Poemas de Autores Portugueses

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⁠2 mortes

Todos os portugueses ouviram dizer, que morreram num acidente de viação 2 excelentes jogadores portugueses! É o caso de perguntar o por quê de tão rigorosa morte? Afinal dois jogadores com prestígio profissional; 2 pessoas de verdadeiro carácter; 2 pessoas de lindas famílias! Não cabe a nenhum de nós julgar o por quê? Apenas colocar o assunto diante de Deus.

Seja qual for o motivo; apenas lembrar que a morte não escolhe nem idade, nem classe social. Cabe a cada um de nós estarmos preparados para qualquer que for o momento da chamada. E não esquecer, que pode ser qualquer um a qualquer hora! Esta é a grande verdade! Aos familiares os meus sentidos pêsames!

Inserida por Helder-DUARTE

Não é preciso estar sempre perto pra te sentir, sua falta me faz lembrar ainda mais de você, dos seus beijos, seus abraços, sua pele, seus suspiros! Não é preciso estar sempre junto, pra notar sua presença, suas palavras seus cabelos e seu sorriso. Não é preciso estar do seu lado pra dizer que te amo intensamente, incondicionalmente, loucamente, friamente e calorosamente. Somente com a distância podemos pensar em nós dois, aperfeiçoarmos o nosso amor e se desejar ser feliz, e fazer feliz, ficar feliz juntos!

S2 Caroline S. Franco

Colonizado por exploradores, explorado por todas cores e governado por traidores.

Portuguesa

– Manuel, quando é "agora"?

– Ora, pois pois;
depois do antes ou antes do depois!

Olinda, Igreja da Sé,
De São Salvador do Mundo,
templo de amor profundo,
um lugar de muita fé.
Holandês com sua má-fé,
no tempo da invasão,
deixou a matriz no chão.
Mas o que foi destruído,
após muitos anos idos,
pode ter reconstrução.

Inserida por RomuloBourbon

⁠Ser
A distância alimenta o poder e imensidão da ausência que por sua vez faz de nós um Povo diferente. Um Povo único na sua forma de Pensar, Sentir e Agir.
Por isso somos Portugueses, por isso somos Saudade.

Inserida por Ricardoheavenwood

Sei que sou teimosa, obstinada e obsessiva, mas grandes autores também o são. E assassinos em série.

Wandinha (série)
1ª temporada, episódio 2.

Não são somente os políticos que acham que o povo é idiota, os autores de novelas...também.

Se você rouba idéias de um autor, é plágio. Se você rouba de muitos autores, é pesquisa.

A solução de problemas dentro de um ambiente familiar só existe quando seus autores adotarem a iniciativa de unir seus esforços em prol da mesma felicidade.

A medida que adentramos o universo da leitura, descortinando autores e temas, os mais variados, percebemos que vamos nos familiarizando cada vez mais com a palavra e ganhamos o mundo.

As ideias são propriedade comum de toda a gente; só os autores de vaudevilles reclamam contra o plágio.

Os autores não conseguem escrever tão rápido como os governos fazem guerras. Escrever requer trabalho de pensar.

Somos autores da nossa própria história, mas quem entrega sua vida a Deus sabe que cada capítulo será conduzido por Seu Infinito Amor e sustentado por Sua Eterna Graça.

A vida é uma obra de arte em constante desenvolvimento, os co-autores somos nós, cada um com sua própria atuação⁠.

⁠Práticas sustentáveis, não são para poucos e sim para todos. Sendo assim, somos todos co-autores de um mundo melhor.

"Eu amo ler livros novos...
Autores desconhecidos...

Mas, seus olhos...
Seu sorriso sereno.
Tão simples...
E minha leitura preferida!

Todos os dias
Eu te leio
E você nem rabisca."

Título: Menina sem igual.

Autores: Daniel Muzitano e Ricardo Teixeira.

No teu quarto navego a bruma de teus seios tão quentes,
nunca vi nada assim, assim, tão eloquente.
Teu corpo, teu gosto, teu cheiro,
são assim, para mim tão diferentes.

Menina de olhos castanhos, castanhos presentes,
em meus sonhos abarco teu beijo, poesias ardentes.
Teu choro, teus olhos, tuas lágrimas,
me fazem assim, um presente sem fim.

Refrão

Menina sem igual,
teu papel é minha escrita.
Teu cabelo reluz,
as cores mais lindas.

(2X)

Tantos autores reconhecidos e famosos eram idolatrados por criarem histórias fictícias, onde o eu lírico narrava a vida como uma trama leve ao seu desenrolar, mas isso... não o atraía.
Fora a realidade, o vazio, a tristeza e a natureza errante de Bukowski que prendera a atenção.
Em uma das curtas narrativas ele se reconheceu. Não que aquilo lhe fosse surpreendente, o autor, que transpassava seus tropeços em poesias melancólicas sempre o tocava. Mas, dessa vez, foi diferente!
Era uma ideia corrompida de uma breve história que pregava um romance banal, uma literatura de estética crua e repleta de diálogo frio e baixo calão. Talvez, aquilo bastasse para o autor, a ideia era refletida como ele bem quisera... personagens sem expectativas, reféns da sociedade capitalista que gerava ganhadores e perdedores.
Chamava-se “Numa Fria”, e, de um modo não atraente, falava do amor.
Quem contrariaria a ideia de que amar é “entrar numa fria”, quando todos alguma vez na vida se decepcionaram ao amar? O amor em certas ocasiões destrói, entretanto, mesmo com estes efeitos colaterais sempre o buscamos. Possa ser esta a hipocrisia do livre arbítrio.
Era um poema de um trecho desta mesma narrativa que dizia: “Esse diviníssimo acidente nos reuniu,
juntou, mesmo que você seja barro e eu carne... nós nos tocamos. De algum modo nos tocamos”.
Eu estava acostumada com trechos de romancistas, mas compreendi sua maneira de ser recíproco.
E em resposta à isso, deixo-lhe também uma frase: “Se o homem pode fazer apenas uma pessoa feliz durante toda uma vida, então sua vida foi justificada”. Éramos duas almas perdidas e então... nos encontramos.

IMPÉRIO SERRANO Samba-Enredo 2009

(Autor(es): Vicente Mattos, Dinoel E Arlindo Velloso)

O mar, misterioso mar
Que vem do horizonte
É o berço das sereias
Lendário e fascinante
Olha o canto da sereia
Ialaô, Okê, laloá
Em noite de Lua cheia
Ouço a sereia cantar
E o luar sorrindo
Então se encanta
Com a doce melodia
Os madrigais vão despertar

Ela mora no mar
Ela brinca na areia (bis)
No balanço das ondas
A paz ela semeia

Toda a corte engalanada
Transformando o mar em flor
Vê o Império enamorado
Chegar à morada do amor

Oguntê, Marabô
Caiala e Sobá (bis)
Oloxum, Inaê
Janaína, Iemanjá
(São Rainha do Mar...)