Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
Fazer tempestade
em um copo d’água?!
Não é para mim.
Quando é hora de ser furacão,
eu me torno um Tsunami
servido numa simples xícara de café...
Tempestade em copo d’água?
Dispenso essas fraquezas domésticas.
Quando o mundo exige minha fúria,
não borbulho, transbordo.
Viro um Tsunami aceso,
espremido numa xícara de café
que mal contém o terremoto
que me atravessa...
Tempestade em copo d’água
nunca coube em mim.
Quando o destino pede vento forte,
me ergo inteira,
e o que deveria ser só furacão...
vira Tsunami silencioso,
agitanto a superfície mansa
de uma xícara de café
que me acolhe e detêm
como pode...
Não sei fazer tempestade,
com chuvas, raios,
relâmpagos, trovões,
trovoadas, ventos e etc...
uma única Onda
é o que sou capaz de fazer.
Afinal,
aprendi a ser Tsunami
com as tempestades.
✍©️@MiriamDaCosta
Na pintura haviam:
_ Um pântano, um barco muito pequeno, e quatro remos,
No espelho d`água dava pra ver o céu nublado, traços da vegetação e o vulto de dois corpos sujos de lama.
Na mesma pintura observaram:
_ Na curiosidade aguçada, deu pra sentir o calor na pintura, deu para vibrar com o barco jogado ao relento, enquanto dois corpos se perdiam na lama.
Entre as feridas que o tempo deixou,
nasce um sopro de luz que insiste em ficar.
E mesmo onde dói, a alma aprende a florescer.
lembrando que até as marcas mais profundas guardam sementes de recomeço.
“La Vereda” soa como um convite a andar fora da estrada principal.
A vereda é o caminho íntimo, o desvio onde o vento cochicha e as árvores sabem teu nome.
É o espaço entre o destino e o acaso, entre o sol que queima e a sombra que alivia.
Tenho um coração que quer acreditar.
Tenho um coração que amar, amar...
Tenho um coração que quer dar, dar, dar; e voar...
Tenho um coração que quer saltitar...
Tenho um coração desmedido ao bater:
Compassa, descompassa, me faz rir, me faz chorar.
O que pulsa meu coração é mais do que só ar
Tenho um coração que quer acreditar
e não há razão que o possa parar...
Desmedido, descabido, faz-me vibrar, torcer e ansiar...
Coração, não tens dó do meu Ser - mata-me e vive-me em um só dia - tantas vezes na mesma vida
Como seria com calma viver?
Como é a ótica de quem tem sabedoria e não liga para Crer?
Meu coração insiste em acreditar, porque é maior a dor de nada ver...
Como seria aspirar um cargo, um carro ou nada além de Deus como nos dizem ser?
Mas eu, anseio ser real mil fantasias como as imagino, sozinha, além do Céu.
Um sonho?
Muito mais...Um lindo sonho!
um desejo da realidade.
Era eu e você...Parecia real que desejei continuar dormindo.
Partilhávamos as mesmas emoçoes e os mesmos sentimentos; Amor e muita paixão.
Você estava ao meu lado e, timidamente, não hesitou em manifestar seu amor...Era apanas um sonho, um sonho quase real, um sonho de amor...
"Meus pensamentos e meus sonhos que sustentam tão grande amor"
Impossível explicar tão grande amor.
Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!
Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.
Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.
E então, de repente, chega Carpinejar.
Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.
Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.
E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”
É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.
Como ensinar o poder a amar sem possuir.
Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.
É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”
Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!
Se um terço dos cristãos pregasse mais Cristo que igreja, o caminho para a volta d'Ele certamente já estaria preparado.
Talvez, se assim fosse, o mundo reconhecesse com mais facilidade os sinais do Reino que já está entre nós.
Porque a Igreja, quando fiel à sua missão, não é fim — é caminho.
Não é vitrine — é serviço.
E nem é trono — é cruz.
O problema nunca foi a Igreja enquanto Corpo vivo, mas o risco constante de transformá-la em discurso, identidade social ou instrumento de pertencimento, quando sua razão de existir é apontar para Cristo.
Cristo não fundou uma instituição para ser adorada; fundou um povo para amar.
Não chamou seguidores para defender muros, mas para lavar pés.
Nem pediu marketing de fé, pediu testemunho.
E o testemunho mais eloquente continua sendo uma vida que se parece com a d’Ele.
Quando pregamos mais a Igreja do que Cristo, corremos o risco de anunciar um endereço e esquecer o Caminho.
Mas quando pregamos Cristo, a Igreja se cumpre: torna-se sinal, ponte, casa aberta — nunca obstáculo.
Preparar o caminho para a Sua volta não é fazer mais barulho religioso, mas produzir mais frutos do Espírito.
É menos disputa por razão e mais entrega por amor.
Menos bandeiras e mais cruz.
Muito menos autopreservação e mais conversão diária.
Talvez o mundo não esteja cansado de Cristo…
Mas talvez esteja apenas cansado de não vê-Lo refletido com clareza, sobretudo pelos evangelizadores mais preocupados em apontar o caminho da igreja do que d'Ele.
O vestido de noiva
Guardei no armário um sonho rendado.
Branco como a nuvem, um vestido de noiva, comprado prá você, puro e esperado.
Cada ponto da costura era um plano meu.
No brilho do cetim, o "nós" que se perdeu.
Eu trazia o amor na palma da mão.
Pensei que éramos um só coração.
Mas o destino é um nó que não se desfaz.
Ele abriu o portão e entrou e não olhou para trás.
Logo vc falou , preciso entrar.
Entrou no silêncio, num passo ligeiro.
Levando consigo o meu mundo inteiro.
No quartinho de costura, entre linhas e panos.
Você teceu outra vida, outros desenganos.
A agulha que moldava o meu véu de noiva.
Foi a mesma que feriu o que a alma desagua.
Enquanto eu esperava o altar e o sim.
Você casou com ele, bem longe de mim.
O vestido descansa. guardado e mudo
Numa casa , qualquer, onde o "quase" levou o meu tudo.
Paz e amor!!!
Autor desconhecido
+Q Técnicos em TI:
Se 1=B, 2=O, 3=M, 4=D, 5=I e 6=A
Ganhar um 1eijo no 2lho logo pela 3anhã é sinal 4e que recebes um 5menso 6mor.
No Excel: sendo " " um 'espaço'
=Concatenar (1;2;3;" ";4;5;6;"!")
BOM DIA!
O Bicudinho-do-brejo
é um passarinho romântico
de uma parte do meu Sul
magnífico e poético
em dias com ou sem Céu azul.
Com igual alegria de passarinho
no meu coração resolvi
construir para nós um ninho
feito com amor, carinho
e enfeitado por beijinhos.
O Bicudinho-do-brejo com
a sua persistência inspira
vivendo nos mangues, alagados,
pântanos e capins altos,
segue ensinando que os caminhos
não é e nem nunca serão
o do desânimo e da desistência.
Com o Bicudinho-do-brejo
e seu voo baixinho é possível
se movimentar, ir longe
viver o quê se pode hoje
e seguir amando sempre.
Observando a rota mística
do Bicudinho-do-brejo
aprendi que nem mesmo
o mau tempo pode fazer
com que queiramos menos
e que percamos a fé na vida.
Ó meu ex-amor, a sombra que já não me alcança,
Hoje a brisa que sopra é de um novo amanhã.
Houve dor, sim, mas nela encontrei a esperança,
A força que brotou de uma antiga manhã vã.
Fui teu espelho quebrado, tua voz que silenciou,
Mas a poeira baixou, e a vista ficou clara.
Obrigado por ter me transformado, o que restou
Não é mágoa, é a coragem que em mim se declarou.
Nesta pessoa que eu sou agora, não há vestígio
Daquelas amarras que um dia me prenderam.
O medo se foi, e cada antigo vestígio
De um tempo de trevas, meus olhos já não viram.
Fui casulo em choro, hoje borboleta em voo,
Cruzando horizontes que jamais sonhei tocar.
A tua ausência, enfim, foi o vento que me impulsionou,
E o passado distante não mais me pode assombrar.
Que a vida te siga e que o teu caminho seja,
Eu sigo o meu, com um brilho que só se acendeu.
Agradeço a lição que o teu adeus me legou e teja
A paz em meu peito, um amor que me renasceu.
"Deus é Benevolente também porque permite que qualquer um fale em nome dEle (com propriedade ou não)! E são tantos os que se acham Representantes de Deus, o que confirma a complacencia de Deus por qualquer um!"
Frase Minha 0667, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Imediatamente após a chegada de um Novo Ano, o ritmo vai se reduzir bastante até a chegada do Carnaval. Mas isso não é novo, não é mesmo? Ou duvidam?"
TextoMeu 1201
🎉
Hoje... um dia,
outro dia e o dia anterior.
Hoje será ontem amanhã,
outro dia..
e ontem será o dia anterior
outro dia..
um dos tantos dias passados -
dias em que eu costumava ser alguém -
passei,
passarei um dia, e outro dia, e outro dia
ainda alguém serei?
- Quem? Morreu...
- Morreu? Quando?
- Outro dia...
Um dia, outro dia e o dia anterior...
e eu , eu não serei ninguém.
Um anjo diferentemente das outras pessoas, te enfrenta vez ou outra, e as vezes, quando você passa do limite, ele não cede apenas ao que você quer ouvir, e argumenta com um cunho mais emocional mesmo, esperando apenas que um dia você entenda. E mesmo que você negue e diga que ele não entende, quase sempre, o famoso dia chega, e lá vai você dizer "Era isso que ele tentava me dizer e eu não sentia."
Texto Meu anjo é de chocolate
- E quantas mãos você tocou?
Depois de um doce vem sempre um copo d’agua
E o sal grita para ser devorado.
E quantas bocas você beijou?
Depois do arroto vem sempre uma desculpa
E um sorriso pior que o outro
E um novo gosto de amargura.
E quantas noites você dormiu?
Depois das vidas longas
Vem sempre as mortes curtas
E uma saudade imensa de tocar mãos.
Nunca fique surpreso quando alguém, um amigo, um colega ou até mesmo aquela pessoa mais próxima um dia sair de si e ter atitudes que podem te surpreender tanto quanto a capacidade dessa pessoa de lhe surpreender mostrando o oposto do que você já conhece!
Pessoas, uma caixinha de surpresas!
