Poemas de Amor que Chega Arrepia
O amor
é uma invenção
para o viver
não escorrer tão depressa
de nossas mãos
uma tentativa
de nos eternizarmos
em vida,
essa vida
que para muitos
é sobreviver
dia após dia
a uma nova ferida
e essas feridas
as vezes saram
as vezes não saram
nunca mais.
O amor por descuido
ou cuidado
transforma um ruído
em algo imensuravel
e com a mesma facilidade
faz dessa realidade
seu hiato da saudade.
Ninguém morre de amor
Eu repetia varias vezes
durante o dia
era a minha mentira favorita,
ninguém morre de amor
ou pelo menos
ninguém morria
eu seria o primeiro,
o primeiro a perder a batalha
entre a dor e o tempo.
O amor...
Como descrevê-lo...
Ele é inevitável.
Pode ser incrível.
Mas também confuso...
Muitas vezes nos pega desprevenido.
Quanto mais você tenta deixá-lo de lado
Mais ele aumenta...
Fica confuso. Maluco.
E quando você vê...já está completamente apaixonado.
As vezes você pensa que é passageiro.
Mas aí descobre que só piora(ou melhora)
Você tenta esconder esse sentimento de você mesmo(com quem deveria ser mais sincero...).
Fica imaginando como seria se você falasse oque realmente sente..
Mais no final...
Sente medo.
O medo da rejeição.
E se for recíproco...
Oque acontece depois?!
Ainda mais quando se tem o medo de perder para sempre aquela linda amizade. Aquela linda e incrível pessoa ao seu lado.
E o pensamento de " e se nada voltar a ser como antes?"
O aperto no coração...
De querer ser mais do que só um amigo na vida daquela pessoa...
Mas também o medo de não ser mais nada depois da confissão.
É...
Esse é o amor...
Voce não é Bill Gates
Muito menos Brad Pitt
Então eu tô com você só pode ser por amor
Agora pára de me atormentar com essa
Que tô te traindo 48 horas por dia
Eu sempre vou te amar, até que o amor em mim se transforme...
Dai vai se tornar carinho, uma coisa boa.
Não vou matar você dentro de mim, pode ter certeza.
Por que o amor é Meu.
O amor nunca some de dentro da gente, ele fica preso dentro de uma casinha imaginaria dentro do coração da gente.
E de repente, vem uma senhora e abre essa casinha.
Essa senhora se chama Saudade!
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Serão felizes para sempre
até que a morte os separe!
Morte ? do amor, da ternura, da lealdade, do respeito!
Morre somente o que tá vivo.
Se tá vivo, não deixe morrer
Cuide do seu amor!
Como? Alimentando, cuidando, dando amor!
Trate seu amor como uma joiarara!
E essa morte vai demorar,
Talvez dure para sempre!
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MEUS SONHOS
Simples como a vida!
Carinhosos como meu amor!
Doces como minha esperança!
Verdadeiros como minha amizade!
Lindos como vc!
Qual seu nome? amor
E o que você faz? amo
Todo mundo? Não
Quem? Você
E onde mora? dentro de seu coração
E quando posso te ver? Abra os olhos
Toc toc...
quem bate?
é o amor
tenho medo de abrir e me machucar
mas se não abrir não me veras
mas já passei por tudo isso e sofri
vc quem sabe, vou embora e não sei se baterei em sua porta novamente
tudo bem, eu abro se me der uma prova que és verdadeiro
impossível pra saber isso, terás que abrir a porta para mim e deixar eu entrar no seu coração
pode passar amanha?
Não ,,,eu somente passo uma vez, dificilmente eu retorno, ou você abre suas portas para mim, e me conhece, ou então ficara preso no seu desamor
Onde Deus Habita
No gesto humilde, o amor se revela,
não nas alturas, mas na terra molhada.
A bondade é ponte que nos nivela;
a lealdade, oração calada.
"Pai, Laços de Amor e Vida"
Em teus braços, descobri o alicerce
de um mundo que pulsava no compasso do teu peito.
Teu silêncio era reza antiga e prece,
teu olhar — farol aceso sobre o meu leito.
Antes da palavra, ouvi teu coração:
era ele que traduzia o amor sem voz.
Nos teus gestos, aprendi a direção;
nos teus passos, a coragem — e nela, fomos heróis.
Tu és a seiva da raiz primeira,
rocha serena, onde a vida se faz forte.
Tua presença é luz que, inteira,
não se apaga... nem na sombra da morte.
És o semblante do Pai que tudo vê,
dom celeste entre o humano e o divino.
Teu abraço é ponte que me sustém de pé:
é lar, é chão, é caminho cristalino.
Pai, és tempo que o tempo não destrói,
memória viva em cada flor que brota.
No pulsar da alma, és som que não se dói,
és amor bordado na minha rota.
E, se um dia o vento apagar tua voz,
que ecoem em mim teu riso e tua estrada.
Pois onde fores, levo-te dentro de nós:
vida entrelaçada... eternamente entrelaçada.
Pairar Incansável da Fênix Sublime
o amor,
substância
mais versátil
e resistente
do universo
conhecido;
subsiste,
nos multiversos
possíveis e
impossíveis.
desconstruído,
metamorfoseia-se
em expressões
infinitas
e quando
aparenta cansaço,
limitação ou desistência,
revigora-se
num relance
avassalador,
de inconsequente
persistência,
ressurgindo das cinzas
para a eternidade.
Sabia não que podia amar,
Amor achava que era inventado,
Por inventeiros vertiginosos,
De lugarejos acantonados.
Vão singulares os amores...
Quem pagou os direitos autorais ao amor ?
Por tê-lo usado banalmente, sem créditos do autor.
Desconheço a autoria conhecida, em nosso favor;
Clonagem, cópia, plágio ou imitação,
Amores que vivi
Vão singulares os amores...
Quem pagou os direitos autorais ao amor ?
Por tê-lo usado banalmente, sem créditos do autor.
Desconheço a autoria conhecida, em nosso favor;
Clonagem, cópia, plágio ou imitação,
Do que já publicaram sem devida concessão,
Descrevendo o exaustivamente descrito;
Sem receio de ser bobo, caio no que já foi dito,
Despenco na repetição, repetição.
Do que causa-nos contágio,
Portador de bons-presságios,
O mais caro dos pedágios,
Dentre todos os valores.
Frágeis, ágeis, inabaláveis,
Vão singulares os amores...
Amores que vivi, que se ausentaram.
Amores que vivi, que me castigaram.
Amores que vivi e se quer me notaram.
Amores que vivi, que me contagiaram.
Voam singulares os amores...
Amores que vivi, que me desfiaram.
Amores que vivi, que me restauraram.
Amores que vivi, me impulsionaram.
Amores que vivi, amores que me amaram.
Voam singulares os amores e se vão...
Gostamos de dosar,
Em medidas homeopáticas,
Práticas em equilibrar,
Debandar do amor apático.
Afago ou travessuras ?
Carícias ou ternura ?
As Corrosivas
Aventuras do
Homem-Sulfúrico
Meu ódio
É tão indispensável,
Quanto meu amor.
Amo e odeio.
Não, não há
Neutralidade aqui,
Não há indiferença,
É nada ou tudo.
Se você vem, fica.
Se vai, jamais retorne.
Acolhimento pleno
Ou desprezo absoluto.
Sem absolvição,
Sem perdão,
Nem arrependimento.
O rancor é nosso por direito,
Bem como o martírio.
Somos ímpares,
A paz é para os incapazes
E seus pares.
Nós somos atrito, conflito,
Confronto, insurreição.
Somos confeitos nucleares.
