Poemas de Amor Abandonado
"Dentro do improvável, o agradável
A felicidade é uma sala de estar
Nós duas partículas em ser particular."
Inquieta, eu, poeta, paro e penso.
Às vezes, preciso beber um gole
denso de silêncio.
Tomar um porre fluido de nevoeiro,
Um cálice poético evidente.
Poder inspirar pela tangente,
Preciso me embrenhar,
Gritar, silêncio...
Silêncio...
Na primeira vez que te vi
Senti o coração engasgar
Tão diferente de tudo que ja achei que queria (porque na verdade a gente quase nuca sabe se quer de verdade)
Tão seu, tão independente
É fácil falar de você
E como falar do sol, brilha, aquece, ilumina
Não sou a lua, sou meu próprio sol também
Não invejo sua luz, a admiro
Não busco te entender, apenas te sentir
O seu caminho é seu, eu tenho o meu
Faz mal torcer pra eles se encontrarem?
Querer você nos meus braços enquanto te conto sobre a ocasião fantástica em que descobri que estava apaixonado por você
Tenho lindas esperanças
De que o mundo seja melhor
Que eu me encontre mais comigo mesmo
Que eu possa ver o por do sol em um outro país
Que um dia possa te chamar de amor
MEDITAÇÃO DO DUQUE DE GANDIA
SOBRE A MORTE DE ISABEL DE PORTUGAL
Nunca mais
a tua face será pura limpa e viva,
nem teu andar como onda fugitiva
se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços
do teu ser. Em breve a podridão
beberá os teus olhos e os teus ossos
tomando a tua mão na sua mão.
Nunca mais amarei quem não possa viver
sempre,
porque eu amei como se fossem eternos
a glória, a luz e o brilho do teu ser,
amei-te em verdade e transparência
e nem sequer me resta a tua ausência,
és um rosto de nojo e negação
e eu fecho os olhos para não te ver.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
Nunca mais te darei o tempo puro
Que em dias demorados eu teci
Pois o tempo já não regressa a ti
E assim eu não regresso e não procuro
O deus que sem esperança te pedi.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Linda é ela
Com seu cabelo cacheado
Lá vai ela
Andando em corredores
Inundando o coração
Espantando minhas dores
Acendendo a paixão
Então vem ela
Andando igual Cinderela
A rainha do meu coração
Com o seu sorriso me cumprimenta
O amor aumenta
A menina do cabelo cacheado.
O que aprendi até hoje...
Pare de reclamar e vá viver...
Cuide menos da vida dos outros e mais da sua;
Pare de tentar achar um jeito de prejudicar alguém, e procure uma maneira de se promover, de melhorar a sua vida;
Se presentei, antes de presentear o mundo;
E principalmente se ame, se ame uma, duas, três...milhões vezes se necessário, antes de amar alguém;
Acorde e viva por você e para você, não por alguém ou para alguém;
Comece organizando a sua vida, e coloque a sua felicidade no topo das suas prioridades.
Goste da sua cia, você é a pessoa que mais se parece com você;
Seja paciente consigo mesmo, até Deus que é perfeito, demorou 7 dias para construir o mundo;
Se alguém te ensinou algo de bom na vida, passe para frente, se aprendeu "sozinho" passe para frente também;
Desejar mal a alguém, não é bom, e o mal volta para você em dobro, acredite...;
"Não existe ninguém santo" Mas você também não precisa ser diabólico;
A medida certa do bem e do mal? A consciência! e sim, acredito que todo mundo ainda tem uma, apesar de muitos não a ouvir! Ouça-a mais;
"Faça o bem, sem olhar a quem" você pode estar por cima hoje, mas o amanhã a Deus pertence;
Dos falsos, apenas se afaste, dos verdadeiros, se aproxime!
No mais... Ame, beije, festeje o dia, a noite, a madrugada, esta hora, este minuto e agradeça sempre e por tudo. Viva o momento da melhor maneira possível. Aprenda... Conhecimento nunca é demais. Diga as pessoas queridas, o quanto elas são importantes para você, toda vez que tiver oportunidade, pode ser a ultima vez que você a vê, pode ser sua ultima oportunidade!
Como uma brisa suave e acolhedora tu chegaste e refrigerou o meu coração.
Coração esse que tu tomaste.
Meus sentimentos obscuros estavam.
Mas como na aurora o sol iluminou
Tu fazer-te me um homem novo e hoje todo teu eu Sou.
De corpo, alma, mente
Sentindo teu coração pulsar,
Batendo bem forte,
Percebo a sorte
Que foi te encontrar.
Meu sangue ferve.
Nesse quarto a gente se ama,
Nos deliciamos nessa cama,
Minha alma fica leve.
Não vejo a hora passar,
Em teus braços
Sinto o tempo parar.
Nos encaixamos perfeitamente.
Eu te amo
De corpo, alma, mente.
Minha mãe
Senhora das senhora merecedora de glórias... não sendo Marieles...mais sendo Carmens...irmã de Cleuzas filha de Tereza...guerreira mãe
Avó
Bisavó...sacerdotisa...feiticeira... mulher que faz....faça chuva ou faça sol...com lágrimas ou alegria ela não desiste....Oxum é a dona do seu Ori...exú dono de seus caminhos...Ogun do seu destino... não sei apenas gostar... eu sou de amar e me declara... por isso este poema eu vim falar e lhe mostrar...que eu sempre irei te venerar.
Te amo nossa grande mãe!
Meu amigo leitor
Observe por favor
meus poemas podem ter rima pobre
porém tem alma nobre
não ignore
apenas aflore
Crítica
Existem muitos poemas
Tecidos sob as nuvens
Cujos repetidos temas
Nada mais intuem
São reles afirmações
Sequências de quase nada
Daqueles que sem inspirações
Querem dos outros a estrada
Um dia não serei mais
Mas antes de partir
Com as palavras tocarei
As melodias da Alma
Coisas que embelezam o mundo
Coisas que só o Silêncio profere
Quando se ama
Quando se ama não há dificuldade
Quando se ama vive-se pelo outro
Não inventa desculpas
O amor vence todas as culpas
Não se diz: vou ver
Não vê dificuldade
Tudo é possível
Não há limite para buscar a felicidade
No amor se joga
Não espera chegar
É toque de bola
Que não precisa a bola amansar
O amor enfrenta feras
Enfrenta até leões
Vence o cansaço
E até grandes gozações
O amor do poeta é maior que o de nenhum homem; porque é imenso, como o ideal, que ele compreende, eterno, como o seu nome, que nunca perece.
A ociosidade faz nascer o amor e, uma vez desperto, conserva-o. É a causa e o alimento deste mal delicioso.
Como a nossa fragilidade o concebe e o pratica, o amor é um sentimento essencialmente incômodo. Mal dois olhares se trocam e duas mãos se enlaçam, vem logo a tragédia das suspeitas, dos ciúmes, das zangas, das recriminações, estragar momentos que deviam ser os mais belos, os mais alegres, os mais despreocupados da vida.
O amor é um estado essencialmente transitório. É como uma enfermidade. Tem a sua fase de incubação, o seu período agudo, a sua declinação e a sua convalescença. É um fato reconhecido e ratificado por todos os fisiologistas das paixões.
O amor nascente é tão melindroso, pueril e tímido, que receia desagradar até com o pensamento ao ídolo da sua concentrada adoração.
