Poemas de Amor Platônico
Amor platônico é tão engraçado. Você ama o outro mesmo sabendo que aquilo é quase impossível, mas é nesse “quase” que você sonha todas as noites.
Amor Platônico:
É o vicio sobre uma pessoa que não tem nada a ver com voce e que não gosta de voce, mas voce gosta dela porque ainda não encontrou ninguem melhor
Amor platônico é uma história de amor, onde o protagonista ama sozinho e o vilão é a pessoa que você mais ama.
Era um amor platônico. Um morava na lua, o outro em qualquer lugar do espaço que fosse distante o bastante para não poderem se tocar. Trocavam olhares apaixonados, tremiam ao som da voz do outro, suspiravam em sonhos acordados. Anos sonhando com aquele que seria o encontro de suas vidas, mas que jamais aconteceu. Talvez tenham se perdido entre uma história e outra, mas sempre voltam a se olhar, de longe e com o mesmo desejo de sempre, porque têm a mesma alma, só nasceram em lugares diferentes.
Isso é o que eu chamo de amor platônico: Duas pessoas se comendo com os olhos, com o pensamento. Fazendo nada valer a pena a partir do momento em que decidem nada fazer sobre.
" E mesmo depois de tudo, de todo o sofrimento, dor e solidão, eu não me importaria nem um pouco de passar por tudo de novo, sabe por que? Por que o simples fato de ver seu sorriso, sua felicidade ou de ao menos poder estar ao seu lado já basta, pra mim basta..."
Um amor platônico significa que uma pessoa está desperdiçando a chance de amar e a outra a chance de ser amada. De verdade.
Dentre os amores, o mais puro que há é o amor platônico. Sincero. Ama por que ama e não por que é amado. É belo, lindo, e cruel. Boto cor de rosa da vida real!
E assim vou vivendo, nesta nostalgia, mergulhado nas incertezas do amor, refém de um amor platônico. Um homem apaixonado se torna um poeta, transforma o amor na sua fonte de inspiração, faz o seu amor se tornar o seu mundo, mas nunca transforma o mundo no seu amor.
Um amor platônico que assusta e ao mesmo tempo é gostoso de sentir, faz pensar que estou louca, faz duvidar de tudo e desacreditar o que tenho. Braços e pernas dormentes, dor no peito, lágrimas nos olhos quando lembro dele e saber que não vou vê-lo. Tudo isso por algo que não vivi e me faz imaginar como poderia ter sido, um mundo criado em minha mente de como seria beija-lo e viver tudo que um romance permite se caso fosse real. A pior dor é aquela de um amor não vivido, apenas imaginando como poderia ter sido e não foi, sinto que vou pensar nisso por mais um tempo, mas tento direcionar essa energia para outras atividades e tento não pensar tanto nele.
Vai dizer que não é chato quando o seu amor platônico resolve ficar a fim de você? Pronto. Cabô a graça da brincadeira. Depois que a pessoa passa a te corresponder, seu sentimento por ela acaba praticamente na mesma hora. Fato, né?
Por isso eu utilizo um sábia frase, de um soneto. O Soneto da Fidelidade de Vinicius de Moraes, mas altero o finalzinho dela. Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto PLATÔNICO.
Amor platônico
Não se mostre como é
que o desencanto me fulmina,
eu gostava do que eras
quando não essa mulher
porque só minha menina.
Em tua representação
eu via o que queria,
tua voz dizia coisas
que com tamanha precisão
parecia que eu sentia.
Mas ao te conhecer
é que me veio outra magia
pois se tu me encantou
é desta forma que é você.
Não lhe cabias fantasia.
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