Poemas de Deuses do Amor
Eu acredito que todo trabalho espiritual efetivo tem que levar seu olhar para dentro, te fazer entrar em contato com suas sombras e transmuta-lá.
O Mantra é: Eu ilumino minhas sombras com amor e compaixão.
Entre as hipérboles ...
Sempre achei que uma das figuras de linguagem mais fácil de ser ensinada fosse a hipérbole. Nós professores de Língua Portuguesa só precisamos ensinar que hipérbole é dar intensidade ... aumentar o que de fato é realmente...
Pois é ...
Me enganei...
Quando proferimos uma frase, seja ela em um contexto literário ou não, sai de nossa boca carregando consigo td o contexto em que foi pronunciada.
"ESTOU MORRENDO DE FOME"
Sim, morremos...
" O calor está de matar"
Dependendo da intensidade e falta de hidratação ele mata mesmo ...
Mas, a minha frase de hoje. .. a que me levou a refletir sobre as aulas é "MORRER DE TRISTEZA"...
Morremos!
A cada nova lembrança de um cheiro. .. de um toque... do sabor de um tempero... ao ouvir uma música. ..
A tristeza nos mata por alguns instantes no presente e nos leva a lugares em que estivemos. .. nos faz saborear com prazer ilícito a saudade. .. e por instantes morremos para viver um outro tempo. .. uma outra experiência. ..
MORREMOS PARA VIVER NOVAMENTE! !!
Só é preciso tomar cuidado para não entrar em coma estando vivo entre os dois universos, vivendo tanto fora do presente que não consigo notar o futuro.
Dizem que um dia para de doer...
Dizem. ..
E então talvez depois que voltemos nossa mente ao corpo. ..
A consigamos dizer outra frase carregada de hipérboles. ..
"MORRI DE TANTA FELICIDADE"
E sejamos nós a dizer aos nossos amigos. ..
UM DIA PASSA...
Por agora só estou morrendo. ..
Convivência
André Luiz
A vida vem de Deus, a convivência vem de nós.
Aqueles companheiros que nos partilham a experiência do cotidiano são os melhores que a Divina Sabedoria nos concede, a favor de nós mesmos.
Se você encontra uma pessoa difícil em sua intimidade, essa é a criatura exata que as leis da reencarnação lhe trazem ao trabalho de burilamento próprio.
As pessoas que nos compreendem são bênçãos que nos alimentam o ânimo de trabalhar; entretanto, aquelas outras que ainda não nos entendem são testes que a vida igualmente nos oferece, a fim de que aprendamos a compreender.
Recordemos: nos campos da convivência é preciso saber suportar os outros para que sejamos suportados.
Se alguém surge como sendo um enigma em seu caminho, isso quer dizer que você é igualmente um enigma para esse alguém.
Nunca diga que a amizade não existe; qual nos acontece, cada amigo nosso tem as suas limitações e se algo conseguimos fazer em auxílio do próximo, nem sempre logramos fazer o máximo, de vez que somente Deus consegue tudo em todos.
Se você realmente ama aqueles que lhe compartilham a estrada, ajude-os a ser livres para encontrarem a si mesmos, tal qual deseja você a independência própria para ser você, em qualquer lugar.
Quem valoriza a estima alheia, procura igualmente estimar.
Se você acredita que franqueza rude pode ajudar alguém, observe o que ocorre com a planta que você atire água fervente.
Abençoemos se quisermos ser abençoados.
Do cap. 16 do livro Respostas da Vida, de André Luiz, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
INVOQUE PROTEÇÃO!
Arcanjo Miguel, Senhor da Espada de Luz:
Com a Tua Espada, corta todo mal,
em mim e ao meu redor.
O mal não tem poder algum.
Porque Tu o venceste desde a primeira hora.
Arcanjo Miguel, sê o meu Guia, sempre.
Em Ti confio, pois defendes as causas justas.
Sei que estarás a meu lado sempre.
Nada temerei, pois oh Mestre, em Ti eu confio.
Arcanjo Miguel, eis aqui a Tua Espada.
Afasta de mim os feitiços e a má sorte.
Que os meus inimigos tenham olhos e não me vejam, tenham boca e não falem, ouvidos e não me ouçam.
E eu, coberto com o Teu Manto, passo seguro e sem medo algum, pois não estarei só.
Assim se faça, está feito e selado.
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Invoque a Espada de Miguel: http://goo.gl/YuJegq
A bailar...
E assim baila minha alma cigana...
Com os ventos que sopram do mar, com a firmeza dos pés que pisam na terra , na rocha .
Assim segue minha alma...
Com os encantos das labaredas que dançam ritmadas nas fogueiras e a magia das sete cores que despontam no céu após as tempestades de verão!
Sigo sempre avante, voltando se preciso for, mas nunca desistindo de seguir.
É de poeira da estrada que escrevo minha estória.
É de flores que vou cobrindo cada caminho...
É da essência das rosas que retiro o mais alegre de mim, o melhor e mais bonito.
O ENGENHEIRO E O GARI
Era uma linda manhã de feriado no Rio de Janeiro, o sol estava lindo. Duas pessoas, duas vidas, dois mundos tão distantes se cruzam no mesmo caminho.
Um engenheiro Eduardo Marinho de Albuquerque, morador da área nobre da cidade, o outro um gari comunitário Ronaldo Severino da Silva, da comunidade da Rocinha.
Mas, agora nada importa. Origem, cor da pele, classe social, dinheiro guardado, onde mora... pra onde eles vão nada disso é importante, pois naquela ciclovia a morte os encontrará.
Ela chegará bela e ao mesmo tempo assustadora. Virá em forma de uma gigantesca onda, com a missão de acabar pra sempre com todas as diferenças, que até então existiam, entre o engenheiro e o gari.
Quando ela chega é assim, não importa quem você seja, o que tenha ou o quanto a vida te festejou ou te humilhou, ela mostrará para o engenheiro e o para o gari, que no final somos todos iguais - humanos, frágeis, à mercê das ondas da vida.
Tomara que o engenheiro e o gari tenham encontrado Jesus nas ciclovias da vida, pois assim eles saberão, que não correram em vão.
SOB O OLHAR DO GATO PRETO
A tarde se despeja, fastiosa sob um céu turvo...
Sinto a presença do gato preto. Não o vi ainda, mas
trás presságios de má sorte. Sei. Me encurvo...
... Ante os olhos da morte. fria , risonha e aldaz!
E quando a lua imensa toma o céu de loucuras
Ele passeia pelo assoalho de mármore branco
É o antever de todo o despejar do mar de agruras
Fecho os olhos. Luar de sangue, dor e pranto.
E o que me trás, gato preto? À que então, veio?
Vieste de ceifar as almas do mar do norte. Sim!
Vais embora logo. Não o quero ver. Bicho feio!
Mas até quando fugirei da presença do maldito!?
Abro meus olhos. Ei-lo: Quieto, negro e tenebroso.
Apaga-se então, a última estrela do infinito.
E mais um inverno mostra os seus sinais!
Num domingo de sol, aqui, bem ao sul do equador,
pessoas afortunadas e devidamente protegidas,
desfilam seus casacos, botas e boinas rumo à missa da manhã.
Certamente o percebem como a estação romântica;
própria para o aconchego, para o amor e para a boa mesa.
Tudo muito lindo! Mas há os que sofrem nas calçadas, tendo como único agasalho o cobertor "corta febre" que em nada aplaca o vento cortante da noite e que não minimiza o risco de não acordarem pela manhã. Há os que anseiam pelo calor do fogo, por um chocolate quente ou por qualquer coisa que venha amenizar o frio que lhes enrijece o corpo e a alma.
É preciso um olhar mais sensível ao que sofre;
é preciso que nos solidarizemos,
que abramos nossos armários
e tiremos de lá os tantos agasalhos
que tomam espaço e que não nos farão a menor falta,
para deixarmos, sem alardes, ao lado de quem precisa.
Bastará um gesto discreto, ninguém precisará perceber,
pois já basta ao que sofre, o fato de depender do auxílio de outrem.
Cika Parolin
Manú
Tão linda com o seu jeito
Elegante e charmosa
Um olhar muito atraente
E uma voz tão carinhosa
Ela é maravilhosa
Carismática de montão
Tem um jeito muito doce
E um grande coração
Menina bela e saciável
E um corpo sedutor
Um arraso de mulher
E um coração cheio de amor
Conheci várias mulheres
Mas nenhuma é que nem tu
Eu só preciso de um beijo
pra conquistar você, MANÚ.
Não deixei de amar
Apenas me cansei
Cansei de lhe procurar
Pra pedir sua atençao
Cansei de ser esnobado
Cansei da solidão
Cansei de correr atras
Implorando seu carinho
Cansei de ser um nada
Cansei de amar sozinho
Cansei de ser palhaço
E de ouvir sempre um não
Cansei de dar amor
E receber ingratidão
Eu nao cansei de te amar
So cansei de te pedir
Que você me valorizasse
E não deixasse eu partir.
nesse momento
você pode não querer
sentir minha presença
ao seu lado...
mas quando eu partir
pode ter certeza
que vou te fazer muita falta.
Em Busca De Certezas
O simples nem sempre é simples... Certezas?... Certeza de
nada, pois, o difícil, muitas vezes, é fácil, o feio, às vezes, é lindo!
O belo, muitas vezes, é horrível, medonho! Mas vamos em
busca da certeza de que existe o verdadeiro amor...
Em gaiolas aprisionadas, não está o amor... Em florestas,
quem sabe? Elas podem até ser prisões do amor, pois,
verdades nascem para serem ditas, apesar de que nem sempre
são benvindas.
Os ouvidos se acostumam às mentiras, que dizem que
não há amor, pois, elas inflam o ego e são o que não desejamos
ouvir... Não queremos ouvir que o amor está logo ali, ao
alcance de nossas mãos e precisamos alcançá-lo...
Podemos ter a certeza, tal qual o ar que respiramos,
que o amor existe, é só buscá-lo... Em gaiolas, ele não está
aprisionado...
Certezas podemos ter, sabemos o que pensamos, claro
que hoje pode ser diferente do amanhã, mas, o amor está hoje
aqui, como podemos encontrá-lo, também, lá, mais à frente,
quem sabe?
Assim como o céu, estando azul agora, poderá se transformar
em tempestade no próximo segundo, assim o amor
poderá aparecer e poderemos vivenciá-lo. Tudo é instável e
incerto, mas o amor não!
Podemos ter a certeza de que, mesmo que as estrelas
não apareçam à noite, o amor aparecerá, com um sorriso, que
jamais poderá ser mau... E uma lágrima de ódio ou inveja não
surgirão, pois o verdadeiro amor não pode sufocar um abraço
e, muito menos, impedir que um olhar seja carícia...
Nem tudo é o que parece, mas, tudo o que não aparece, é certeza de que o amor está vivo! Ou isso não é uma certeza?
Marilina Baccarat no livro "Andanças Pela Vida"
DEDICAÇÃO
Entregue-se,
de corpo,
de alma.
DEDIQUE-SE!
Não se tem
grandes conquistas
com pequenos empenhos.
O andarilho
Vaga a esmo, mesmo sem ter onde e por que restam lhe as pernas e a consciencia para seguir
Somos todos andarilhos a vagar num imenso deserto cheio de pessoas.
Seguimos a esmo. Mesmo cercado por pessoas, estamos sós e nao vemos ninguem.
Para entao no final chegarmos à conclusao de que tudo aquilo o que mesmo importa é transitorio e fatalmente acaba.
Como lagrimas em um deserto. Como lagrimas na chuva
Ao Mar
Eu me lanço ao mar
Um mar de incertezas
Um mar de desafios
Um mar turbulento
O mar mais violento que ja conheci
E ele me leva pro desconhecido
Para terras assustadoras
Terras de problemas sem solução
Terras de tempestades eternas
E eu gosto
Se vá
Quando nós nos olhamos pela primeira vez
Ela disse que eu a olhava como ninguém jamais fez
E é verdade
Ela era diferente
E ela dizia
"Você é linda e nunca vou deixar você ir embora"
Ela viu uma beleza que eu não enchergava em mim mesma
E eu não quis me ir
E quando acabou
Ela me ignorou
Me abandonou
Fugiu de tudo o que tinhamos
Ela disse que não me deixaria ir embora
Mas ela mesma foi
