Poemas de Amor Perdido
"Quisera eu, despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa.
Queria não perder meus sentidos, quando você me implora mais, com a voz rouca.
Saturno me invejava, por não conseguir beijar a Lua como eu a beijava, minha deusa louca.
Quando em meus braços, você, meu mundo, drena toda a minha força.
Quando distante do doce dos seus lábios, meu coração é só pranto, a noite toda.
Quando deitada com seus cabelos, espalhados sobre meu peito, fazia com que a eternidade, fosse coisa pouca.
Não sei se é paixão, amor, já cansei de tentar por razão nesse tipo de coisa.
A única coisa que sei? Queria eu despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa..."
"Eu me perdia nos seus olhos e na tentação do seu corpo.
Me queimava, cada beijo, e eu desejava outro.
Cada toque da sua boca, me deixava louco.
A sua voz serena acalmava todo pensamento tempestuoso.
Uma mistura de sentimentos, tudo novo.
A chuva leve, era a música de um amor fervoroso.
Quanto mais, à ti, me prendia, mais eu me sentia solto.
O nosso jogo é perigoso.
Mas o cheiro e o negro dos cabelos, me faz querer o perigo o tempo todo.
No escuro do meu quarto, quero adorar-te de novo.
Sua companhia se tornou meu berço, meu vício, meu conforto..."
"O jogo da indiferença , é uma guerra em que se perde ambos os lados.
Mas é melhor ser destruído, do que vencer, sendo humilhado.
Prefiro ter o seu sincero ódio, do que ser um falso amado.
Meu orgulho já foi pisoteado.
Abro mão dele, por qualquer minuto, ao seu lado.
Não têm adiantado.
Você, mulher, é um estranho mel, que quando quer, és me de um todo doce, mas também, tem um gosto amargo.
Cansei de rogar a Deus, talvez, por um beijo seu, eu barganhe a minha alma com o diabo.
Abro mão do paraíso divino, pra morar em um único segundo, do paraíso de seus lábios.
Eu sou um poeta de alma, um leitor de entrelinhas, um curador de lágrimas, o Famigerado.
Dizer-me-iam: '- És um louco, insano, desvairado!'.
Um trouxa, um tolo, um parvo.
Mas não sou; meu coração sim, a este falta ofensas, em nosso vocabulário.
Ele se resume a um lacaio.
As palavras vêm, me perco nessa insanidade, não sei mais onde essa insanidade, ou tolo poema, deveria ter parado.
Eu devia era nunca ter lhe desejado.
Ter lhe admirado.
O que faz um homem tolo, não são as palavras desprovidas de sabedoria, mas sim, os sonhos infundados.
Existe um jogo, o qual, eu sou viciado.
É o jogo da indiferença, que também é uma guerra, em que se perde ambos os lados..."
"Meu Deus, perdão, pequei tentando esquecê-la.
Imagina-lá comigo, por toda eternidade, sei, é besteira.
Logo eu, o próprio pecado, poderia merecê-la?
Estranho sentir isso de novo, por uma mulher, que eu julgaria mais santa que freira.
Não sei o que fará na segunda feira.
Não sei o que será de mim, se eu não sair contigo daquela igreja.
Então, perdão meu Deus, por não me esforçar, por não fazer por onde, merecê-la..." - EDSON, Wikney
"Eu tento encontrar palavras para descrevê-la e fico perdido.
Talvez, não existam palavras que possam narrar a magnitude de tal mulher, agora acredito.
Se houvessem palavras para descrever o verde dos olhos, o doce do beijo, o macio da tez, eu não ousaria tê-las dito.
Quem diria que eu seria tocado pela própria perfeição, a mais bela, uma divina criação; eu, ser maldito.
Naquele momento, a única imperfeição que existia naquela mulher, era eu, em seus brilhantes olhos, refletido.
Desejo meu, ali mesmo, embalado em seus braços, ter morrido.
Para quando em morte, poder ressuscitar, só para uma vez mais, morrer no olhar do meu mais belo delírio.
Venerá-la é paz, mulher, é caminhar sobre verdes pastos, é perder-se no mais belo campo de lírios.
Delicada, de inenarrável beleza, de presença extremamente aprazível.
O aveludar do toque, o perfume dela, me lembram a mais bela rosa e para tê-la, de bom grado, eu me atiraria em seus espinhos.
Mas, infelizmente, paixão de um só é martírio.
Deus, perdoe meu parvo coração e faça com que eu não me perca em seus olhos de mata, que eles não sejam o meu labirinto.
Vê-la ao acordar, acordar só para vê-la; venho sonhando com isso.
Deus, deixara a mais bela de suas criações, dar um passeio comigo.
Eu, que não acreditava em milagres, após vê-la tão perto da minha face, sentir o calor dos lábios, agora acredito.
No fim, tento me encontrar em cada beijo mais lento, que ela desenha em minha boca e não consigo.
Mesmo com o léxico tão vasto, seria impossível; eu tento encontrar palavras para descrevê-la e fico perdido.
Que ela possa me encontrar, em meio ao caos e a solidão, dos meus escritos..."
"Hoje, ela apareceu do nada.
Veio me pedir perdão, com palavras ensaiadas.
De olhos lacrimejados e voz embargada.
Frases mal ditas, coisas não ditas, ideias entrecortadas.
Do que me dissera, não pude crer em nada.
Só acreditei no beijo repentino, na nudez e na pele suada.
Acreditei em cada suspiro e após cada gemido, ela dizendo que me amava.
Acreditei quando sobre meu peito, caiu uma lágrima.
Da boca dela, não acreditei no perdão em palavra.
Acreditei no desespero em cada beijo, parecia, que em meus lábios, se afogava.
Fui capaz de crer, quando despida, à luz da Lua, sua pele brilhava.
Refleti só, enquanto ela adormecia, por toda a madrugada.
Eu até queria, mas não poderei perdoá-la.
Não posso correr o risco e perdê-la de vista, espero que amanhã, ela apareça aqui, do nada..."
E os olhos da perdição também foram os olhos da esperança.
Esperança que até hoje carrego comigo, trago seu nome e doces lembranças.
Nas lembranças te lembro e no vento te sinto, ó doce fragrância.
Fragrância, desejo, cheiro do medo, desespero desanda, ouço meu peito, coração sem jeito, seu nome chama.
Chama de clamor, chama de calor, chama de paixão, chama que enaltece, chama que ilumina.
Os olhos da perdição, tem aquela menina...
O perdão é um antibiótico para alma
nos livra de amarguras e solidão
nos cobre com asas perfumadas da serenidade
nos coloca em harmonia e conciliação.
Aura perdida
Um dia o acaso nos deu uma chance,
e por momentos fomos felizes...
Hoje te encontrei, passado tantos anos...
O tempo nos fez maduros e mais experiente,
vejo o teu novo retrato,
tento recordar a tua imagem na quele tempo distante...
e relembrar os momentos mais felizes da minha vida...
Um dia a dor passará. A tristeza passará. A desilusão. O fracasso. A perda.
Um dia tudo irá passar. Um dia. Algum dia. Eu sei. Preciso acreditar nisso.
Será um instante fundamentalmente criado para este fim. Gerado no momento exato para transformar, recriar, reinventar. Para renascer.
Como suportar até lá? Como carregar tamanho fardo no coração, na mente e na alma? Não sei.
Apenas dar um passo de cada vez. Viver em câmera lenta cada segundo, minuto, hora, dia, mês e ano. Viver devagar para sentir a essência da vida. Sentir a essência do amor. A essência do teu ser. Não provei deste amor, mas pude sentir seu aroma doce e inebriante, tomando-me de assalto e me transportando a uma dimensão longe da minha realidade e mais perto de você.
Neste momento reflexivo, me apego nestas palavras e respiro profunda e lentamente para tentar absorver o pouco que me resta desta essência, deste aroma que entorpece minh'alma e me eleva acima da minha vontade e da própria razão de ser e existir.
Assim como a água que transborda violentamente de um rio, está meu coração em pranto, transbordando de dores inconcebíveis, de sentimentos e ressentimentos incompreensíveis a mim mesmo, incontrolável e impossível de represar este incomensurável amor.
Assim como as águas intranquilas de um caudaloso rio, seguindo um curso errante em caminho desconhecido. Totalmente sem destino. Culminando em uma grande cachoeira de emoções.
Quem pede perdão demonstra lucidez,
Quem perdoa demonstra grandeza,
Quem esquece deixa de ser prisioneiro do passado.
Quem carrega a mágoa, adoece a alma.
Aquele que reconhece o erro e pede perdão aprendeu,
Aquele que perdoa dominou o ressentimento,
Aquele que esquece vive em paz.
MENSAGEM DO ALÉM
Apaixonado estou eu
Você não sabe o que perdeu
Me deixando
Pra viver de bar em bar
Quando a lucidez bater
Você vai ligar
Pedindo pra voltar
Pode ser tarde demais
Pensa bem pensa bem
Mensagem do além.
De um pesadelo acabei de acordar
Do lado da cama você está
Foi só um Sonho e nada mais
Volte a dormir meu amor
Em paz.
Poeta Antonio Luis
Perdido eu vou eu sei.
Mas mantendo a esperança de algum dia,
Encontrar os teus abraços e beijos seus.
Sem ti perco minha narrativa, até as cores perdem a vivacidade... .
Meu ponto de equilíbrio começa nas notas de masculinidade que tua barba exala..
Eu sinto teu cheiro a quilômetros de distância, e mesmo de olhos fechados eu saberia quem tu és somente ao tocar tua pele..
O meu fascínio vem da sensação de que te pertenço, nunca me senti de ninguém, nunca quis ser de alguém como quero ser tua...
O tempo passa rápido na sua cruel eternidade chamada rotina, nas minhas concepções de saudade a ardência que sinto é a certeza do sentimento mais genuíno...
Quando digo da maneira mais mascarada que te amo, é porque quero gritar aos quatro cantos da terra que é você quem me faz a mulher mais feliz do mundo, não faz sentindo guardar nada dentro de mim, e então quero explodir!
Quando não digo que te amo, é porque tá doendo esse amor, tá doendo a saudade ou estou morrendo do veneno mais perigoso.
Quando não sinto saudade é porque que te sinto perto, te sinto meu... Por algum motivo eu estou consolada, e já não dói tanto assim...
Mas quando ela bate
Haa, saudade !
Ela me espanca
Me devasta
Me afasta de mim
Por querer estar perto de ti.
E minhas crônicas sem tantas delongas se fazem o fim...
- Ela é ela, caráter invejável e coração impecável, mas esse coração já sofreu, azar de quem a perdeu.
- Hoje ela é mais forte e sabe o que quer, ela é ela, incrível mulher.
- Amor próprio, sorriso no rosto, um brilho nos olhos. Vale mais que o ouro!
Elo entre Era
O negro com alma de branco, fez-se em pranto
Perdido no seu mais belo desejo do viajar;
Intacto, fortuito... preso no seu próprio labirinto
O negro com alma de branco, provou do seu veneno ao ser chicoteado;
Endiabrado pelo momento, ofuscado pelo sentimento
O negro com alma de branco terás que lutar;
Sua liberdade a prova da ampulheta
O tempo marca o que se passou
O Negro com alma de branco
Traz novamente ao seu cotidiano
A dor de um escravo que se libertou;
Prazer conhece-lo
Sou um amante e ao mesmo tempo muito amado;
Estou perdido no sentimento que é novo e incompreendido, me sinto um bobo e ao mesmo tempo muito vivo;
Gosto de fazer parte deste ciclo de vibrações e emoções descontroladas, me sinto como uma criança dentro de um circo vendo tudo com aquela magia e aproveitando cada minuto com alegria e uma dose insaciável de imaginação que parece não ter fim;
Saborear esse sentimento desconhecido é muito prazeroso e está me levando a um caminho sem volta e neste caminho cheio de momentos e descobertas, estou sendo diariamente apresentado ao amor.
É de Coração
Eu sinto você, morro de saudade, falo isso de coração. Eu não perdi a minha vontade de sorrir, de dividir meu banheiro ou o meu espaço com outra prometida do destino, mas repito de coração, morro de saudade de você. Meu relacionamento com você foi puro e duradouro, não esperava que acabasse um dia, fiquei surpreso, ele deixou marcas, mas também me deu tatuagens com os significados sobre o verdadeiro amor. Em legítima defesa confesso que já matei alguns sentimentos, mas como um artista, continuo desenhando o seu belo rosto todos os dias na minha mente. Estou ouvindo alguns conselhos e deixando o tempo me ensinar a ser intolerante com a dor, busco entrar num estado de espírito "pacificador da alma e do coração" para criar um novo canal que me leve a acreditar novamente no amor.
Nega-me e perderás
Nega-me o direito de conviver, perderás o privilégio de compartilhar,
Nega-me o prazer de sentir, perderás o sentido em quase tudo,
Nega-me o sabor de ama-la hoje, perderás o meu amor por toda vida.
