Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado

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⁠Hoje não sinto mais (cala)frio
Cobri meu corpo de ternura
E minh'alma de amor!!!
Fernanda de Paula
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Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠O que eu não sei
Eu busco o conhecimento
Eu tento
Ou invento
Deixo-me levar pelo vento
Roda-se o catavento
E se eu cansar
Eu sento
E alimento
Minh'alma sonhadora
E meu coração sedento
De amor
Pela luz eu me oriento
Busco flores
Na rosa-dos-ventos
E por aí eu vou
Feliz da vida
Com o que eu aprendi
Com as dores do momento!!!
Fernanda de Paula
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Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠Joguei fora
Meu saco de pancada
Não aquele que eu tinha
Mas aquele que eu era
Porque me deixava
Roxa de raiva!!!
Fernanda de Paula
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Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠Na minha doce
"E nada mole vida"...
Eu estou ao meu lado
Na minha frente
Atrás de mim
E no meu interior
Sou eu por eu mesma
A responsável por tudo o que sou
Sou a parte interessada
Desta vida expiatória
Sou o amor contido
Neste peito aflito e ansioso
Por viver cada dia
E morrer no fim da história
Sou a beleza mais pura e natural
Então sou naturalmente bela
Sou todos os sentimentos
Ao mesmo tempo
Sou um amor de pessoa
E posso ser seu amor
Caso queira
Possuo um gênio dificil
Então sou adoravelmente geniosa
Tenho todas as imperfeições deste mundo
E reconheço todas elas
E tenho muita gratidão
Por Deus permitir que eu seja assim
Até aprender a ser bem melhor!!!
Fernanda de Paula
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Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠Quando me faltar o chão
Talvez eu vá para o céu
Ou para o inferno
Que está cheio de boa intenção
Só meu destino
Poderá me dizer
Para onde devo ir
Acho que é para dentro
Do meu coração!!!
Fernanda de Paula
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Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠Em época de confinamento
Do corpo e não da alma
Transforme-se
Para que o (seu) mundo
Possa também se transformar
Regenerar a moral
Resgatar a dignidade
Aprender a viver
Com simplicidade
Mudar a maneira
De enxergar a vida
E de vivê-la
Saia do casulo
Externo e interno
Externo é quando você deixa
De se importar com a dor do outro
É falta de empatia
E interno, é quando você se fecha
E não permite se amar
E ser feliz do jeito que é
Enfim, que possamos virar
Lindas borboletas
E ganhar o mundo
De amigos e de experiência
Aprenda a provar pra você mesmo
Que consegue ser
Melhor do que ontem!!!
Fernanda de Paula
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Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠tem gente que é
"macaco velho"
e mesmo assim
não aprende!!!
Fernanda de Paula
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Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠Dor

Não importa o quanto eu grite
O quanto eu implore por socorro
Ninguém vai me salvar
Não importa o quanto dói
Não há remédio que
faça a dor parar
Estou em um beco sem saída
Apenas rastejando
pelo caminho
Tentando sobreviver

Inserida por Sheilatinfel

⁠Quero submundo das fadasencantadas
Vampiros que sugam tristezasexpostas
Lobisomens que uivam serenatas
Curupira compreendido emtrajetória

Inserida por LibrianoPoetico

⁠Somos o que somos
Semente do que fomos
Raízes do que somos
Fruto do que seremos

Difícil ser amado quanto
Amar sem ser amado
Arder de prazer quando
Queremos nos unir

Sou fumaça exaltada
Preenche sua virtude
Que apodrece lástima

Mas também perfume
Que do doce tu gosta
Vira vicio quando usa.

Inserida por LibrianoPoetico

⁠Sim, transformaram-nos em coisas:
Em quantos carros temos na garagem ,
No patrimônio material que juntamos ao longo da vida ,
No volume de nossa conta bancária .
Grandes coisas!
No caixão serás só tu.
E uma roupa que de favor te vestiram,
Qual tal o mendigo que humilhastes ,
Ou o operário que explorastes .
Um corpo em breve fétido,
Como a consciência que nunca tiveste .
E pelos cantos dirão:
Morreu a peste!

Inserida por zatonio

⁠Tô tirando muitos relatos defilmes
Jogando todos eles narealidade
Masa nossa vida talvez setorne
Um filme sem plateia alguma
Nossos momentos servirão
De legendas para os surdos
Nosso ‘trailer’ seráinspiração
Ao ser lançado fora docinema
Eo valor dos supostos ingressos
Viraria investimento ao nosso futuro.

Inserida por LibrianoPoetico

⁠SAUDADE

Quando a saudade chegar, apenas feche os olhos e lembre-se dos momentos em que esteve em meus braços,
Do prazer que sentiu com meu toque em tua pele,
Do meu beijo em tua boca carnuda,
Dos meus olhos escuros olhando ao fundo dos teus.

Quando a saudade chegar, apenas feche os olhos e lembre-se do meu cheiro exalando desejo por ti,
Da minha entrega sem reservas às tuas carícias atrevidas,
Dos meus gemidos de satisfação ao tê-lo dentro de mim.

Quando a saudade chegar, apenas feche os olhos e lembre-se que um dia eu já fui tua.
Que um dia eu entreguei o melhor de mim a ti.

Inserida por katiaruiva

⁠PORTO SEGURO
A procura do amor eu saí pelo mundo
Entrei tantas vezes em vales profundos
Como Dante a buscar Beatriz
Cruzei a fronteira do mundo real
Pra chegar ao paraíso e ser feliz
O amor me guiou, ao encontro da paz
Que mora em seu sorriso
Pois sempre acreditei que você existia
Não era sonho ou fantasia
Meu desejo impossível
A razão me dizia estás perto do cais
Do teu porto seguro
Onde finda os teus ais

Evan do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

⁠ESCREVER

Ainda sou crua, porém,
permaneço tentando
enquanto me houver pautas nuas.

Tenho esperança
que meus traçados poemas
causem enlaces.

Oh céu,
Quão belas são tuas cores
Já te vi com tantas delas
Mas nunca os teus bastidores

Sois belo no amanhecer
E não menos ao entardecer
Mas amo as suas estrelas
E a lua ao anoitecer

Nos envolves e protege
Como queria te compensar
Pena que não eleges
Quem de ti irá cuidar

Inserida por pkcst

Enlouqueça

Enlouqueça para sentir
Fique louca e dance, pule
Beije aquela boca na rua e sinta a vibração da música tocar dentro de si

Fique louca
Fique ousada
Fique atrevida

A loucura liberta.
O que seria da lagarta sem a loucura do casulo?
Jamais seria borboleta pra loucura do vôo.

Enlouqueça e viva
Fique louca e se jogue sem medo de mudar
Fique louca e jogue sem medo de amar

Enlouqueça e quebre as regras da sanidade
Retire as máscaras que te impedem de viver

Enlouqueça e viva
Simplesmente viva a deliciosa loucura que é viver.

Kátia Osório

Inserida por katiaruiva

Agora
o poema tem outra causa.
Seu efeito, lume ofuscado,
pousa

ainda
na concretude fixa e fiel
do corpo da palavra
vaza.

Depois,

o signo escorre
e brilha o seu sêmem,
penetra a cavidade e,
finalmente, fecunda o
óvulo da palavra.

Inserida por andre_merez

Outro poeta

O poeta sempre é outro
não esse que se propõe.
Não essa fissura aberta
no intermeio do verso,
não esse suposto vago.

O poeta é outro, sempre outro.

À parte da teogonia de Hesíodo,
só essa camada de fibras e folhas,
só um ser assim sem as premissas,
o poeta não é esse suposto e visto.

O poeta é outro, sempre novo.

É sempre esboço, tem de ser,
sempre garatuja que se mostra,
busca que se deixa exposta,
desencontro, aniquilamento.

O poeta não é todo sentimento,
às vezes ele é régua e compasso,
às vezes é aço, ferro e cimento,
pátio vazio, concreto em branco.

O poeta é outro, sempre torto.

Viés de caminho, voz de dentro,
oblíquo, adunco, gauche, penso.
A dissidência, a vida mundo, vida
poesia nos pedaços desse tempo.

Inserida por andre_merez

O poeta que socializa o verso, escreve pra todo mundo, alcança o professor e o operário. Faz versos como quem diz a todos, sem distinção, sem encastelamento, sem torre. Dissemina o verso, contamina a moça do caixa, o feirante, a balconista. Poesia não é só isso ou só aquilo, poesia é aquilo e isso junto.

Há poetas de comunicação e poetas de experimentalismos. Sou afinado e aprecio os do primeiro tipo. Não que os outros me desagradem, ou que eu tenha restrições em lê-los. Leio de tudo. Amo ler poesia.

Mas quando penso no poder que a poesia exerce em quem tenha habilidade de compreendê-la e se utilizar dela, penso igualmente em quem dela não se beneficie por ser demasiado hermética e reservada a uns poucos privilegiados.

Salvo a afirmação que brilhantemente Guimarães Rosa aponta "Antes o obscuro que o óbvio", há que se encontrar um equilíbrio. Um meio termo entre o que se dá sem nenhum desafio ao leitor e aquilo que se fecha tanto que o afasta.

Poesia tem que circular em muitos meios. Livre. Poesia, entre outras coisas, tem que comunicar.

Inserida por andre_merez