Poemas de amor com rimas que encantam e revelam carinho
Muitas pessoas confiam em você agora. Você também devia confiar em si mesma.
Pode parecer estranho, mas você acredita em destino? Se acredita em destino, por que não nos encontramos aqui amanhã de novo?
Esperança pode nos ajudar a começar, mas não se responsabiliza pelo resultado.
Nem mesmo os ventos do inverno podem impedir a brisa de primavera. Não pode impedir que as coisas aconteçam, não importa o quanto tente.
E que todo amor seja uma poesia, até mesmo no brilho eloquente de cada silêncio: sem versos, sem rimas, mas de inesquecíveis momentos de pura inspiração.
Eu falei Deus me mostre a pior rima, ele me mostrou minha própria frase, quando eu falei Deus me mostre o meu inimigo, ele colocou um espelho e me mostrou minha própria face
Dentro do meu quarto eu rimando as paredes estavam me escutando enquanto armas faz serenata na minha janela
Também sou um viciado em celular em doses curta e dopamina mas na cracolândia é uma nova revolução uma pá de nóia sentado com o celular na mão
Mas por que andar em circulos é uma coisa ruim? Você mano tá sozinho quando eu caminho em circulo tenho a chance de recolher o que eu perdi pelo caminho
Eu tenho falha nas palavras mas não na caminhada, eu prefiro falar errado uma pá de coisa certa que fala certo uma pá de coisa errada
Eu não tirei suas asas pelo contrario de ensinei a usa só que você por ter a língua maior que a asa foi necessário andar
o quê? a mídia odeia os preto, os pobre, os de gueto e agora inteligente, a mídia odeia um favelado que vence e não é nenhum desses que eu to enxergando na minha frente
Aí eu tomo um banho bem quente, pra te espantar da minha pele. E canto bem alto, pra te espantar da minha alma. E escovo minha língua bem forte, pra separar seu gosto do meu. E quase vomito, pra parir você do meu fígado. E tento ser prática e parar de suspirar. E tento abrir a geladeira sem me perguntar o que eu poderia comprar pra te agradar. E tento me vestir sem carregar a esperança de esbarrar com você por aí. E tento ouvir uma música sem lembrar que você gosta de se esfregar de lado em mim. E tento colocar uma simples calcinha e não uma bala perdida pronta pra acertar você. E tento ser só eu, simplesmente eu, novamente, sem esse morador pentelho que resolveu acampar em mim. E nada disso adianta. E o esforço pra não fazer nada disso já é fazer tudo isso.
Nos dias seguintes ao dia em que estivera deitada no ombro dele tão proximamente nu também, no fundo de um sonho, conseguia reencontrá-lo. Pois havia outros detalhes, semanas depois ainda tentava lembrar. Havia um cheiro, por exemplo. Tênue, quase perverso. Intimidade úmida, limpa, nas dobras da carne suada, preservada na própria pele.
Você é a poesia que dá vida aos meus versos. Porque você simplesmente é: sem explicação, sem legenda, apenas o sentir da paixão, apenas o amor que me faz ter você em rimas expostas.
