Poemas de Homem Triste
Aos olhos do
Homem certo
você sempre será
a mais belas
das artes, sabia
disso...?
___🌹___
(Minha Branca)
Sim
Boa noite!
O homem não deve passar pela vida só com sua casca, tem que deixar valores morais, mostrar aos que lhe sucedem o quanto vale ser honesto e verdadeiro, valores que valores financeiros nunca se deve comprar! Minha humilde boa noite...
(Zildo de Oliveira Barros)
Boa noite!
O homem que vive sem o apoio de uma família, pode ser comparado, a uma árvore no meio de um pasto, onde a sua volta foram arrancadas as outras árvores, sente os ventos das intempéries, as chuvas caem direto sobre suas folhas, sem ter proteção e as barreiras que nos trazem a nossa família, mesmo que alguns dos nossos vivam um pouco mais distantes, mas sabemos que barram os ventos das dores, e nos protegem das chuvas das inverdades...
(Zildo de Oliveira Barros) 17/06/15
Quando você dorme ao lado do seu homem, acorda, olha pro lado e lá está ele... No telefone, vendo vídeos e fotos de mulheres... Você perde a mão, o tom, o som da sua voz que te fazia dizer bom dia sorrindo, seguido do eu te amo... E o impulso que te leva ao amor, aos poucos vai apagando...
Quando você passa anos ecoando um eu te amo, e o outro lado se esquivando, seu amor vai se apagando, seca do, caducando ...
Quando você se apaixona, com palavras, esperanças, sorrisos, sonhos e se deixa levar como criança, e quando tudo isso se torna zombaria, chacota, no meio da roda, e vai cê nota que seu par tá lá fazendo parte da retórica, seja com palavras, risos entre os dentes ou até mesmo caretas que te fazem passar como loca, seu rosto desfigurado, é como levar uma pedrada bem no meio da fuça e não saber onde está seu chão...
Quando você olha pro lado e não reconhece mais por quem se posicionou, a quem se entregou, e que tudo que acreditou não passou de um jogo de palavras ao vento, e não te resta mais com tento, a não ser ouvir que o esforço para estar ali é grande, o deixar acontecer é deixar todos os dias, o dia passar, a distância selar, uma ausência regada de palavras vazias, que às vezes até vinha quando interesse existia de alguma forma te conquistar.
Mas tudo passa quando na verdade nunca esteve no lugar, quando na verdade você nunca esteve lá, quando você recorda que muitas vezes precisou forçar estar lá, precisou esforçar para mais que três palavras trocar...
E o que resta é desapegar, dos anos que investiu, acreditou, se entregou, se esforçou para acreditar, se entregar, sonhar em alguém que nunca na verdade quis estar...
Aí você percebe o quanto cansa, foi e é perigoso amar...
O homem tem que ser protetor, passando segurança a mulher… e isso é só o mínimo…
Mas o que temos hoje, são homens frágeis, que despejam seus problemas na cabeça de mulheres, que muitas das vezes já estão abarrotadas de seus problemas, dores, sofrimentos… e quando ela diz: basta! Eu não posso no momento, eu não estou podendo receber essa carga… ele simplesmente se acha no direito de se fazer de magoado, incompreendido, injustiçado… porque no fundo não buscam mulheres para tratar como mulheres… buscam mães para lhes ensinar a serem homens… não para elas, porque não conseguem nem reproduzir a elas a lição. Buscam psicóloga, gratuita, sem muitas vezes a perguntar: tudo bem?
As vezes esse homem vítima , é só um narcisista Vulnerável disfarçado.
Mulheres, que nossas carências não nos faça cair em situações que sejam pesadas em nossas costas e nossos corações.
Não fiquemos ensinando a homens o básico, como dar flores, cortejar, proteger, cuidar, zelar.
Nos amemos ao ponto de entender que o mandamento de amar foi dado ao homem… sejamos amadas para podermos retribuir.
'VASO'
Ruidoso, feito com as mãos,
Industrializado.
Sou natureza.
Ferro.
Do homem estraçalhado.
Cheiro/argila, cerâmica, madeira, polietileno, resina, palha, sintético.
Castiço...
Quando bem trabalhado, sou admirado, beleza, suspiros.
Decoro, adorno, alinho, ornamento, aformoseio.
Enfeito o imperfeito.
Sitio povoados, vidros temperados...
Sou dos cantos.
Dos lados.
Artificial.
Nas paredes pendurados...
Sou do arcaico, do homem abstrato, sarcástico, quadrado, redondo.
Aromo onde passo.
Encanto com minhas formas diferenciadas.
Tenho sabor tateado.
Expressão do humano: transparente, engraçado, pintado em infinitas cores.
Cristalizado ou inexpressivo.
Sem desígnios ou escritos, serei intuito,
Vaso qUeBrAdO...
"O pecado é tão maléfico, que é capaz de fazer o homem não enxergar ou não ligar para as suas consequências terríveis e inevitáveis que virão".
Anderson Silva
"Há pessoas que estão confundindo a liberdade que Deus deu ao homem com libertinagem e, essa escravidão, levará muitos para o inferno."
Anderson Silva
"A pior coisa que pode acontecer na vida de um homem ou de uma mulher de Deus é cair em pecado, pois certamente perderá a bênção e a proteção de Deus se não se arrepender. E, mesmo que se arrependa, inevitavelmente virão consequências ruins e inimagináveis."
Anderson Silva
"Deus se agrada da oração específica, pois quando Ele atende o homem entende que a glória é toda Dele".
Anderson Silva
"Um dos mais raros e maiores tesouros que o homem pode encontrar nesta vida é a satisfação".
Anderson Silva
"Deus sangrou para salvar o homem do inferno, por isso que Ele não aceita o ecumenismo como uma alternativa de remissão de pecados; assim, o único caminho para o céu é Cristo".
Anderson Silva
"Entendi que o pecado é o maior inimigo do homem e que tem um enorme potencial para destruí-lo; por isso, devemos vigiar continuamente e tratá-lo com maior respeito e seriedade possível para não cairmos em seus laços".
Anderson Silva
Deus criou o céu, a terra e o homem.
Vejo: céu, terra e homem.
Isso tudo explica, isso nada explica.
A maior criação do homem é o Pecado “depois de Deus”. O homem criou também o Diabo e fez dele o maior “parceiro de Deus”. O homem flagela a si, pelo pecado, corrupção e traição. Para si o homem tem o Diabo com boa estratégia para castigar quando não agradar a Deus.
Em vez da criação de tudo isso, o homem deveria criar mais sabores de sorvetes, pizzas e chicletes, e, alguns prazeres da carne para satisfazer o próprio corpo, livre de todo castigo. Para a salvação da alma o espírito que paire ao céu, nalguma estrela, no uivado do lobo e no encantamento do lobisomem mal amado em noite de lua cheia quando desta escafeder-me.
A. Valim
O homem é o grande criador. Criou um Deus e fez dele o maior, intocável, onipotente, de visão vasta e minuciosa. Mas não bastou, o homem necessitou criar um grande aliado, um corruptor oportunista chamado Diabo. Estas simbologias estão no imaginário do homem como se fosse parte de sua genética; está no sangue.
Para toda a verdade absoluta: um Deus e que acuda. Para toda a transgressão: um castigo diabólico e que salve se puder. O pior entre os homens de bem são os desgraçados que atribuem à nobreza a um inferno pelos seus feitos.
Depois o homem criou um Cristo, o filho da onipotência, dotado de pecado e de poderes, aliando tanto a Deus quanto ao Diabo, foi posto a diversas provas inclusive a de não se salvar das maldades do homem; foi morto e crucificado; o homem tornou capaz de ressuscita-lo.
O homem exerce poder superior sobre tudo o que há na terra, destrói o corpo do cristo e consegue manter viva a alma enigmática dele e assim continua criando alienações. A alienação é capaz de ameaçar a consciência humana e por falta de autonomia há uma perda de identidade em que o homem perde seus próprios valores forçado a assumir necessidade de consumo religioso.
O homem é uma pecinha de engrenagem movida pelo espírito religioso já orbitado por forças enigmáticas entre Deuses e Demônios, e, para dar forma: um êxtase religioso. Na sociedade materialista criam-se Deuses, Demônios, Cristos propiciados pelo homem que produz efeitos espirituais para dar forma ao julgamento e a condenação. Sendo para o homem a concepção de Deus; o seu próprio domínio.
Pensamento Niilista
Por Amauri Valim
Na medida em que o homem frequenta o mundo advoga por saberes dogmáticos mitológicos que assentam sobre si, são concepções da verdade superior impregnada em uma corrente genética humana. Há uma absurda necessidade de remédio milagroso dado por mãos sagradas de entes mortos para o fim de toda a impertinência.
Norteado pela supremacia dogmática cristã o ser humano é geneticamente submisso sob uma concepção divina. Desprovido de privilégio pelo êxtase da fé e da promessa de salvação também adota o estado de pobreza como prova de fé. A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns. A ética religiosa parece cuidar bem da moral dos defensores de uma perspectiva de vida melhor para o futuro; após a morte.
A morte é um plano de Deus. O sentido da vida é um plano humano. A fé é o fruto da sustentação do homem corrompido, como recompensa o milagre ou a vida eterna.
A religião possui formas práticas de apoio ao homem desamparado e de segurança ao vulnerável, nas situações que o homem possa sofrer ameaça de perda de controle, Freud possui vasta visão sobre os efeitos e das condições humanas e a relação do homem com a religião.
Os efeitos da religião são devastadores sobre a desvalorização da vida na terra. Tão difícil é avaliar o papel da religião na sociedade tanto quanto o papel do individuo na religião, indivíduos religiosos possuem juízo subjetivo em relação ao advento e o fim de tudo na terra, passando para uma perspectiva de vida abundante transcendental/cósmica perdem-se a relação dos eventos do hoje.
O homem tenta em vão dominar a força da natureza, acredita no poder das práticas dos rituais sagrados. O homem sendo aqui o mais poderoso de todos os seres tem tendências de destruição através dos poderes que lhe é ofertado, o que não são vistos como valores morais, mas uma transgressão da ética religiosa.
É muito difícil contestar um plano religioso por sua grandiosidade e poder de convencimento por possuir tão grande significado cultural, para todo o plano religioso o homem possui limitações intelectuais para uma nova compreensão numa visão crítica sobre o subjetivo.
A cultura religiosa impõe privações ao individuo o qual se conserva pelos sacrifícios, oferendas e angústia fervorosa, em uma vida de restrições o indivíduo tem como meio essa estética. São ideias originalmente atribuídas aos deuses capazes de torná-lo sustentáveis.
