Poemas sobre chuva para transformar dias cinzentos em versos

BENÇÃOS DO SENHOR
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⁠Se você é daqueles
Que se abala com a dor
Dos que sofrem por aí
Sem cama, sem cobertor.
Passando fome ao relento
Pegando sol, chuva e vento,
Tem as bênçãos do Senhor!

Inserida por AirtonSoares1952

QUEM ME CONTOU?
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⁠Tamborilando nas folhas
Hoje, ela veio de mansinho
Sem raio e sem trovão
Passo a passo miudinho,
Mas cumpriu bem o seu papel
Houve até lua de mel
Quem me contou? Um passarinho!

Inserida por AirtonSoares1952

"Fluente"⁠

Dia infinito. Rolé infinito.
Andando de bike o dia todo.
Bebendo cerva.
Fazendo os dois ao mermo tempo também.
Tô cansadão.
Mas benzão.
Peguei chuva voltando agora.
Chegando em casa meu corpo desaba.
Deságua...

Inserida por danmelga

⁠⁠Dia cinza e nostálgico, as coisas parecem acontecer silenciosamente, os passáros cantam timidamente, na mente vagas lembranças, no peito saudades.
Saudade do que já vivi e do que ainda irei viver.
La fora a chuva passou, aqui dentro um fino chuvisco permanece.

Inserida por ivetteAmorin

⁠O poeta é que sabe!

Ele é dono do que num poema cabe:
Belicosas metáforas ou não, ou então
Atalhos, fina ortografia ou alto calão!
O poeta é dono! O poeta é que sabe!

Enquanto um poeta tem de a sentir,
Um tolo tem de a perceber e explicar!
Poesia é como o rio, a chuva e o mar,
Há que molhar pés para depois sorrir!

Tanta tola criatura que uma razão dá
À poesia que lê, e diz que ela requer
Um preceito, que por vezes não há!

Enquanto versos o poeta compuser,
Ilustre e tola gente nunca entenderá
Que poesia, é o que o poeta quiser!

Inserida por luismateus

Quem pode ver o vento quando ele chega?

Pode-se sentir e ouvir seu canto em forma de assopro igual a música tocada em uma flauta
Ver sua irreverência quando ele brinca com as folhas das árvores fazendo as voar ou em qualquer lugar realizando uma coreografia de dança com um papel a voar
Chega de repente para colocar em desalinho os cabelos de quem estiver em seu raio de ação
Ele parece sempre querer nos chamar a atenção não apenas da chuva que sempre anuncia
Mas também para algo que ainda não temos a capacidade de entender...
Mais quando se está em um barco a vela em alto-mar
Sentimos sua imponência conduzindo o veleiro com segurança para um porto seguro.

Inserida por isaiasribeiro

As adversidades o caos e o renascimento

As adversidades são como as nuvens escuras que anuncia a tempestade que mesmo com raios, trovões e ventos, são necessários no equilíbrio da natureza e amenizam as tormentas da vida através dos benefícios das chuvas que caem com fluidos salutares que descarregam as pesadas cargas da atmosfera. Após a tempestade o Sol volta a brilhar e a vida renasce na terra, nos rios, nos mares e, tudo volta à normalidade. Assim também é a vida de cada ser humano, que como os astros surgiu do caos.

Inserida por isaiasribeiro

O Ciclo das águas

Nascendo como simples riacho na neve
Este Rio desce silenciosamente
Em suas águas há um encanto
De uma beleza natural harmônica e única
Estar diante dele é sublime
Os pensamentos entram em conexão com a natureza
Através de um magnetismo que inspira esperança e fé
Em sua trajetória percorre vasta planície
Até chegar ao encontro das águas
Onde duas forças naturais lado a lado
Se transformam no maior Rio do planeta
Seguindo em frente de forma esplendorosa
Até derramar-se no Mar
Quando o Sol aquece os oceanos
Suas águas se evaporam
As correntes de ventos espalham este vapor que se transforma em nuvens
Que se condensa em gotas de água que cai em forma de chuva, gelo ou neve.

Inserida por isaiasribeiro

Segure minhas mãos
Por favor não me deixe cair
Não quero cair
Não de novo
É quieto e barulhento
Calmo e conturbado
Chuva que cai suave no rosto
Mas desce correndo em ladeira
Destruindo tudo no caminho
Traíra, apunhala pelas costas
Depois limpa a ferida que a mesma causou
Vazio e cheio
Ninguém sabe o inferno que é
Aqui dentro.

Inserida por gabrielle_moreira

⁠"Chovia, chovia, chovia, como nunca antes chovera, chovia.
O céu, com sua face escura, fitava-me os olhos e rugia.
Os raios que rasgavam o céu, era como sua ida, que rasgara a minha alegria.
Cada relâmpago que eu vejo, me traz um lampejo do meu eu, embebido no seu beijo, ébrio de suas carícias.
Chovia, e aquela chuva me causava arrepios, e como a sua, deixava-me a pele fria.
Nem um raio de luz, o Sol, inspirado em ti, do meu eu se escondia.
A mim, não sorria.
As lágrimas do céu, por minha face, escorriam.
Ou eram as águas minhas?
De fato, eu não sabia.
Mas chovia.
E aquela enxurrada, que tudo arrastava, não levou você da minha vida.
Enquanto o céu, as nuvens, quiçá o próprio Deus, choravam a sua ida.
Eu, em um todo de prantos, de ti se despedia.
Um clarão no céu se abrira.
O Sol, ao meu eu, sorria.
Mas quem me lera, quem me ouvira, sabia.
Que em meu âmago, chovia, chovia, chovia, como nunca antes chovera, chovia..."

Inserida por wikney

⁠"Era mais uma daquelas chuvas de verão.
Eu sabia que viria.
Eu sabia que a veria.
Eu sabia que ainda residia em meu coração.
Eu sabia que tinha sua indiferença, mas precisava era do seu perdão.
Eu sabia, que não sabia nada e quem nada sou eu, no seu mar de paixão.
Afoguei-me nas águas das lembranças e não existem palavras capazes de dar a esse sentimento, uma vazão.
Por vezes, a distância que nos separou, levou pra longe minha felicidade, sem porquê, sem razão.
Como uma enxurrada de amarguras, descontentamentos, solidão.
Hoje, o céu em um completo de trevas, me aterroriza com sua escuridão.
Me traz o medo em cada relampejar, em cada trovão.
Mas o meu maior temor é o porvir ser mais uma daquelas suas chuvas, de verão..."

Inserida por wikney

"Eu me perdia nos seus olhos e na tentação do seu corpo.
Me queimava, cada beijo, e eu desejava outro.
Cada toque da sua boca, me deixava louco.
A sua voz serena acalmava todo pensamento tempestuoso.
Uma mistura de sentimentos, tudo novo.
A chuva leve, era a música de um amor fervoroso.
Quanto mais, à ti, me prendia, mais eu me sentia solto.
O nosso jogo é perigoso.
Mas o cheiro e o negro dos cabelos, me faz querer o perigo o tempo todo.
No escuro do meu quarto, quero adorar-te de novo.
Sua companhia se tornou meu berço, meu vício, meu conforto..."

Inserida por wikney

⁠"Hoje, vai chover, eu sei; pois o vento, me lembrou seu cheiro.
Hoje, vai chover, eu sei; pois o gelado do vento, arrepiou-me a pele e me fez lembrar seu beijo.
Hoje, vai chover, eu sei; pois roguei aos céus que chovesse, para mascarar as águas do meu rosto.
Hoje, vai chover, eu sei; pois mesmo quando as lágrimas do céu, não recaem sobre mim, em sua ausência, será tempestade em meu eu, nada de novo.
Hoje, vai chover, eu sei; pois o rugir do trovão, não foi capaz de tirar da minha mente, o seu choro.
Erro, erro, erro sim, de amarguras, meu peito roto.
Avido, escritor, vívido, parvo, o tolo.
Penso em ti, o relâmpago acende o escuro do meu quarto e em um súbito luzir, vejo seu rosto.
O brilho do castanho dos olhos, me paralisa o corpo.
Sinto que estou morto.
Novamente, perdi jogando o seu jogo.
Odeio a chuva, por fazer-me lembrar de quem, destruira o meu todo.
Eu já sabia, hoje choveu; para o meu desalento, amanhã, eu sei; vai chover, de novo..."

Inserida por wikney

⁠"Quando o amor não mata, a lembrança do amar, o faz.
É a lembrança do nosso quase amor, que me faz querer-te, cada dia mais.
Eu já tentei de tudo, mas mesmo o tudo, parece ineficaz.
Cada gota de chuva, cada brisa do vento, até mesmo das folhas, cada farfalhar, me trazem as memórias de dias atrás.
Sou criminoso por tentar matar esse amor, mas o sou ainda mais, por te amar demais.
Cada pouco desse amor, que morre em mim, um pouco do meu eu, com ele jaz.
Infelizmente ele é capaz de renascer, o que o meu é incapaz.
Meu coração tornou-se um campo de batalha, agora só existe guerra, onde eu mataria pra existir paz.
São as recordações, que incendeiam a alma e o peito deste jovem rapaz.
Morrendo a cada dia, eu percebi que; Quando o amor não mata, a ausência do amar, o faz..."

Inserida por wikney

⁠O cheiro da noite só me causa dor.
Me lembra teu perfume, relembro o seu ardor.
Era intensidade de alma, intensidade de corpo, intensidade de amor.
Eu sei o que sou.
Posso ser louco, demônio, sua divindade, herege, pecador.
Olho o céu, quando chuva, sou gris; quando Sol, sem cor.
O peito, que um dia fora só paixão, hoje parece-me, ser só rancor.
Lembro-me que cada toque, cada beijo, trazia à sua face, aquele belo rubor.
Ébrio de paixão, o meu ser era só furor.
És a mais bela das flores, mulher, hoje eu invejo cada beija-flor.
Fui escravo de um coração, o qual acreditei ser o senhor.
Nem do império, que fantasio contigo, posso ser o imperador.
Só me restaram as vazias palavras, acabou-se meu pundonor.
Das minhas falácias, eu mesmo sou o trovador.
Vislumbro o horizonte e vejo o Sol se pôr.
Ali eu sei que vai se iniciar o meu torpor.
Pois quando a noite vem, o cheiro dela só me causa dor…

Inserida por wikney

⁠"Adorei as aguas do céu, naquela tarde fria, de quinta feira.
Você, um tanto azarada, parece-me, não contava com a chuva e esquecera o guarda-chuva, em casa.
Eu também, azarado, não contava com a súbita torrente, que nos abraçava.
Sorte a minha, agradeço, novamente, pelas aguas.
Lembro de ti, enxarcada.
O cheiro do cabelo, exalava.
Cada cacho, se realçava.
Sua tez, pelo vento frio, arrepiada.
Tão próxima de mim, mas tão distante, pareceu-me um conto de fadas.
O castanho escuro dos olhos, me lembravam uma fera; outras vezes, uma criança, amedrontada.
E eu nem sei o nome da desgraçada.
Mas me recordo dos cachos, do cheiro e da gratidão, às do céu, as aguas..."

Inserida por wikney

Chove lá fora gotinha e gotão,
aqui dentro pena e algodão,
sair não podemos,
guerra de travesseiro é o que fazemos.

Inserida por MirnaRosa

⁠Quando eu era bem pequena
Achava que a lua era brinquedo
Que o sol aparecia para eu levantar
Que as estrelas eram donas do céu,
Mas o que eu gostava muito
Era de na chuva brincar.

Inserida por MirnaRosa

Todo dia é dia, e estão valendo.Todos eles...
Você aprende,trabalha, ama, perde e ganha.Nos dias frios, nos ensolarados,nos chuvosos nos felizes,nos enfadonhos.
Você passamomentos especiais na chuvae momentos tristes vendo o sol
brilhar. Todo dia acontece.Com ou sem sol brilhando comou sem chuva caindo. Tudo o queimporta é viver.

Inserida por MirnaRosa

⁠⁠O que adianta fazer todo o bem, com zelo, carinho e amor, e no final por um bocado e trocadilho...

...a ignorância vim a tona, sobre o amado ou amada, ou pessoa querida...

É na verdade o mesmo que fazer a casa de alvenaria, e não colocar o teto...
e mesmo assim querer passar a noite chuvosa em paz e tranquilidade.

Inserida por Luizdavi