Poemas de Amor que Chega Arrepia
Se eu fosse música.
seria tango
compositor,
seria chico,
sentimento,
seria amor
Se fosse cor,
seria preta,
fosse bicho,
borboleta,
seu eu fosse,
não voltava,
virava doce,
te lambuzava
Se eu fosse boca,
na tua
seria corpo,
no teu
seria rosto sem véu
fosse o que fosse,
serias meu.
(Lfosse o que fosse)
Te celebro com o corpo em chamas e a alma repleta de amor
Como quem reza em silêncio diante da uma semideusa .
Teu corpo é templo, teu olhar meu mistério
teu amor, a eternidade que me atravessa.
Hoje, mais do que o tempo,
celebro o destinoter cruzando teu caminho e me tornano abrigo em teus braços
Que tua vida seja leve, ardente e plena
e que eu siga sendo sua em poesias, fotos e canções.
Para minha Amada.
03/11/2025
Os poetas já estão censurados,
já, já, não poderemos mais falar de amor,
por isso aproveite cada verso apaixonado
e plante uma semente de flor!
Alma🍃
Cantei e encantei às sombras, versifiquei as lágrimas.
E por causa de um amor flori os acordes, sequei, não os lenços que levei, mas pétalas orvalhadas em teu jardim...vagabundeei pelas vielas do tempo a procurar rastros de mim, e foi no brilho da chuva, filtrado em meu corpo, que tua alma eu beijei...
Escolhi a Mim
Eu tinha quinze, você dezesseis, e o amor parecia eterno de uma vez. Duas mãos, dois sonhos, um só coração, fazendo promessas sem saber a dimensão.
Crescemos juntos, lado a lado, a florir, acreditando que crescer era nunca partir. Mas o tempo mudou o que a gente sonhou, e o mesmo caminho, aos poucos, se afastou.
Você voltou dizendo: “Um dia vai dar.” Eu fiquei tentando esse dia encontrar. Você amava o instante; eu queria o amanhã. Você vivia o agora; eu sonhava o divã.
Enquanto eu construía, você deixava acontecer. Eu chamava de amor; você chamava de viver. E fui me perdendo em cada espera vazia, alimentando promessas que nunca tinham dia.
Até que perguntei, com a alma cansada: “Quanto de mim resta nessa estrada?” Eu tentei mil vezes, lutei sem recuar, mas amor sozinho não aprende a caminhar.
Sete dias antes dos meus dezenove chegarem, escrevi sem pedir que você fosse ficar. Não era despedida para te convencer; era a minha coragem voltando a nascer.
Você me chamou de egoísta, sem perceber que eu só queria parar de me esquecer. Eu não queria migalhas, nem dúvida, nem dor. Eu queria presença, certeza e amor.
Eu teria escolhido você outra vez. Teria recomeçado, como sempre, talvez. Mas ninguém sustenta um sonho por dois; quando um não escolhe, o outro vai depois.
Então fui embora, ainda sabendo amar, mas decidida demais para voltar. Porque perder você doeu, eu não nego, mas perder a mim seria um adeus cego.
Hoje entendo o presente que a vida me deu: o amor mais importante sempre foi o meu. Passei tanto tempo querendo ser escolhida…
Até descobrir que eu era a minha melhor escolha na vida.
O que o amor por gatos realmente significa.
Características de personalidade: Psicólogos sugerem que pessoas que preferem gatos tendem a ser mais sensíveis, empáticas, introvertidas e buscam autonomia.
Essa preferência não indica uma doença, mas sim traços de personalidade.
Depois que minha filha nasceu já nos primeiros anos ela já demonstrou seu amor pelos animais, ela já com 5 aninhos arrumamos a Juli, uma cachorra mistura de pincher e chiuaua, coisinha mais boazinha, acompanhou toda sua infância e pré adolescência, morreu aos 13 anos.
Depois tivemos a Teka, uma Jack Russell, coisa mais linda, viveu 14 anos dando muitas alegrias para nós.
Logo depois compramos o Jack, outro Jack Russell, nunca vi cachorro tão bravo, territorial, levamos mordidas pra todo lado, mas mesmo assim nós o amamos até aos seus 16 anos, teve que fazer eutanasia, sofreu muito com câncer ósseo.
Esses foram nossos companheiros e amigos verdadeiros!!!
PS: Foram 43 anos com cachorros, nunca os levamos na rua para fazer suas necessidades, faziam no nosso quintal, temos nossa consciência tranquila sobre isso!!!
PENSAMENTO DE UM MERCADOR PERSA.
O AMOR É UM ACONTECIMENTO NOTÁVEL QUE SÓ DE PENSAR
NOS FAZ SONHAR EM CASAMENTO.
Pra você guardei
Pra você eu guardei
um amor inteiro,
dobrado entre silêncios,
como carta que o tempo
não conseguiu apagar.
E nem notei
que, enquanto eu procurava
respostas nas estrelas,
você florescia escondido
no jardim secreto do meu peito.
Não se preocupe com mais nada.
A tempestade já passou.
Levou as coisas ruins com ela,
varreu do caminho as dores,
os medos e as promessas quebradas.
Agora, o céu se abre devagar,
lavado de tristeza,
e a luz repousa mansa
sobre nossas mãos.
Tudo está novo para viver:
o primeiro abraço sem pressa,
o riso que nasce tímido,
a esperança aprendendo
a caminhar novamente.
Se ainda houver feridas,
deixe que o tempo as acalme.
Eu fico.
Fico para ouvir seu silêncio,
para proteger seus sonhos,
para amar sem exigir
que o amanhã seja perfeito.
Porque depois de tanta chuva,
há em nós uma primavera inteira—
e, desta vez,
eu não vou deixar
que o amor passe despercebido.
Chamamos de saudade aquilo que resta quando o amor perde o seu objeto, mas conserva intacta a sua capacidade de ferir. Ela não diminui com os anos; apenas abandona o escândalo da dor e aprende a agir em silêncio. Há dias em que acreditamos tê-la vencido. Basta, porém, um perfume, uma fotografia ou o acaso de uma voz semelhante para que todo o edifício da serenidade desmorone. A alma nunca esquece onde foi destruída pela primeira vez.
- Tiago Scheimann
Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.
Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.
A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!
Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.
Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.
Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.
O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.
Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…
Inclusive Brigar!
É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.
Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…
Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.
Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.
O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.
Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.
Sem revolta, passamos o Natal no hospital.
Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.
Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.
E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.
Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.
Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.
Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.
Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.
Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.
Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.
Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!
A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!
Amém!
Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.
Há despedidas que não encontram palavras suficientes.
O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.
Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.
Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.
Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.
A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.
Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:
Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!
E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:
Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.
Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.
Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.
E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.
Vá em Paz, amor da minha vida!
Fiz, em meu tempo, cartas de amor, declarações e presentes. Ofereci palavras, flores e pequenos gestos que, embora simples, carregavam consigo partes inteiras daquilo que eu era. Em contrapartida, pouco ou nada recebi de volta. Talvez pelas circunstâncias, talvez pelas limitações da vida, talvez até por questões financeiras. Ainda assim, confesso: o mais humilde dos presentes, o menor dos símbolos, teria sido suficiente para me encantar.
Não me arrependo do que fiz. Pelo contrário, há certo conforto em saber que o primeiro buquê de flores que alguém recebeu em sua vida foi entregue por minhas mãos. Algumas pessoas colecionam bens, outras colecionam lembranças; eu talvez tenha escolhido colecionar momentos que sobreviverão à própria memória.
Recordo-me da célebre frase que diz que todas as cartas de amor são ridículas. Talvez sejam. Mas arrisco uma pequena discordância literária: ridículas não são as cartas, nem as declarações. Ridículas são apenas as criaturas que amam profundamente e, ainda assim, jamais encontram coragem para transformar sentimento em palavra.
Porque amar em silêncio é humano; mas declarar o amor é um raro ato de bravura.
— Vitor Ferreira de Paula
Polímata e curioso diante do mundo, 2026.
