Poemas da Juventude de Paulo Coelho

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⁠Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; porventura não sois carnais?
Pois, quem é Paulo, e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um?
Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.
Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.
1 Coríntios 3:4-7

Inserida por abrbueno

⁠O poeta burgo da esperança.
(Paulo Sales)

Perante a degradação dos sentimentos,
Onde o caminhar é áspero, semeado de percalços,
Corações jazem inativos,
Agasalhada resta a solidão.

O poeta tem na vida,
Suntuosa beleza,
A expressão da arte,
Entre lágrimas e lamentos,
Do pensamento ao sonho.
O burgo da esperança.

Fulgor de inspiração,
Luz do olhar,
A visão do amor,
Que direciona a alma,
Ao mundo das flores,
Que ao tempo colherá.

Grande alvoroço,
Traz a poema
Pois mora no interior do sentimento,
Sabe conviver com a dor,
No mais profundo silêncio,
Onde só a poesia é capaz de anunciar.

Inserida por PAULOSALES

⁠Nostálgico tempo lírico e poético dos românticos.
(Paulo Sales)

Olhando para o infinito,
Introverso aos sons das mais belas expressões,
Afetuosas promessas de amor,
Entusiasta o coração,
Por projetos e aspirações.

Nenhuma ilusão é possível reter,
O triunfo da imortalidade,
Laurel do sentimento puro,
Sedutora afabilidade.

Raios mútuos,
De juras eternas,
Lunar que romantiza a paisagem,
Beijos tantos,
Calorosos,
E quantos,
Carinhosos abrigos.

Acorrentados a sonhos de felicidades,
Onde a razão precisa de auxilio,
Amantes que inspira e não comparte.

Corpos nunca vistos,
Desejos insofismáveis,
Sútil obra de arte,
Mas maleável e filtrado.

Ontem assim foi,
Românticos restaram,
Obsoletos ou ultrapassados,
Inafastável lembrança,
Atroz saudade.

Inserida por PAULOSALES

⁠PARA QUE SERVE A SAUDADE?
(Paulo Sales)

Em bela tarde de nostalgia,
Lembro um passado pouco distante,
Em que o pôr do sol, servia de inspiração para compor um futuro próximo.
Esperança, planos e sonhos, faziam parte de um pensamento jovem.

O tempo passou e como professor da vida, trouxe a recordação momentos daquele jovem pensador.

O sonho não tinha limite e o amanhecer era apenas um novo começo.
O pôr do sol passou a ter um ar, uma conotação de melancolia, pois os sonhos e a esperança daquele jovem tinha ido por fim, com o amadurecimento. Ledo engano.

Restou a saudade, mas para que serve a saudade, senão para que o passado se faça presente e venha inspirar o futuro.
A conquista não depende de um pensamento jovem, sequer de um jovem pensador, também não deixa de acontecer por ocasião dos percalços da vida.

A saudade alimenta o hoje, e faz brotar o amanhã.
O sonho se finda com a realidade; mas do que serve a realidade sem um sonho?

Então me alimentarei com a saudade, fortalecerei o presente e seguirei sempre em frente, pois a esperança e o sonho não tem idade é tão somente o deleite para a humanidade.

Inserida por PAULOSALES

⁠Vaidade
(Paulo Sales)

A Vaidade mundana,
É Cálice de fel,
Afetação de virtude,
Pálida, mas reciclável.

Excelsa Confissão de amarguras,
Frias, silentes e necessárias,
Vencer é inescusável,
Na peleja da adversidade.

Há um abismo entre o presente,
E o passado nefasto,
Com força e vontade hercúlea,
Um raio de amor,
Infunde a esperança.

Na solidão do seu próprio cárcere,
Despontam manifestos de infelicidade,
Por inexperiência e seduções maléficas.

A rota por onde peregrinamos,
É rodeada de espinhos e decepções,
Uma centelha de fé,
Suaviza o caminhar.

Ao sol poente,
Como nasce uma flor,
O homem é capaz de renascer,
Ablegar a futilidade,
Descobrir com paciência,
E tanta coisa saber,
Da real felicidade.

Inserida por PAULOSALES

⁠A Cegueira
(Paulo Sales)

Vergonha de ser cego,
Por incapacidade a que ficou reduzido,
Pelo nutrir do ego.

Refocilando na vingança,
O homem deixou de prover o bem,
Para viver sem esperança.

Inércia de olhar,
Noite pávida da cegueira,
Ao deixarmos de ser filhos da luz,
Por andarmos nos caminhos das trevas,
Terra falsa, mas que seduz.

O universo continua irradiando,
Vida fecunda,
De beleza sem igual,
Basta despertar o coração.
Capela singela,
É só prestar atenção.

E do amor universal,
Que todos deserdamos,
Em ato de negação,
Dramática é a ingratidão.

Porém existe uma luz,
Uma aceitação maior,
A restaurar a visão,
Um sortimento de cores,
O amor,
Faça dele doação.

Inserida por PAULOSALES

⁠Paixão e pecado.
(Paulo Sales)

Insatisfeitos e voluntariosos,
Urge pelo afastamento do amor;
Banimento dos puros sentimentos,
Resignados pela desventura,
Mórbidos e preconceituosos.

Desilusões cruciantes,
Revoltas improfícuas,
Incrédulos e sem expressão,
Comodismo ou tradição.

Desejo! Pecado ou retidão?
O homem amotinado,
Contrário a existência,
Deve amar discricionariamente,
Com impulsos cego.
Abrasador cântico da Paixão.

Inserida por PAULOSALES

⁠Apenas um Menino
(Paulo Sales)

Vagando pelas ruas anda um menino.
De pé no chão, sem residência ou moradia,
Incapaz, impúbere,
Sonhos primitivos, distantes ou distraídos,
Hipnotizante, latente e penetrante.

Invisível para muita gente.
Desprezado e sem amor,
Compaixão ou fraternidade.
Com fome, frio e sede.

Pede pão, a quem só sabe dizer não.
Não ao social, não a cultura, não ao irmão.
Para saciar a sofreguidão,
A cola vem como ilusão,
O furto para suprir a penúria, à alimentação.

No enredo diário,
Cenário comum,
Sofrimento, que não chama atenção.
Morre, assim, o menino, nasce o ladrão.

A sociedade acorda,
Num simples olhar,
Que mancha a terra,
Retrata o choro,
Por ter se feito calar.

Desde tormento,
Concedido de bandeja pela corte,
Ao despertar, desconfiado,
De um estampido,
Ouve-se um tiro,
Morre o menino,
E o futuro da nação.

Inserida por PAULOSALES

⁠TRANSFORMAÇÃO
(PAULO SALES)

Folhas caídas, árvores despidas,
Como verso de bravura.
Desenraizar as inverdades que carrega consigo,
É preciso apontar.

Necessário que suas almas sejam enroupadas.
Fantasmas da desconstrução,
Consciências culpadas,
Fogos dos remorsos,
Faz necessário apagar.

Prepotentes, em lastimáveis ofícios,
Em assédio de espíritos assaltantes,
A exortar ao fracasso,
Prejuízo ao próximo,
Devaneio a si próprio.

Imensurável esforço,
Lutas árduas, incontáveis.
Obreiro sincero, humilde,
Estatuído de moral,
É o ensinamento do insigne mestre nazareno,
Para rechaçar o mal.

Vigiai,
A prece é o remédio,
A fé a cura.

Vida perfumada terás,
Risonha e eterna,
O amor persistirá,
Aspirando a própria natureza,
Ao som da fraternidade.

Inserida por PAULOSALES

⁠Solidão
Paulo Sales

Solidão.
Simples, sóbria e cálida.
De calma só a ilusão,
Inerte.

Generosidade do destino,
Inevitável enganar o coração,
Ou a tristeza em saudade,
Uma moldura em pedaços.

Sonhos meus,
Que não os conhecia,
Fortes são as cicatrizes.
Ao despir a memória.

Restaurar, pela última vez.
Se diluiria a dor, sem explicação.
Sopro único ou instinto.
Dividir o espaçoso lugar.

Repartir o silêncio,
A luz do luar,
Comungar de línguas infinitas,
Voltar a amar.

Inserida por PAULOSALES

Dez graus em São Paulo, pipoca, TV, Netflix
Comédia romântica, Fini e umas caixas de Bis
Celular no modo avião
Nós dois no sofá de um lugar dividindo o edredom
E o que ilumina é a luz da minha televisão

Inserida por pensador

Perdi a direção dos meus passos quando te conheci "Paulo "



Zélia Gamel 💞

Inserida por zelia_gamel

Paulo Vitor diz:
msm sendo uma pessoa muito calma, meu coração chama o seu nome..
dizer q meu coração só chama seu nome para ser completado...
"meu amor por vc engrandece à medida q meu coração bate forte por ti e chama sempre por ti para ser completado"

Inserida por Kathryn

Mais vale um pássaro voando
do que dois na mão!

PauloPCampos (Paulinho Campos)

Inserida por paulopcampos

O Amor da minha vida que eu tanto amo ...
" Paulo Vitor diz:
Venha colorir mais a minha vida,
Sem teu amor, minha vida ñ passa de um simples filme mudo, e preto e branco"

Inserida por Kathryn

Espero - mesmo que seja no fim - ser resgatado dessa desesperança no amor.

São Paulo, janeiro de 2009
Pós - "Passe a régua"

Inserida por K.Novartes

Paulo Vitor diz:
vc é a mulher perfeita pra me fazer feliz
vc é a filha de DEUS q me dá forças para viver
vc é a estrela mais iluminada do meu céu

Inserida por Kathryn

A gente sempre estamos mais ligados na vida dos outros do na nossa propria vida. Já dizia Paulo Coelho: "todas as pessoas tem a noção
exata de como devemos viver nossas vidas. E nunca tem a noção de como devem viver as suas proprias vidas". È, vivemos julgando, falando
isso, falando aquilo sem ao menos, as vezes, conhecer. Não é porque uma pessoa fala mal que nos temos que falar; não é porque uma pessoa
não gosta da gente que não vamos gostar dela. Tem pessoas que odeiam as outras pelo simples fato de não ir com a cara dela, á outras que
odeiam por inveja começa a falar, inventar coisas a respeito. Sei lá, parece que as pessoas entendem melhor a vida dos outros, sabem ver inu-
meros defeitos e não conseguem enxergar os seus proprios. As vezes os defeitos que ela ve nos outros, são os delas e também as qualidades
que muitas vezes vêem, mas preferem esconder, são as dela também. Tem aquelas também, que não vivem sua vida de verdade, prefere se-
guir sua amiga ou alguém que ela 'acha' melhor que ela, fingindo ai ser outra pessoa, é a famosa 'Maria vai com as outras. Pensam que
estão fazendo bonito, porque pensam: a se todo mundo gosta do jeito dela, então vai gostar de mim também.E acabam esquecendo que boni-
to mesmo é ser ela mesmo, do jeito que ela é. Em todo mundo á algo que chama atenção em alguém, a pessoa nem precisa ser bonita, mas
tem aquele charme, aquele sorrizinho. As pessoas vêem mais aparencia do que essencia, querem mais quantidade do que qualidade, preferem
as coisas faceis porque não querem 'perderem seu tempo com as mais complicadas', se tem as fáceis, então porque demorar tanto não é? Cada
um me vê do jeito que quer, mas se EU sei como sou realmente, nada do que inventar ao meu respeito me prejudicará, todos podem até acre-
ditar, mas se eu acreditar em mim mesmo e não se deixar levar por essas pessoas, para mim já é uma grande vitória. :)

Inserida por K.M

Escritor de Itararé Lança Livro em São Paulo



Silas Corrêa Leite, Poeta e Ficcionista premiado, nosso conterrâneo e colaborador mais antigo do jornal, lança nesse sábado, 6 de Outubro, às 18 horas da tarde, na Biblioteca Viriato Corrêa, Rua Sena Madureira, 298, Vila Mariana, São Paulo, Capital, o seu novo livro CAMPO DE TRIGO COM CORVOS, Contos, 144 Páginas, Editora-Design-SC. O livro de contos na maioria premiados (todos falando de pessoas, causos, expressões, ambientes folclóricos e boêmios de Itararé) já foi lançado em nossa cidade no inicio de agosto em bela noite de autógrafos, e agora está sendo lançado na capital paulista. O nosso premiado Coral Santo Antonio, do brilhante Regente Elcir Mello, estará presente representando Itararé artisticamente no importante evento lítero-cultural, juntando em Sampa conterrâneos que lá trabalham e estudam, entre amigos do Poetinha Silas, mais jornalistas, educadores, advogados, escritores, alunos e mesmo seu público fiel de leitores denominado “Grupo Leia Silas”. A Jovem Pan, por intermédio do Jornalista e Crítico Literário Álvaro Alves de Faria agendou entrevista com o nosso escritor, que longe de casa, depois de ser um vencedor em tudo o que faz, promove Itararé na arte literário seu maior dom, cantando nossa terra em versos, prosas, causos e acontecências, motivo de orgulho para a imprensa local, e, claro, ainda para o maior jornal da Região, “O Guarani”, onde tudo começou, tendo o nosso semanário a partir de 1968 servido de palco para as precoces e diferenciadas criações do Silas, de sua sensibilidade, de sua visão, de seus amplos aprendizados e mesmo o seu grande amor por Itararé, porque ele cada vez mais leva o nome de Itararé por onde faz palestras, ganha prêmios, e ainda mostra suas invencionices em publicações em mais de 300 sites do mundo da web. Site do Silas: www.itarare.com.br/silas.htm - E-mail: poesilas@terra.com.br (Jornal O Guarani)

Inserida por poesilas

''Esse é o paulo cesar de souza espindola..''

é só sentimento
sou apenas um retratista , pintando minha dor na folha com meu sangue negro,
não diferente de outro animal,
deixo que o gravite dos meus olhos me mostre outro caminha,
nesse quadro que é a janela da vida,
nessa estrada onde componho minha poesia relatando a dor e as alegrias..

Inserida por PauloRockCesar