Poemas Curtos Tristes
"Pai faças de mim o Teu jardim , onde a maldade não nasça e a tristeza não venha ter raiz."
—By Coelhinha
Vivemos tempos soturnos.
Tempos tristes...
Tempos rudes!
Tempos de louvação à morte.
Teremos tempo de ver mais humanos tempos?
O canto triste e melancólico
da sabiá-laranjeira
que reside aqui em frente,
invade minha solidão.
Formamos um belo par de solitários,
ambos fora de tom:
ela, com seu canto,
lamenta o amor que se foi,
eu, em meu canto,
lamento o amor que não veio.
“Música, linguagem universal, que lava toda tristeza e purifica os sentimentos da gente!”
Otávio Bernardes
Eu leio corações
Por isto me confundi
E achei que o mundo
era feio
triste
medonho!
Foi quando te encontrei
E descobri
Havia esperança pra mim
e para o mundo!
Vivo minha realidade, realidade de tristeza que me invade com suas formas nada sensíveis;
Todos os dias eu não tenho o amor que convém ou o amor que ficou por interesse;
Selvagem se torna meu caminho aos olhos dos ímpios;
Sem um abraço eu vago para um lado e outro sem ter o próprio tempo;
Eu já me permito diluir minhas tristezas para ter os sentidos intensos para poder escutar você me chamar;
Eu sempre irei te assistir te oferecendo minhas pétalas que desejo usar para enfeitar seu chão;
Quero desatar o seu vazio e transbordar suas alegria com o meu amor um tanto mortal;
E tento não me ver perder para não cair em tristeza embolando meus passos sem saber sair dessa história;
Continuo minha luta mesmo sabendo que é uma rota arriscada e que não tem sentido;
Para que minha vitória seja infinita e me encha de orgulho por muito tempo;
A minha tristeza não se resume a perdas da vida;
Nem a confusões do meu coração!
Mas a que nunca fora dito ou feito pela sinceridade;
Noite de festa! Para muitos, noites sozinhos...
Alegria de uns, tristeza e dor de outros;
Assim é o ser humano com ou sem natal... Viver é melhor do que não viver;
Adentro da mortalidade noturna é onde determino se fico triste ou finjo euforia para os meus expectadores
O que me restaram, foram luzes apagadas...
E sem sentidos nas vazias palavras...
Vagueio certamente e indeciso pelas margens dos meus sonhos, como de quem só quer amar;
Estou sempre a sorrir
Pois só me sinto triste... Quando a chuva caí
Pois com ela eu escondo as minhas lágrimas;
Deê palavras ao coração
Deixe o que os sentimentos emita o som
E que a tristeza não perca a fala
Para que a coragem não permaneça em uma caixa;
Para amar a felicidade todos temos talento
Mas para ter paciência com a tristeza
Poucos tem o alento;
Das minhas alegrias e tristezas
eu cheguei ao meio termo
e me inspirei para construir
minhas verdadeiras poesias;
