Poemas de Flor
Se eu fosse jardim,
pediria ao céu só isso:
que fosses meu lírio eterno,
minha flor escolhida.
Porque amar você é florescer por dentro, é entender que o amor também é pureza vivida
Encontrei a flor do jardim,
A mais bela que eu já vi,
Meu coração reacendeu em fogo
Quando teus olhos brilharam pra mim.
Teu beijo é névoa constante,
Que cobre a alma devagar,
Um toque doce e distante
Que me faz querer ficar.
E mesmo quando a noite cai,
Teu perfume ainda vem me encontrar,
Como um sonho que nunca se vai,
Como um amor que nasceu pra durar.
Oh Senhor,
Minha alma se abre como flor ao sol,
E as lágrimas que descem são rios que buscam Teu abraço.
Cada gota carrega meu medo, minha dor, minha esperança.
Em silêncio, Te chamo;
Em cada suspiro, Te entrego meu coração.
Mesmo quando a noite parece infinita,
Teu amor ilumina meu ser,
Como farol que guia na tempestade.
Recebe, Senhor, minha total vulnerabilidade,
Transforma minha fraqueza em força,
Minha dor em luz,
Meu pranto em hinos de gratidão.
Pois em Ti encontro meu refúgio eterno,
Minha paz que excede todo entendimento,
Meu Deus, meu tudo, meu princípio e meu fim.
Flor Azul
Com a sinfonia da vida
vou seguindo delirante,
entre o barulho das cidades
e o perfume das plantas.
Vou triste pela estrada,
vou sonhando com o meu destino.
Vai na minha mão a flor azul,
que parece estar murchando...
Eu a quero tão bem
quanto quero quem me deu.
Essa flor guarda uma história
que, infelizmente, se perdeu.
A vida é assim,
nada é como se quer.
A minha Flor Azul está secando,
e eu, com ela.
Adeus, Flor Azul.
Adeus, meu amor.
Não preciso mexer nas obras de Deus.
Elas são perfeitas.
Até uma flor que se arranca precisa de um motivo, uma razão, uma circunstância;
caso contrário, é matar em vão.
Linda flor
Eis que haverá a transmutação do ser. Que após ver a luz do mundo, embriagar-se com oxigênio tóxico da atmosfera antrópica, contamina- se e desenvolve num ritmo alucinante, frenético e ao mesmo tempo incomensurável. A flor já não é mais um rebento; Desabrochou...
Efêmera flor
A flor é Efêmera
Efêmero é o amor,
E tudo que é fugaz
Está ligado a dor.
O amor não é eterno
Infinita não é a dor
Tudo de bom
Que acontece
Tem o dedo do amor.
O vendaval amortece a chama
Que apaga
O Efêmero amor
Foi na brisa de mansinho
A devassa Efêmera flor!
A lealdade nutre o relacionamento
Como a seiva
Alimenta o caule
Que a retribui com a flor
Assim é a lealdade
A verdade e o amor
A verdade é o caule
O alimento lealdade
O amor é a flor
A flor geram frutos
Filhos que vem do amor
Do fruto se fez sementes
Sementes que viraram histórias
Do usufruto do amor
Afinal o que é o amor
161017
Flor De Uma Estrela.
Uma flor amarela acorda com o Sol.
Nos primeiros raios de sua luz.
As suas pétalas de um jeito delicado começam a sentir o toque de uma luz conhecida.
Uma flor perfumada é gentilmente cumprimentada pelos ventos das manhãs.
Uma pequena flor.
Com um amarelo brilhante nas suas pétalas.
Sensíveis ao Sol.
Com os ventos uma flor gira.
Vendo o Sol e a sua grande beleza.
Deslumbrante no céu entre os ventos.
Com uma coroa flamejante que desabrocha sobre si.
Com uma velocidade iluminada por seus poderosos impulsos,a sua luz reflete os dias.
Sendo mais uma manhã.
Brilhante nas pétalas de uma flor.
Que gira sob a sua luz.
Uma pequena flor amarela e bonita.
Com o Sol acima das nuvens.
Nos campos azuis do céu nasce uma luz e agradáveis maravilhas.
Com pétalas de fogo o Sol se transforma com a própria luz.
Iluminando ao seu redor e mais distante.
Até que a sua luz chegue a uma flor amarelada mais uma vez.
Com pétalas contornadas pela sua alma estelar.
Uma pequena flor gira,como o Sol também faz.
Em cada manhã em jardins iluminados e até além,uma flor amarela gira como o Sol.
Semeando mais brilho nos ventos que voltam.
Como as manhãs que procuram as pétalas de uma flor amarela.
Assim como o Sol em cada manhã que ele traz.
Certo dia, um rapaz tímido e um tanto romântico se apaixonou por uma garota com alma de flor e asas de liberdade no seu coração.
Ele gosta de escrever versos e poesias, ela sabe a linguagem das rosas e orquídeas.
Aos poucos suas poesias chegou aos ouvidos dela, sempre levada pelas brisas das manhãs.
Encantada por belas palavras, ela as traduzia para as suas amigas, rosas e orquídeas, que por sua vez, sentindo o encanto das palavras, elas exalavam seus perfumes pelo ar.
Aos poucos, a garota que fala a lingua das flores, percebeu que a cada verso e poesia dele, fazia seu coração se apaixonar pelo o garoto tímido e um tanto romântico.
Ambos, apaixonados um pelo o outro sem que soubessem, agora compartilham de um mesmo sentimento.
Entra dia e sai noite, os seus desejos de estarei juntos aumenta cada vez mais, seus sentimentos tomam formas de sonhos, produzindo raros momentos de felicidades.
Até que em uma noite, envolvidos por essa paixão, esses dois amantes se encontraram em um sonho.
Que mágico foi esse encontro, juntos o casal desbravou o caminho das estrelas e com um beijo apaixonado se desabrochou o amor.
Por toda a noite, os amantes trocaram confissões e segredos em meio a carícias e carinhos, e como testemunha desse amor se fez a lua cheia.
De sedução à encantos, a noite foi passando e o sol aos poucos foi se despertando e o sonho se caminhava para o seu fim.
Entre as nuvens do amanhecer era possivel ver o garoto timido e um tanto romântico se despedindo da gorota com alma de flor e asas da liberdade em seu coração.
Ambos em seus quartos, abriram os seus olhos no mesmo tempo a procura do seu amor, mas nada encontraram além da solidão.
Apesar do sonho ter sido verdadeiro e real pra quem escreve essa estória, para o garoto, para a garota e para os que estão lendo, tudo não passou de um lindo sonho de amor.
Flor de Maracujá
Construi o meu castelo. Flutuante pelo ar
Não é grande mas é belo. O meu castelo a flutuar
Nos jardins do meu castelo. Só flor de maracujá
De beleza incomparável não me canso de regar
Todo castelo tem lendas. A do meu vou lhe contar
Não tem príncipe valente. Não tem a rainha má
E também não tem princesa dorminhoca para acordar
Mas vive no meu castelo um ser bizarro e bizonho
Escondido numa toca. O devorador de sonhos
Quem nunca ouviu falar. Desse bichinho malandro
Que só faz desanimar. Quem leva a vida sonhando
O devorador de sonhos. Está em todo lugar
Se fingindo de amigo. Querendo te derrubar
Esse bichinho bizonho adora atazanar
Dizendo que é impossivel seu sonho realizar
Mas dentro do meu castelo não deixo ele entrar
Escondido em sua toca ele vai ter que ficar
Pois no meu jardim cultivo a flor de maracujá
*“Uma flor no jardim chamado céu”*
És tu, delicada como o amanhecer que toca devagar as janelas da alma.
No infinito jardim chamado céu, florescer, entre estrelas silenciosas, como quem nasceu do próprio brilho da lua e aprendeu com o vento a amar.
Teu olhar tem perfume de primavera, teu sorriso acalma tempestades, e quando tua voz encontra a minha, o mundo inteiro parece caber
num simples instante de paz.
Se o céu cultiva as mais belas flores, foi porque sonhou contigo primeiro.
E eu, mero viajante do amor,
te admiro em silêncio,
como quem contempla
a mais rara flor no jardim eterno do universo.
Hoje, ao cuidar do jardim
Eu pensei assim:
de que me vale cuidar da flor
se não tenho um amor
pra quem eu a possa ofertar?
E logo em seguida
surgiu-me mais uma pergunta
De que me valeria amar alguém
Se não a tivesse junto a mim
E se junto a mim, o amor acabasse
Pode ser que o amor durasse
E o desenlasse não fosse feliz
De que me valeria fazer tanta coisa
Se o mais importante eu não fiz
E de que me valeria fazer o mais importante
Se de instante em instante
A vida passa
E se a vida não passasse
Qual seria a graça
De ficar pra sempre nessa dor
E qual é o motivo da pressa
Em morrer sem viver
Sem flor a chorar por mim?
E então, nessa hora eu pensei assim:
Acho melhor eu cuidar desse jardim
Edson Ricardo Paiva
Tulipa,flor delicada e sensível ,que por onde desabrocha,encanta,cativa e seduz.
Para cultivá-la é preciso tocar-lhe a alma,onde ninguém
esculpiu,desenhou,ou sequer tocou.
De rara beleza enfeitiça minha retina com seu esplendor
causando tamanho fascínio,que não cabe mais em mim.
O desejo como ruína da especulação.
O drama o fruto da alienação.
Sendo sensatez uma flor no deserto.
Flor da decepção.
Floresce no deserto do pensamento.
Semeiada pela discórdia...
Sensação do esquecimento.
Sendo seu fruto alienação intelectual,
Espalha a angústia existencial.
Semeadura do mau
Dizem bem querer mais sempre haverá caos embutido o subconsciente.
Clamei consome ate o veneno que te fez crescer.
Como político tanto promete e não cumpre suas raízes se enrrola nas entranhas da sociedade se alimenta da covardia e ri achando pode ter mais passo no fel da alma se esgueirando pelos cantos escuros.
Flores da devastação
Metamorfia de laços profundos na desconexão com a realidade.
Beija flor do nexos ao florismo da alma.
Vastidão do eufemismo transgrede a humanidade.
Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.
O homem é um pássaro numa gaiola,
Vista por sua mente como seu mundo,
E seu mundo pujante floresce em dias passados foram feitos pelo o ser navegante.
O ser insensato vive por viver para viver...
Titubeou no amanhecer e continua vive para um dia morrer.
Por Celso Roberto Nadilo
