Poemas de Amor de Fernando Verissimo
Legado não existe depois que morremos. Ele, é simplesmente o agora. Existir já é o legado de todos nós!
Ela estava falando muito comigo e séria, ela estava linda, mas havia algo que a deixava reflexiva enquanto falava, ela olhava para o lado e baixava o olhar, em modo reflexão (mundo da lua)...
Sonhei passando em frente a um lugar, onde estava lá, um rapaz que eu gostava muito, ele estava igual quando éramos na adolescência e hoje, temos mais de 30 anos, ele me olhava firmemente, mas não nos falavamos e havia uma Hilux ao lado dele. A Hilux era dele
Sonhei com uma amiga minha em um sonho, eu estava na casa dela e havia outra colega nossa que sentia inveja de mim e saiu de perto de mim, nesse mesmo sonho, havia um primo da minha amiga que pediu um autógrafo meu e ele ria muito, nesse sonho, eu e minha amiga do sonho, éramos bem famosas nas redes sociais.
"Me dei conta que sou poeta do tipo cheio de palavras que não tocam, não sentem, não amam, mesmo cheio de tanto amor."
A intenção é essa, te deixar atrapalhada, cheia de sorrisos, olhares gostosos, toques macios ou vigorosos, para fazer jus ao seu e ao meu intenso querer, e deixar tatuado no canto mais índico do seu pensar, o nós que resolvemos viver.
O caminho para a mudança passa pela sabedoria, algo que poucos alcançam, pois a maioria prioriza valores imediatos em detrimento do que transforma de fato.
Aldemi E de Matos
O brilho de uma pessoa não é um dado natural, mas uma construção simbólica refletida no olhar do outro.
Aldemi E de Matos
Quando o poder troca a ética pela conveniência, a democracia deixa de ser escolha consciente e passa a ser apenas hábito de sobrevivência.
Aldemi E de Matos
A atenção, em sua forma mais genuína, é de facto um ato voluntário e um presente que se oferece livremente, não algo que possa ser imposto ou exigido à força.
Aldemi E de Matos
Quando a gente aprende a se reconhecer, a ingratidão dos outros diminui de tamanho. Ela já não define o valor do que você fez.
Aldemi E de Matos
Vivemos um tempo em que o poder não governa — ele performa; e a política, em vez de servir à verdade, negocia narrativas para sobreviver ao próprio vazio.
Aldemi Escobar de Matos
Se estou aqui, então que valha. Que atravesse. Que sinta. Que, apesar de tudo, eu não me recuse a viver a vida que ainda me vive.
Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.
A noite é refúgio, abrigo e revelação. Enquanto o dia exige máscaras e ritmo, os intensos mergulham no próprio turbilhão, dialogam com pensamentos que só nas sombras se escutam e sentem emoções que o sol não deixaria brilhar. Ser notívago não é insônia: é a coragem de permanecer inteiro, de transformar silêncio em autoconhecimento e solidão em plenitude.
Deixe a criança que habita você correr solta de vez em quando — ela lê o mundo em cores que a razão ainda não aprendeu a nomear.
Não gaste seu tempo mergulhando em águas rasas. É, além de frustrante, dolorido. A gente entra achando que vai encontrar profundezas, mas o que há é só reflexo. E reflexo, quando se acredita demais, engana.
Eu acredito na cura das dores, de todas elas, até as mais profundas. Você não é seu sintoma, seus traumas não te definem. É no amor que a vida acontece.
