Poemas Curtos Tristes

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Não permita jamais que a tristeza acabe com o que tens de esplêndido e te faz feliz! O teu sorriso. BOA NOITE!

⁠"Mesmo triste, mesmo magoada, mesmo sem motivos, tente SORRIR, pois seu sorriso pode ser o motivo de alegria de alguém"

"Não é dor, não é tristeza… é o coração rendido quando Deus decide tocar onde ninguém mais toca."

Quando a tristeza nos procurar, devemos recebê-la bem, para que na despedida ela saia sorrindo.

⁠Só notamos os dias felizes da nossa vida passada depois de darem lugar aos dias de tristeza.

Arthur Schopenhauer
As dores do mundo. Lebooks Editora, 2020.

O jogo de futebol é um teatro da vida, mistura de alegria e tristeza, de razão e emoção, de planejamento e improvisação, de técnica e fantasia.

É triste mas, infelizmente, é verdade que os homens não aprenderam a lição da História.

Carl Jung
Sincronicidade. Petrópolis: Vozes, 2018.

Fica aqui, Jesus, pois a minha alma está angustiada de tristeza, mas a Tua presença traz alegria para a minha alma.

⁠Convença quem está triste a sorrir, e para quem parou ainda dar para prosseguir, e aquele que errou ainda dá tempo de corrigir.

⁠Hoje é dia de cortar amizade e pessoas tóxicas, cortar a dor, cortar a tristeza, cortar tudo que não te serve mais, remover tudo que tem te feito mal !

Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.

Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.

Que a sua boca se torne a adega onde a minha alma bebe o vinho do esquecimento de todas as tristezas passadas.

A tristeza é o adubo necessário para que a alegria floresça sem ser superficial.

Há uma beleza triste em quem aprende a aceitar limites. Não é rendição, é sabedoria que se disfarça de resignação. Quem aceita limites encontra mais espaço interior. Porque o que cedia a excesso, agora descansa em medida. E essa medida devolve a paz roubada pela ilusão do tudo.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

Certas tristezas não são visitas, são inquilinas. Trocam as fechaduras, instalam-se e passam a chamar o meu vazio de lar.

A tristeza é uma cor que combina com tudo o que eu escrevo, um pigmento que extraio das sombras que o sol projeta quando decide se pôr cedo demais. Não busco o arco-íris, busco a gradação de cinzas que existe entre a dor absoluta e o alívio de um sono sem sonhos.

A tristeza profunda tem um peso gravitacional que atrai todos os outros sentimentos para o seu centro, transformando alegria em ironia e esperança em cansaço. É preciso muita força centrífuga de vontade para não ser engolido por esse buraco negro que carregamos no peito.

A tristeza é um mar calmo onde a gente pode afundar sem fazer barulho, deixando que a pressão da água nos abrace até que não sintamos mais o frio da superfície. É um refúgio perigoso, um abraço de ferro que nos protege do mundo ao custo de nos tirar o ar.