Poemas de Encontro
Não estou a diminuir quando no meu lugar já me encontro, sei quem sou além dos contos, isso é natural das leis entituladas dos retornos, dos amores em sonhos.
No aborrecimento com que me deixas ver-te, encontro a perfeição escondida de quem me disciplina, traçando e aguardando de mim sempre o melhor.
Nessa jornada interna, encontro meu eu, Desvendando segredos que o tempo esqueceu. Em um mar de sentimentos e visões, Navego, guiado por intuições.
Cléber Novais
Feliz é aquele que ajuda uma tristeza, acomodando o transporte, em paz, pro encontro da necessária leveza.
Naquele portal, onde nada se estendia, era nosso encontro, sem a precisa chave, no que vamos fazer em agoras, alegrias é mordomia meu amado avatar, que o sentimento sempre vem sem demora.
É somente quando me lanço por completo em oração, entregando cada parte do meu ser, que encontro a verdadeira paz e plenitude. Muitas vezes, o maior obstáculo está dentro de nós mesmos, mas ao nos rendermos a Deus, deixamos de lutar sozinhos. É nessa entrega que somos preenchidos por Sua força e amor, superando as batalhas internas e descobrindo uma tranquilidade que o mundo não pode oferecer.
Os corpos despertam na disciplina regrada de um encontro despercebido. Suaves na calma da sua santidade. Abençoados por uma mão que inocenta todas as atitudes pensadas ou não. O pecado não existe mais e não há mais também um tempo para despedida. Ficamos atônitos ao lembrar de que um beijo selou nosso destino e contou para o mundo quem realmente éramos. Trocamos olhares e esperamos pelo abraço matinal.
Palavras adiantam o nosso encontro que guarda ansioso o brinde da felicidade. Copos transbordando frutos proibidos. Seu corpo, sua libido. Pintaria o mundo de vermelho e saborearia o encontro prazeroso de nossos corpos por todo o tempo permitido. São desejos desejosos dos desejos que tenho. Desencontros entre a realidade de agora e a lembrança de ontem, antes de ontem, dias anteriores e tudo mais.
Em meu caminho, encontro buracos, pedras e montanhas. Nos buracos, encontro água e mato minha sede, as pedras uso para repousar durante a caminhada e é subindo as montanhas que consigo ver ao longe e corrigir minha rota.
No meu trajeto, deparo-me com buracos, pedras e montanhas. Nos buracos, encontro água para saciar a sede; as pedras servem de apoio para descansar durante a caminhada, e ao escalar as montanhas, consigo contemplar o horizonte e ajustar a minha rota
