Poemas de Filhos
Pátria amada idolatrada que não abandona seus filhos;
No verde de sua bandeira, a esperança de um povo heroico;
No amarelo do sol da liberdade, os raios que acalentam seus filhos;
No azul do céu, o futuro que espelha essa grandeza e o desejo de conseguirmos conquistá-lo com braços fortes, desafiando a própria morte;
No branco da pureza de um povo, que estará sempre acreditando na ordem e no progresso do amanhã;
Povo determinado e que não foge a luta quando chamado;
Terra dourada e amada, onde nossos bosques tem mais vida e beleza;
Que o seu amanhã a partir de agora seja de paz, glórias e muita justiça
Festa antes da hora!
Já pensou? O filho pródigo não arrependido, voltando para a casa do pai, sem cair em si, pensando em apresentar desculpas e fazendo racionalizações como fizeram Adão e Saul, diferente do que fez Pedro e Davi. O pai esperando na estrada por um filho realmente arrependido, mas algum fazendeiro da vizinhança, com dó mas sem discernimento, recebe o rapaz, aceita sua esperteza a moda Jacó antes do encontro no Jaboque, faz uma festa calorosa de boas vindas, mata um bezerro cevado, da ao pródigo uma aliança. Pensou bem? Estragou-se o rapaz, gerou-se um malandro ainda pior, e se perdeu a oportunidade de se fazer a festa tão esperada e de verdade aqui na Terra, mas sobretudo lá no céu, pois a Bíblia afirma que os anjos fazem festa quando um pecador se arrepende de verdade. Infelizmente existe a preocupação de se fazer a festa que o pai ainda não determinou para o seu filho realmente arrependido. Já vi isto acontecer em muitos lugares por onde passei. Tenhamos cuidado de não querermos libertar a lagarta do casulo, pois ao invés de ajuda-la teremos realmente promovido a mutilação do que a faria voar! Pensou?
Para minha doce filha:
Há um ano
você nascia
o sonho de uma vida...
Doce menina
serena,calma...
transformou nossa existência
nos deu o prazer da vida
de sorrir para o mundo
de acreditar que vale a pena viver
Simplesmente porque você existe!
300 Mil Vidas Perdidas
Não são apenas números
Pode ser seu amigo, sua mãe, seu pai, seu filho, sua avó ....
São pessoas
Seres humanos
Que amavam e eram amados
São famílias destruídas pela morte sorrateira, pela dor e pelo sofrimento!
É uma nação que sangra o sangue de seu próprio povo
Povo desprezado
Povo sofrido
Que precisa se recolher para sofrer calado, sem abraços ou despedidas....
Sem a chance de ser cuidado
Sem a chance de ser amparado
A Dor de perder seu Amor
A Dor da Morte
Uma dor tão doída
Que nossas lágrimas não são suficientes, para expressar a imensa dor que sentimos hoje ao perder tantas Vidas para um inimigo invisível, um Vírus e para o descaso daqueles que deveriam cuidar de seu próprio povo!
Hoje somos uma nação adoentada e sofrida!
Que Deus conforte nossos corações para que possamos seguir nessa jornada.
Que Deus receba em seus braços cada brasileiro e brasileira que perderam suas preciosas vidas para a Covid 19.
24 de março 2021
Vai meu filho !
Autor: Ricky Henry.
É de manhã....
O sol ñ vem....
Vamos caminha , no calçadão
O mar agitado, areia úmida ...
Mais pra ele é fato...
Aproveitar o mormaço...
Deixar ele brincar, correr descalço..
É pureza na natureza,
Lhe faz tão bem....
.
Refrão:
Vai... Meu filho pode correr...
Vai... Que o pai tá atrás de vc .....
Escreva na areia, assina seu nome.
Deixa o mar apagar...
Ele tá com inveja...
Da gente brincado... A beira do mar...
Ele fica agitado de ver amor havera .
.
Marejados meus olhos.
De ver alegria e liberdade..
Correr na areia se lambuza...
De calção sem camisa...
De braços aberto ele corre e grita...
Esse é o melhor dia da minha vida...
Fico feliz por ver um pedacinho de mim....
Feliz assim....
.
Vai... Meu filho pode correr...
Vai... Que o pai ta atrás de vc .....
Escreva na areia, assina seu nome.
Deixa o mar apagar...
Ele tá com inveja...
Da gente brincando...
A beira do mar.
Ele fica agitado de ver o amor havera.
O Filho como Instrumento de Amor Potencial de si Próprio
As peças como as de Samuel Barclay Beckett, que após essas coisas que o Hamlet vai propor, não há nada mais a dizer, já passou, como "Esperando Godot", como é possível você trabalhar com essas questões e não ficar aterrado. Eu já reclamei em público que eu me sinto "Antonio Salieri", eu sei que Mozart é genial, mas eu não sou genial, e não sou tão burro, é que eu acho que quando o autor é difícil, por exemplo "lavoura arcaica" e, eu acho genial e o livro é chato, sei que o autor é difícil porque sou limitado. Então, se eu fosse burro o suficiente para achar que a dificuldade do autor é problema dele, eu seria mais feliz, se eu fosse um gênio produziria igual, estou no meio, e chamo meu grau de inteligência de cruel, aquele que contempla a genialidade mas, não está na tranquilidade do pântano da estupidez, este é um grau cruel de inteligência.
Se fossemos práticos, não teríamos filhos. Afinal, nem o mundo precisa deles, e nem eles acabarão precisando de nós no futuro. É preciso ser ingênuo para ser feliz e talvez doses maiores de otimismo. Um filho é uma aposta na esperança e, a felicidade se define em geral por apostas em coisas não racionais, o filho nunca será um investimento que dará retorno e, como capital investido ele será um desastre.
Atoa Deuses de Atenas
Nos quadrinhos
Sobrinhos
Do capitão
Na polititica
Os filhos
Do capitão
Todos correndo
Atrás
Do pior
Do centrão
Toma lá
Da cá!
Não era
Pra mudá?
Meu filho Pedro.
Filho melhor que brinquei, que eu posso brincar, que amo sem dúvidas, que protejo sem pensar.
Mas como não cuidar se a mim foi confiado, pelo paí dos pais; que confiou em mim para educar, cuidar e proteger com toda garra do mundo. Filho meu e de meu pai.
Te amo
FILHO DO PARÁ
Ó Pará, há tempos que vim de lá.
Deixei a solidão conduzir-me o coração.
Como a estrela solitária, que exerce autonomia,
recordo-me que de ti herdei a cidadania.
É verdade! Eu sou de lá, da terra do norte quente,
e tenho apreço por minha gente
que em festa, muito contente,
vem hoje proclamar...
sou teu filho, sou guerreiro,
sou paraense, brasileiro.
Eu te amo, meu Pará!
Nosso Filho, Nosso Recomeço
Era turvo o caminho, repleto de dor,
Marcado por brigas, desengano e rancor.
Duas almas perdidas, tão perto e distantes,
Lutando na vida como dois navegantes.
Mas então ele veio, tão puro, tão luz,
Nos braços do tempo, nosso filho nos conduz.
Pequeno e frágil, mas tão poderoso,
Mudou nossa história com amor generoso.
Seu choro primeiro calou o silêncio,
Fez o frio sumir, trouxe alento imenso.
O olhar tão brilhante nos fez renascer,
Um elo sagrado, difícil de romper.
As brigas cessaram, o desengano morreu,
No espaço que antes era só o "eu".
Agora somos nós, uma nova canção,
Cantada por três, em perfeita união.
Nosso filho nos mostrou o valor do cuidar,
Do perdão, da entrega, do recomeçar.
E assim aprendemos o que é o amor,
Não só em palavras, mas em seu esplendor.
Ele mudou tudo, e eu agradeço ao destino,
Por fazer do caos um caminho divino.
Nosso filho é prova de que o amor é maior,
Quando nasce do olhar de um pequeno senhor.
Mãe
Teve o dom da criação
Concebido por Deus
Enchendo de ternura
Os filhos que são seus
Carregou em seu ventre
Por longos nove meses
O fruto de seu amor
Provado tantas vezes
És diferente de outas mulheres
És única, guerreira e carinhosa
Dia das mães é todo o dia
Que se espalha a sua alegria.
Filho do mundo
Sou filho do mundo e afirmo isto
Pois moro em uma cidade média
De pensamentos pequenos e não
Pertenço ao vão espaço de terra
Sou filho da Terra, mente aberta
Faço da pesquisa minha devoção
Tenho conterrâneos que se acham
E o que só busco é a informação.
O quão rápido o mundo pode girar?
Num dia eu tinha tudo, esposa, filhos, carro, casa, dinheiro, muito dinheiro
Mas de repente, ela quis me deixar, até hoje não me disse exatamente o motivo
Nosso quarto, agora é quarto de despejo
Mesmo que eu não aceite isso com facilidade
Todos os dias vejo nossa cama, os lençóis ainda estão dispostos da maneira que você os deixou quando partiu
Senhora, voltes, ainda há espaço na casa, tanto desde que me deixastes…
Hoje já não me restou nada, nem dinheiro, tu levaste os filhos, o carro, tenho no máximo uma casa. Não serei modesto, uma mansão
Uma mansão grande demais pra mim
Por isso, senhora, eu aceito sua presença
Quando quiser voltar, será bem vinda
Mesmo que em meu coração já não exista chão para pisares.
Mulheres de fibra!
Tenham orgulho das mulheres que são e faça seus filhos sentirem o mesmo! Amor, dedicação, compreensão e carinho farão eles admirarem vocês por serem, as mulheres fortes que são! Tiro meu chapéu para vocês!
As mães nunca jogam enfeites de Natal fora.
Nem que seus filhos cresçam, ou vão embora,
elas sempre guardam numa velha caixa e esperam que voltem.
E mesmo que digam que eles jamais voltarão, e alguns não voltam, elas nunca jogam os enfeites de Natal fora. E elas sempre estão certas!
Um gigante ora agoniza
O silêncio é sepulcral...
Seus filhos a tudo assistem
À espera do funeral.
A tragédia anunciada
Se publicou no jornal,
A cegueira coletiva
Decretou o ato final.
Os que enxergaram um dia
Bradaram num ritual,
Muitos até morreram
Lutando por esse ideal.
Mas o mal tem suas vitórias
E seu dia de festança,
O bem, por vezes perece,
Travestido de esperança.
Filha do norte
Sou o meu próprio Norte
Filha da Amazônia
E cria das lendas
que circundam a minha gente.
Cresci ouvindo muitas história
De Jurupari à Cobra Grande
Artifício dos antigos, talvez!
Freio para as crianças
Asas para imaginação.
Minha rede era a minha cama
Meu parque de diversão!
Nave que me levava
pra muito longe,
onde meus pés não tocavam o chão.
Sou viajante sem rumo
Que avistou um Belo Horizonte
E quis pousar.
Minha força vem da mãe natureza,
Das Amazonas,
Das caboclas ribeirinhas.
Nas minhas veias correm
sangue das guerreiras que,
como uma aranha em sua teia,
Prende o que a alimenta
e descarta o que lhe faz mal.
Filha do norte
Sou o meu próprio Norte!
Filha da Amazônia
e cria das lendas...
Cresci ouvindo muitas histórias:
De Jurupari à Cobra Grande
Artifício dos antigos, talvez...
Freio para as crianças
e asas para imaginação.
Minha rede, minha nave,
Meu parque de diversão!
Que sempre me levou para longe...
Onde os pés não tocam o chão.
Sou viajante sem rumo
Que avistou um Belo Horizonte
E quis pousar...
Minha força vem da entranha da mãe:
Natureza,
Amazonas,
Caboclas ribeirinhas...
Nas minhas veias corre o
sangue das guerreiras,
que como uma aranha em sua teia,
Não se cansa de trabalhar.
Talvez, vivendo o dia a dia...
Vencendo os obstáculos,
ou simplesmente tecendo sonhos.
Juruti velho
Vila de cantos e encantos,
De brincadeiras sem cessar...
Os teus filhos que estão longe,
Esperam janeiro chegar
Vila de gente simples,
Mas de rica sabedoria popular!
Ah, se todos soubessem,
Como é bom te amar
Terra da mandioca, da pajiroba,
e do famoso mucajá...
De nossa Senhora da Saúde,
Que está sempre a nos abençoar.
Tens praias de areia branquinha,
e águas límpidas feito cristal!
Que preenchem os igapós, igarapés...
És, o teu cartão postal
Tua mata é a nossa esperança!
Quero te ver brilhar...
Pois um dia, eu sei:
Que todos irão te saudar!
Teus filhos de ti, têm orgulho,
E sonham em te ver prosperar!
Pois um paraíso assim, na terra,
é difícil de encontrar!
