Poemas de Amor de Fernando Verissimo

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Amor é a doença que fere diretamente o coração mas é o único remédio que pode cura-lo

Inserida por LuizFernando1604

⁠Eu disse-te para não te preocupares, eu não vou me perder. Mas como não me perder?
Se eu me perder nos teus olhos que cativam,
Toda vez que os meus lábios tocam os teus. Se eu vou me perder toda vez que você me intimidar com seu olhar de "Felina" como se eu fosse o macho que você queria devorar na cama. Quando estou nos teus braços, sinto-me como uma agulha no meio de um palheiro, confortavelmente, dou por mim a descansar no teu celeiro."

Inserida por Lefralpgeminiano1

Esta coisa absurda e magnífica, entre o muito mau e o bem supremo, que se chama com ligeireza amor.

Irmãos, a um mesmo tempo, Amor e Morte, / criarei a sorte. / Coisas assim tão belas / no resto do mundo não há, não há nem nas estrelas.

As mulheres escreveram o poema do amor; os homens comentaram-no, mas não o compreenderam.

Se Deus quisesse que o amor fosse eterno, teria feito que se mantivessem as condições do desejo.

O amor é a paixão das grandes almas e faz-lhes merecer a glória quando não dá volta ao juízo.

O mais belo momento de uma mulher (...) é aquele em que, seguros do seu amor, ainda o não estamos dos seus favores.

O nosso amor-próprio suporta com mais impaciência a condenação dos nossos gostos que a das nossas opiniões.

Impõe-se ter mais espírito para inspirar amor do que para comandar um exército.

A espécie compromete-se com um casal a que haja amor entre os dois. Mas logo que se apanha servida, vira-lhes as costas e eles que se arranjem.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992

Amor é deus de paz; nós amantes, veneramos a paz; / para mim, particularmente, bastam as guerras com a minha mulher.

Mas aquela que sempre me causou maior desgosto, por mim nunca teve ódio, por mim nunca teve amor.

Mas de vez em quando ergues-te ainda frenético, como esse velho de que se conta que fazia amor uma vez por ano....

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992

A fé é um condão. Mas o bom trabalho, no amor do ideal, dá a fé. Não há trabalho no sentido verdadeiro sem fé.

Nada no mundo é mais doce que o amor, / e depois dele é o ódio a coisa mais doce.

Por mais descobertas que se tenham feito nos domínios do amor-próprio, ainda ficarão muitas terras por descobrir.

Muitas vezes o amado desencadeia a força lentamente acumulada no coração daquele que ama. O amor é uma coisa solitária. É esta descoberta que faz sofrer.

O amor lança fora o medo, porque o medo produz tormento. Aquele que teme não é aperfeiçoado.

Mas nem sempre é bonito desse jeito, muitos padres se aproveitam da docilidade de algumas mulheres, da carência de outras, da necessidade de atenção e sedução de tantas outras.