Poemas de Esperança
Chegou até aqui buscando respostas? A vida é cheia de sinais, busque aproveitar o deserto, não o rejeite, ele te trará a experiência e as respostas para todas as suas perguntas. Aproveite o processo.
É nas adversidades que descobrimos a força que nunca imaginávamos possuir. Principalmente, se antes tivermos colocado a nossa esperança em Deus.
A vida pode nos apresentar desafios e momentos de escuridão, mas é nesses momentos que nossa luz se torna ainda mais necessária. Ao enfrentar adversidades com resiliência e esperança, iluminamos o caminho não apenas para nós mesmos, mas também para aqueles ao nosso redor.
A vida é algo a ser saboreado, experienciado. O mundo está aí para nós trazer felicidade, prazer. Que os males sejam afugentados e tolerados, para que a plenitude tome conta.
E, em meio a toda aquela escuridão surgiu um pequeno ponto de luz. À medida que a minha fé aumentava maior e mais brilhante tornava-se, até que ficou do tamanho da minha fé. Esse pequeno ponto de luz chamava-se esperança e foi ela que salvou-me da tristeza que havia transformado todos os meus dias em noites.
O esforço para duvidar
é o mesmo para crer. Onde você escolhe colocar seu esforço é que faz a diferença.
Lançar o Brasil nas águas líricas do mar de Saratoga talvez seja a cura milagrosa para varrer os seus males corrosivos que destroem a esperança do povo brasileiro.
Nós e diversos outros países somos colônias sem percebermos; dando o fruto de nosso solo e o suor de nosso trabalho para desconhecidos em troca de quase nada.
Tudo porque alguns “enriquecem” para fazer o capital girar, tal como no cassino, essa ilusão de livre mercado nos faz entregar todo nosso tempo a aprender como ser escravo para depois passarmos o resto da vida o sendo.
Nem a Luz quer estar sozinha, ela se fraciona,
se divide em cores e no fim, vê que ela é aquilo que sempre foi.
Vivemos desesperados por um pouco mais de paz e culpamos o governo e a própria sociedade: que somos eu e você, que estamos a ler isto?
Confesso que, quando acordo com o temor do porvir, o que mais penso é em procurar um lugar mais seguro. Mas nem sempre insegurança interior se soluciona com segurança exterior.
Sobram-nos exigências, mas faltam-nos responsabilidades. Como seria bom se fôssemos patriotas o bastante a ponto de não entregarmos a nossa nação nas mãos de corruptos larápios.
Pleiteamos com afinco nossos direitos; – é direito, é humano! ... Mas perdemos o foco de nossas responsabilidades. Consequentemente precisamos de mais culpados. E onde estão os culpados?
Culpamos o governo; culpamos a grama alta do vizinho; culpamos o que passar à nossa frente quando injustificavelmente não temos a quem vitimar. Vitimamo-nos porque é mais fácil atribuirmos a culpa a algo ou alguém.
Acho linda a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Tem que ser lida por cada cidadão como a mais bela obra de arte literária escrita pelo dedo do próprio Criador. Mas incomodo-me furtivamente quando penso que exigimos tanto nossos direitos a ponto de deixarmos à espreita as nossas responsabilidades.
