Poemas de Enfermagem
A enfermagem forense pode ajudar no combate a "escravidão moderna" através de palestras educativas em escolas e universidades contribuindo também com a pesquisa científica na área de violências além de trabalhar na perícia judiciária e criminal.
Falar em humanização da saúde e da enfermagem não é algo redundante. Logo, é algo necessário, pois nem todo ser humano age de forma humana e empática.
A Enfermagem Forense é a ciência que interliga a saúde,a ética e a justiça no trabalho contra as mais variadas formas de violência.
A Neo/Pediatria Forense é uma subárea da Enfermagem Forense que trabalha com as violências cometidas contra recém-nascidos,crianças e adolescentes trabalhando também com crianças e adolescentes que tenham cometido algum tipo de violência e/ou que tenham transtorno de conduta que é conhecido popularmente como "psicopatia infantil",porém não é correto chamar crianças e adolescentes de "psicopatas" pelo fato deles não terem a personalidade formada por completo.
O desafio de uma boa escala no serviço de urgência e emergência é equilibrar a necessidade imediata e disponibilidade desse serviço, com a capacidade de resposta do profissional responsável pela execução dela. Nisso, existe uma linha tênue entre atender uma vítima, e gerar outra.
Acrescente amor a um olhar generoso, a um toque suave, a um curativo perfeito, a uma solução que alivia, tempere com ciência milenar e profunda, e teremos a enfermagem.
Quando trabalhamos com o que gostamos o sucesso é uma agradável consequência e não uma obsessão, pois o trabalho feito com dedicação te leva a lugares que a sorte jamais conseguiria te levar.
Publicado em 1929, "Adeus às armas" é o segundo romance do escritor norte-americano Ernest Hemingway. O livro tem como tema central a paixão de Frederic Henry – que se alista no exército italiano como motorista de ambulância – pela enfermeira Catherine Barkley. Neste romance autobiográfico, a história de amor tem um final feliz, ao contrário da vivida pelo autor. Os protagonistas acreditam que podem se isolar em seu amor, simplesmente afastando-se da guerra. Em 1918, ferido em combate, Ernest Hemingway é internado em um hospital, em Milão, onde conhece a enfermeira Agnes von Kurowsky, por quem se apaixona. Porém, ela não aceita casar-se com Hemingway, deixando-o profundamente desiludido. Narrado em primeira pessoa, Adeus às armas revela-se uma obra como poucas, aclamada pela crítica como o melhor livro de ficção produzido sobre a Primeira Guerra Mundial. Hemingway conduz a narrativa de forma dinâmica, ressaltando o teor dramático da trama e proporcionando ao leitor algumas das páginas mais românticas e comoventes da literatura ocidental.
Existem atendimentos na área da saúde que são tão ruins, que o fato de não tê-los é um benefício para nossa saúde.
Se me perguntarem o que vejo, vejo muito sucesso, esforço, dedicação, compromisso, entrega, cuidado diferenciado, respeito, amor, carinho e desejo de sempre proporcionar o melhor para cada "ser" (personalidade singular, vulgo paciente).
Realmente uma profissão belíssima, onde temos diariamente contado com as maiores angústias e misérias humanas, mas onde conquistamos uma ascensão inimaginável, incalculável e indescritível, esse crescimento se chama "CUIDAR". Isso transpõem culturas e crenças, pulsando nesses corações, onde os sorrisos refletem o sentimento e as vestimentas refletem o que se busca a alma.
A atividade de cuidar de um enfermo é uma das mais nobres que existe nos faz subir na escada ascética da abnegação. Ao cuidar de um enfermo nós renunciamos as nossas misérias humanas, como por exemplo, repugnância, indiferença às lágrimas alheias, ensimesmamento, ambições, vaidades, etc.
Se é para ser fã de alguém, prefiro ser fã dos soldados da Polícia Militar, dos bombeiros, de enfermeiros e médicos, os quais dedicam e arriscam diariamente suas preciosas vidas por nós.
Dentro da relação em saúde não há "paciente famoso" e "paciente anônimo". Há "pacientes", com direito ao sigilo em qualquer hipótese, da mais simples à mais complexa.
Chamamos de profissão aquilo que as pessoas fazem por dinheiro. Aquilo que as pessoas fazem, mesmo sem remuneração justa, eu chamo de caridade laboral.
Hoje, no seu plantão, lembre-se de que você tem a capacidade de levar conforto e esperança para quem precisa, e isso é um dom precioso. E em meio às suas próprias questões, dê a si mesma a mesma compaixão que oferece aos outros. Respire fundo, mantenha a calma, e confie que tudo se alinhará no tempo certo.
Há ciência naquilo que fazemos, sim, mas também há hábito, intuição e, às vezes, simples adivinhação. A lacuna entre o que sabemos e o que buscamos persiste. E essa lacuna complica tudo o que fazemos.
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