouvir a palavra "adeus".
Se algum dia nos unirmos,
Falaremos a sós
Nossos segredos:
Essa nossa dor por não ter
A quem amamos.


Não há passeios que se comparem aos que você faz nas lembranças daqueles que não precisam de você para nada.


E, ainda assim, são raríssimas — quase joias — as desculpas que alguém inventa só para lembrar de você, mesmo sem precisar de você pra nada.


Porque não há desculpa mais bonita e charmosa do que aquela encontrada apenas para tocar seu nome por dentro!


Às vezes, o coração não sabe pedir, então disfarça saudade em assunto bobo,
em mensagem curta, em pretexto pequeno.


É como quem bate à porta sem querer entrar,
mas deseja que você perceba a visita.


E nós sentimos!


Sempre sentimos!


Porque certas lembranças não pedem permissão para existir;
elas apenas acendem a luz e nos convidam a entrar,
mesmo sabendo que aquele lugar
não precisa — e talvez nunca precise — de nós.


Mas, quando alguém inventa uma desculpa para lembrar,
Ah!…
A memória vira jardim de novo!