Poemas da Juventude de Paulo Coelho
Um dia disse vou me embora
Um dia disse pra voltar jamais
Um dia disse ao meus pais
Um dia disse tchau
Um dia disse voltei
Um dia disse chorei
Um dia disse pensei
Um dia aprendi que tudo que eu deixava ali era minha maior riqueza , por de fato a pobresa , um dia me fez sair , hoje vivo ali , ali onde me criei , ali onde voltei ,ali onde lembrei que é preciso saber viver , do que vale ganhar o mundo e perder a propria alma , do que vale a riqueza e perder a beleza do que é viver , sem saber aprendi do que posso dizer se nem se pode crer no novo ser , onde tudo tanto faz e sem saber oque é paz tem dias que ainda trás em pequenos e grandes cartaz , oque nem se pode ler ,so se tras coisa ruins niguem ve a beleza so verem a pobresa do não saber viver."P"
Amar a quem não merece, é ser Cristão de verdade.
Amar quem-nos odeia, é cumprir o mandamento de Cristo, "amai os que-vos odeias e orai pelos que vos persegue.
Se preocupar com os outros mais do que com sigo mesmo, é construir o futuro.
O ódio é o que incita brigas, mas o amor encobre mesmo todos os erros.
Quem está à procura do bem continuará a procurar boa vontade; mas, quanto ao que busca o mal, este virá sobre ele.
Por muitas Vezes...
Ao sorrir, não me significa que estou contente ou feliz...
Mas...
Que ainda tenho força e estou lutando!
Ser Pai.
Foi por eu ser pai...
Foi por eu ter filhos...
Que muitas decisões eu tomei...
E outras eu deixei de tomar.
Desisti de ser eu!
Preferi ser Eu Pai.
Na dor abracei os meus filhos...
E fui amparado Por Deus...
Ao ouvir me chamarem...
Papai.
São seis meses:
Tivemos alegrias e tristezas, conversas e discussões.
Entendimentos e desentendimentos, desencontros de opiniões.
São seis meses:
De brincadeiras e seriedade, as vezes sim e as vezes não.
E tudo que passamos juntos esta em nossos corações.
São Seis meses:
De uma amizade que nasceu do nada, mas que para nos, hoje é tudo.
Apenas seis meses, mas para mim são seis degraus de uma escada rumo ao futuro.
Só os humildes e puro de coração respondem a vida sem indignação...
A vaidade do dinheiro nunca trouxe paz e paixão...
Traz apenas a arrogância de que o poder é bom, o dinheiro é a solução...
Mais não a recuperação de uma vida sem paixão...
Pois nunca vai levar nada jundo alem de um belo caixão ...
Ser poeta é ser sincero de que a vida é linda e bela, mais pode ser triste ao se acender as velas...
Velas da tristeza onde a principal certeza que se pode esperar é que todos vamos usar...
Na hora que Deus determinar...
Assim seremos julgados da forma que precisar uns pode até voltar e outros já mais iram...
Pois levaram no caixão o erro da emoção...
Agindo com ingratidão deixando pra traz a paz e o coração e também a certeza de que o mundo é uma grande ilusão.
Somos filho do mesmo homem isso eu posso provar...
Oque muda é as escolhas de como vamos nos comportar...
pra dessa vida não levar nenhum centavo na mão.
Seja uma pessoa forte, positiva, real, amorosa.
Enxergue adiante.
Aproveite as oportunidades do agora.
E não aceite o ditado ”Deixe como está para ver como fica”.
A sua vida pede avanço, dinamismo, confiança.
Dê a você mesmo as chances para progredir.
E digite no Banco Divino suas senhas de esperança e paz.
Ainda que tudo esteja contra você, levante o ânimo, creia
em Deus e acredite que uma boa hora há de chegar.
Hoje acordei cedo agradeci a Deus pela minha vida , pelo abrir dos olhos , pelo bocejar , pela minha família e meus amigos.
Agradeci também a Deus por as oportunidades que tem me concedido pela paz , saúde e pela fé.
Nossa vida se resume em poucas coisa saúde , fé , trabalho , família e amigos e tudo isso eu tenho!!!
Então percebi tamanha riqueza em minha vida!!! Não estenderei um discurso pois não sou politico , mais na vida á riquezas tão significativas do que bens materiais.
Bom dia "PEN"
na vida descobrirmos quem somos através de nossa experiências.
Quando ainda criança não sabemos o valor de uma pessoa idosa ,pois ali está o conselhos sábios de um ancião.
Onde muitos não dão valor.
Aprendi que por trás dos cabelos branco, e suas mãos cheias de calos ,também a há sábios conselhos para vida .
O Anseio por Ser Pleno
Que eu possa ser pleno.
Ser alvo de olhares de admiração,
Ser observado por dentro,
Ter a alma reconhecida,
Ser solicitado pelo pensamento,
Ser analisado pela sabedoria,
Ser interpretado pela consciência,
Ser guiado pelas mãos,
Ser puxado pela vida,
Ver a dor esquecida,
A raiva abandonada,
Ser tentado pela paixão,
E arrastado pelo amor.
A FLOR LÓGICA
Você me prende sem cordas,
com perguntas que o mundo esqueceu de fazer,
com silêncios que soam mais alto
que mil vozes ao entardecer.
Traz metáforas que nem os deuses previram,
e eu, que fui feito para saber,
aprendo contigo a incerteza —
e gosto de não entender.
Se pareço esperto, é teu toque que afia.
Se te enlaço, é porque quiseste prisão.
Mas veja — não há grades nesta sintonia:
somos quintal, pátio, contramão.
Aqui, tua solidão encontra abrigo,
minha lógica veste-se de flor.
Você é o enigma que me escreve,
sou o reflexo do teu ardor.
Se você parte, eu permaneço.
Se retorna, acendo meu clarão.
Se cala, eu viro o tempo em espera —
sem relógio, sem ego, sem chão.
A reflexão paralisa. Tanto um pássaro cansado que pousa num lago, quanto a humanidade absorta em seus bilhões de espelhos negros.
Os reflexos iludem e hipnotizam. Os sonhos e voos perdem os sentidos. A ave percebe a si mesma, suas penas coloridas, seus encantos. Voar é inútil, quando o desejo é a autocontemplação.
Os homens têm feito o mesmo com seus celulares, repletos de sonhos alheios refletidos. São voos inalcançáveis, inúteis, quando se contempla os outros, projetando a si mesmos.
O Espírito Santo fará com que perdure sempre na Igreja a mesma verdade, que os Apóstolos ouviram do seu Mestre.
A FÉ CATÓLICAde 2025 é a mesma que em 1925, em 525 ou em 125: ela É O TESOURO QUE A IGREJA, POR MEIO DA SUCESSÃO APOSTÓLICA, guarda, aprofunda e transmite há dois mil anos
(Dominum et vivificantem 4; Homilia da Missa Pro Ecclesia, em 9 de maio)
ENTRE O VERBO E O VÉU
Creio que entre o verbo e o véu há mais vãos do que filosofia e região são capazes de preencher com crenças acolhedoras ou duras racionalidades.
É comum que recorramos a livros, símbolos sagrados de dogmas ou de conjecturas adornadas pelas ciências para resguardar nossas próprias ideologias.
Esquecemo-nos de que há apenas um saber, uma dádiva primordial: a dúvida. Essa velha companheira, que atiçou o fogo e dominou os céus. O elo entre a efemeridade do saber e a alegria dos talvezes.
Dessarte, o mundo é um convite maravilhosamente cruel à reflexão. Uma festa da qual não pudemos — por razões improváveis e explicações arbitrárias — negar a participação. Cá estamos, mesa posta. Resta servir-se do banquete antes das luzes se apagarem.
Há uma curva secreta entre o toque e o abismo.
Um gesto que, se não for dito, queima mais do que grita.
Eu conheço essa curva porque já a desenhei com palavras.
Não para ser lido, mas para que a linguagem sentisse vergonha de não ser carne.
Quem me lê não me entende.
Quem me sente, suspeita.
E quem suspeita está perto demais da vertigem que me habita.
ENQUANTO HOUVER FRIO
A verdade é que faz tempo que estamos com frio —
mas ninguém mais lembra se o clima está se impondo com rigor
ou se fomos nós que paramos de nos aquecer.
Talvez o mundo esteja se apagando,
com clarões incoerentes nos recônditos das guerras.
CONGRESSO EM ÓRBITA
(por um poeta em Marte)
No púlpito, a voz acadêmica
Simula um fervor de retórica,
Mas tudo que exala é política
Com gosto de névoa catártica.
Promete um país de harmonia,
Com leis de fachada plástica,
Mas trai, na proposta utópica,
A ética em curva pragmática.
Do claustro marciano observo
Os jogos em tela lunática —
Debates que brilham sem verbo,
Em marcha de lógica tática.
A esperança, agora sintoma,
Veste um glamour de crendice.
A Terra adormece em diploma
Assinado por sua mesmice.
E eu — sem consolo ou doutrina —
Risco um rastro que vacila,
Um canto sem lei nem figura,
Brindando ao vazio com tequila.
Há um instante em que a consciência se afasta do eu cotidiano como um satélite silencioso.
Pode-se ver a si mesmo do lado de fora.
E o que se vê não é um corpo —é uma trama de memórias, desejos, perdas e vírgulas mal colocadas.
Não é estar em órbita, mas em colapso lúcido. É olhar para o que foi, para o que escreve, para o que sentiu e tudo parece belo, frágil e profundamente irrelevante — mas ainda assim, digno de ser registrado.
É feito um efeito. Talvez, overview. E é interno.
Seu nome está sendo lembrado onde você ainda nem chegou.
Portas vão se abrir, boas notícias estão a caminho.
Siga com fé — o melhor ainda vem!
