Poemas sobre Guerra

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⁠Homens de Deus!!!
Varões de guerra, escolhidos desde o ventre.
Deus nos chama para nos posicionar, é tempo de Avivamento 🔥 🔥.
Ou você fica em oração 🛐 e interceda por aqueles que tomam frente na batalha ou você se prepare para ficar na primeira fileira da guerra.
Não há lugar para indecisão.

Siga em paz,
Deixe pra trás a guerra,
Com quem acha que precisa.
Tomou seu próprio conselho sem moderação.

Riem das minhas cicatrizes,
Porque não conhecem minhas batalhas.
Poucos sobreviveriam as guerras que lutei

Quem fala demais do erro alheio, normalmente está em guerra com o próprio coração.


miriamleal

⁠Paz, na terra boa vontade aos homens de bom coração, fogem da guerra e não matam um irmão.
Como é triste saber que tornou-se comum, tirar a vida de um ser da espécie humana, que a cada instante, mostra-se extinta...
Sei, que um dia, tudo isto terá fim, ou, o fim de tudo isto, é não mais a gente existir.
Paz, na terra, boa vontatade aos homens, de bom coração....

Quando todos se forem
sou a flor que rompe
a dureza asfáltica,
A minha guerra sempre
será contra a guerra,
sou enraizada na terra.


Não importa quanto
tempo venha durar,
Com fogo cruzado
nasci com intimidade
silenciar não faz parte;
Está para nascer quem
haverá de me deter.


Como sopro de liberdade
feito para enlouquecer
os senhores da guerra,
Carrego sem ceder,
e sem os esquecer...;
Com pequenas coisas
não tenho tempo a perder.


Por ser semente além
do tempo invernal,
estarei sendo plantada
para vencer o grande Mal.

As chuvas de março ainda
não vieram para lavar
e o coração renovar,
Guerras sempre deixam
lições para aprender,
E se eleger adversar,
o faça sem abrir frestas
para o inimigo externo
no território nunca entrar.


A paz nunca é perfeita,
e por menor que seja,
Cabe a gente preservar
como a Quaresmeira
que resiste o que passa
ao redor para a floração
neste tempo não faltar,
Espero contar contigo
para o melhor preservar.


Nós merecemos manter
o que é nosso intocado,
o amor no coração
e o olhar esperançado,
Para ninguém jamais
colocar aprisionado
o que nos move adiante
fazendo cada passo
resiliente e imparável.

Quando a Lua de Sangue
cruzasse o Sarv já era
a promessa da última
guerra da Humanidade,
O final desta guerra
nem eu nem ninguém sabe,
Matar um povo desarmado
é coisa de gente covarde.


Não posso fingir que nada
está acontecendo ---
Daqui a pouco será espalhada,
e levará muito tempo:
Não diga que não foi avisada.


Quero que entenda que
toda guerra é anunciada,
Ela chega quebrando tudo
dentro como prelúdio
da aberrante entrada,
Não quero jamais que abra
refúgio para a ideia de guerra
fazer a tua essência capturada.

A guerra nasce
da falta de comunicação,
da insolência proibitiva,
da construção de hipóteses,
e da falta de limites
de todos aquelesque
se consideram superiores.

Guerra dos Sexos: O Conta-Gotas da Destruição


A guerra antes de entrar
sempre precisa cortar
os vínculos afetivos,
e tem por costume nunca
avisar os seus objetivos,
primeiro ela sempre
elege destruir princípios.


Arrebentar a sociedade,
uma sociedade por dentro,
é da guerra — o intrínseco —,
que sempre vem de fora,
para destruir o espírito
e fazer um grande vazio.


A guerra tem por predileção
usar como crueldade tática
o conta-gotas da retórica,
para vir coberta com a vestal
moralizadora e inconteste,
para calar quem a questione.


A guerra dos sexos sempre
cai como uma luva no campo
de batalha das narrativas,
para induzir a destruir
as mentes, os corações
e esvaziar todas as emoções.


[Se você ainda não entendeu
o que está se passando,
passou da hora de ir acordando.]

Tão cedo voltaremos a ver luz solar,
só sei que a noite será longa,
e o Deus da Guerra acordou,
para dançar pelos hemisférios da Terra,
que até o Muricizeiro balançou;
Não sabemos a que horas tudo terminará
- ou se algum dia realmente terminará.


Agora, vem prá perto, me deixa ensinar
como se observa o céu a qualquer hora,
Não estamos em tempos de nos descuidar,
o desamparo que nos encontramos
só podemos contar é com o nosso olhar.


Não nego que o coração permanece
apaixonado mesmo depois deste tempo todo,
ansioso e obcecado para te pertencer,
para que leve sensualmente em sua mente,
e igualmente encantado no seu coração;
sou seu destino que não pode ser esquecido,
você virá em breve para caminharmos lado a lado.

Longe de ser orgulhosa,
nunca fui entusiasta
desta Guerra dos Sexos,
Também nunca imaginei
viver um conto de fadas;
Sem dúvida nenhuma,
sei que o amor é
uma construção diária,
e não pode ser ambígua
ou até mesmo solitária.


Dentro do que uns julgam
ser utopia romântica,
O tempo que passa
não me aflige ou opaca,
Se não for para ser amada,
prefiro a solitude honrada
do que viver autoenganada.

⁠Se o mundo promove a desunião, promova união.
Se o mundo promove a guerra, promova a paz.
Se o mundo promove ódio, promova amor.
Se o mundo promove egoísmo, promova solidariedade.
Se o mundo promove superficialidade, promova profundidade.
Se o mundo promove materialidade, promova a espiritualidade.
Não importa o que faz a maioria, faça a diferença!

Fim da guerra em Gaza 🏳️


Vamos agradecer e fazer uma grande caminhada para a paz mundial
🔷🏳️🔷

Senhor, salva esta tribo,
Que vive da guerra e não do trigo.
Dá-nos a chance de sobreviver,
E a sabedoria para escolher.
Viver de amor e de presença,
Louvando a terra e sua herança.
Faz deste chão teu paraíso,
Perdoa, Eva, e desfaz o castigo.
Do verde e amarelo ao matiz mais profundo,
Une as cores de todo o mundo.
Que cada criança seja uma lenda,
Para que o futuro a paz entenda.
Num tempo justo e sem tormento,
Sem dor, sem fome ou sofrimento.
Seja nosso escudo, nossa certeza,
Apaga, Senhor, toda a tristeza.




#venezuela#Fé#mundo

⁠Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.


Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.


É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.


A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.


O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.


Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.


A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.


Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.


Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.


Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.


No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.


Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.


Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.

⁠Para manter o aluguel das cabeças dos seus asseclas, os especialistas em guerras palavrosas são capazes de qualquer coisa.


Inclusive fingir conversão.


Há quem transforme a política em púlpito e a vitimização em liturgia.


Não para curar feridas reais, mas para mantê-las abertas, sangrando o suficiente para justificar discursos inflamados e as lealdades cegas.


Na seara política, especialmente na brasileira, a martirização já virou estratégia.


Quanto mais alto for o grito de perseguição, mais baixo o compromisso com a verdade.


E assim, os especialistas em guerras palavrosas ensaiam conversões repentinas, não por arrependimento, mas por conveniência — porque nada mobiliza mais que a fantasia do justo injustiçado.


Fingem mudança de fé, de tom e até de valores…


Não para abandonar a trincheira, mas para trocar o figurino.


É a ecdise: a troca de pele das serpentes…


O inimigo continua sendo necessário; afinal, sem ele, como justificar o aluguel permanente das cabeças dos seus asseclas?


O vitimismo, quando profissionalizado, dispensa coerência.


Hoje é cruz, amanhã é espada.


E hoje é silêncio estratégico, amanhã é grito de censura.


Tudo serve, desde que mantenha a plateia refém da emoção e distante do pensamento crítico.


Mas há um detalhe que a encenação não controla: o tempo.


Ele tem a estranha mania de desmascarar conversões oportunistas e mártires de ocasião.


E, quando o espetáculo se esgota, resta apenas o vazio de quem nunca quis justiça — apenas palco.


Porque quem realmente muda, não precisa se vitimizar…


E quem verdadeiramente sofre não transforma a dor em palanque.

⁠Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.


Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe.


Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma.


E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…


Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…


Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita.


Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras.


Não por covardia, mas por limite.


O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.


Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma.


As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.


Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.

⁠Os Covardes e Arrogantes são especialistas em guerra palavrosa: lutam nas Narrativas e Bravatas, sempre na esperança de convencer os tolos a se lascar por eles.


É um tipo de combate extremamente curioso, porque dispensa coragem e, muitas vezes, até coerência.


Basta uma “boa” retórica, um punhado de frases inflamadas e a habilidade de transformar conflitos complexos em slogans simplificados.


Nessa arena, não se exige a presença de quem convoca a luta — exige-se apenas a adesão de quem está disposto a acreditar.


A covardia se protege atrás da multidão; a arrogância se alimenta dela.


Enquanto uns inflam discursos, outros são empurrados para as trincheiras — simbólicas ou reais.


E assim se constrói uma dinâmica perversa: quem menos arrisca é, quase sempre, quem mais exige sacrifícios.


Os arquitetos dessas guerras raramente aparecem quando chega a conta.


Preferem permanecer na confortável distância de suas convicções barulhentas, observando de longe o estrago que suas palavras ajudaram a provocar.


Porque, para eles, o campo de batalha nunca foi o lugar onde se paga o preço — é apenas o palco onde se convence alguém a pagá-lo.


Talvez por isso a prudência seja uma virtude tão subestimada em tempos de tantos gritos.


Pensar antes de aderir, duvidar antes de marchar, desconfiar antes de se indignar — tudo isso parece pouco heroico para quem foi seduzido pela estética da guerra.


Mas quase sempre é assim que se evita morrer, ou viver quebrado, por batalhas que nunca foram realmente suas.

⁠Felizes os que não extraviam o Tempo do Propósito para desperdiçá-lo em guerras erradas.


Porque tempo é vida em estado bruto — e vida não admite rascunho.


Há batalhas que seduzem pelo barulho, pela plateia, pela falsa sensação de heroísmo.


São guerras que inflam o ego, mas esvaziam a alma.


Lutas que parecem urgentes, mas não são importantes.


Conflitos que prometem justiça, mas só alimentam vaidades feridas.


Escolher as próprias guerras é um ato de maturidade espiritual.


É entender que nem toda provocação merece resposta, que nem toda divergência exige trincheira, que nem todo ataque precisa de contra-ataque.


Às vezes, a maior vitória é permanecer inteiro.


Quem aprende a escolher suas guerras descobre que propósito não combina com distração.


Que energia é recurso sagrado.


Que paz não é covardia — é estratégia.


E que há combates que só existem para nos afastar daquilo que realmente fomos chamados a construir.


Felizes os que discernem.


Felizes os que aprenderam a escolher suas guerras.


Porque não vencem todas as batalhas — mas preservam aquilo que nenhuma vitória pode devolver: o próprio destino.