Poemas de Interesses
Infelizmente na historia do Brasil, sabe se que a Abolição da Escravatura Negra, não se deu por ímpetos humanitários, religiosos e civilizatórios, apesar dos discursos inflamados de vários intelectuais abolicionistas. A Abolição da Escravatura no Brasil, se deu por interesses comerciais dos grandes produtores rurais para o comercio exterior, a falência financeira do regime imperial e grandes interesses republicanos políticos.
Por mais que exista uma farta iconografia artística por diferentes trabalhos sobre o nascimento, vida e crucificação de Jesus de Nazaré, desde os primeiros anos do cristianismo e avançando pela idade media, nenhum artista teve a total liberdade criativa, pois as obras eram fiscalizadas pela inquisição da Igreja ou eram custeadas pelo Clero. Sendo assim, as criações tem mínimas diferenças mas engessadas pelos textos canônicos da liturgia da fé.
Diante do esgotamento mental de muito tentar por diversos caminhos, eu sonho mais baixo em um abrigo mas não desisto. Acredito ainda que algo possa mudar mesmo que seja pelo descuidar, deles perderem a fome de enriquecerem entre os movimentos de pequenos interesses.
Toda a municipalidade deve buscar sua especifica identidade e com a sociedade civil edificar caminhos para melhor congraçar seus particulares locais interesses.
Os novos pensamentos e as ideologias são boas mas fracas as mudanças vem e acontecem nitidamente no mundo pelos interesses financeiros das classes dominantes...isto desde a Revolução Francesa.
Todos os sonhos devem ser perfeitos, lindos e impossíveis pois a triste e amarga realidade cada vez mais nos castra com suas factíveis e coerentes impossibilidades.
Todo e qualquer governo poderoso hoje, responde ou não, as ofensivas exteriores, muito mais pelos interesses econômicos e financeiros do que propriamente dito pelos interesses políticos e ideológicos. O período do antagonismo ideológico se findou no século XX, atualmente a ética, a moral e a honra flutuam entre o faz de conta que vi e não vi e os grandes interesses públicos e privados. Afinal um sustenta o outro, na soberania indeterminadamente.
No mundo capitalista os cristãos não devem se sujeitar à opressão, escravidão e influência de seus interesses, porque Deus continua sendo o Dono do ouro e da prata.
Quando um aproveitador é confrontado com a verdade e com a autoridade pública, ele vasa com seus interesses, deixando uma lacuna vazia para outros preenchê-la de alegria, justiça e paz.
As formas humanas para pacificação entre os homens acabam sempre em complicações sociais, uma vez que a sociedade escolhe seus direitos baseados na força e no egoísmo de seus interesses.
O que o Congresso Nacional simula produzir é mais em função de interesses de grupos e de cobertura eleitoral do que do interesse efetivo da coletividade.
