Poemas de Cores
Na diversidade das cores do arco-íris, encontramos a beleza da singularidade de cada alma, onde o amor e a aceitação transcendem as fronteiras da orientação e identidade, unindo-nos na essência da humanidade.
Cada vez que olho atentamente para os tons que a vida me dá, mais força para procurar novas cores eu tenho.
Retribuições têm sabor e agradecimentos têm suas cores. E assim, o simples vai ganhando espaço e mais vivacidade.
As cores mais lindas e a essência da vida estão nos menores gestos e nas profundezas invisíveis, quase imperceptíveis aos nossos olhos no cotidiano.
Somos artistas silenciosos. Registramos a história da vida. Clicamos as cores do mundo (e a alma, em preto em branco). Somos Fotógrafos. Artistas da luz.
As experiências que batem à porta da nossa vida com todas as cores, as geometrias, os sons, as formas e de tudo que é criado em infinitas possibilidades é a própria realização e cocriação divina. Você é a própria cocriação indo abrir a porta e sentindo-se parte daquilo que está na porta. Isto é conexão divina — sem julgamentos, sem preconceitos.
A mulher é a arte e beleza cor de rosa que se reflete nas cores puras do arco-íris, mesmo sendo zungueira, empresária, jurista, economista ou até estudante, é a expressão mais eloquente e importante de uma SOCIEDADE.
Já vai o tempo decorando o céu com as suas cores reluzentes sobre o espetacular cair do sol e, numa alegria inexplicável, dou a minha alma ao vento para me deixar embalar numa paixão sem igual.
A vida é um arco-íris, cujas cores significam os vaários momentos que passamos pelo mundo e, as pessoas que cruzam a nossa caminhada, são rios por onde repousamos em um determinado momento da nossa marcha.
“As gatas tricolores, foram abençoadas com uma beleza ímpar, porém todos os gatos de todas as cores são belos e caminham pela Terra silenciosamente, com leveza, beleza, delicadeza e um certo mistério.”
Que a complexidade da simplicidade desmascare o vazio das cores que a arte contemporânea insiste em exaltar.
A terra é uma grande tela onde Deus derrama todas as cores de sua existência, e o céu a galeria, onde Ele emoldura todas as suas obras com o requinte de sua essência.
”A organização externa frequentemente reflete o caos interno. Mudar móveis, cores, objetos e disposições é símbolo de um desejo mais profundo: reconfigurar a si mesmo. A ação rompe a estagnação, o movimento desobstrui a existência. E por mais que a fachada iluda, o que importa é o espaço que se habita por dentro. Esta reflexão, embora fale de uma casa, fala de quem a habita.”
”A casa, como arquétipo, representa o Eu. Limpar, reformar, descartar ou reacender cores internas não são apenas gestos domésticos, mas simbólicos: aludem à jornada de individuação. A alma, muitas vezes escondida sob a desordem, pede renovação. A fachada, tal como a persona, pode enganar; mas a sombra se revela nas tramas do interior. E por isso, esta conversa não trata de imóveis, mas da psique.”
Dádiva inegável quando é possível se unir a um cenário incrível de cores fascinantes e por alguns instantes passar a fazer parte de um lindo quadro a céu aberto, uma esplêndida obra de arte, uma forma muito agradável de se aproveitar o tempo e ter o espírito renovado.
Sob um vasto céu carregado de nuvens com vislumbres de cores quentes, discretamente, expostas e a sua volta, algumas partes verdejantes, um sorriso emocionante floresce, a natureza vívida que prevalece em meio à estaticidade urbana, assim, visão que enriquece por sua relevância tamanha que nem um belo dia que amanhece e a esperança que simplesmente o acompanha.
