Poemas Curtos Tristes
Solidão por não te encontrar, tristeza por
saber que você existe e não poder te olhar
Vazio é união desses dois sentimentos em
sua presença de inexistência
Não é sempre triste o poeta
Nem todo palhaço é sempre feliz
O poeta ás vezes sorri
Quando você é tocada
E chora o palhaço
Que de sua vida você ri.
Quando passares uma Grande tristeza em Seu Coração
Pense Bem Fuerte!!!!!!
Para que no Seu Sentimento
aja o veradeiro argumento e só assim Poderás
Amar de Verdade e ser Amada;e assim terás o que o Seu
Coração deseja.
seg..fª 07/09/14:36 pm
Lord JOHN Gothic Metal
Tristes ainda seremos por muito tempo,
embora de uma maior tristeza,
nós, os que o sol e a lua todos os dias encontram
no espelho do silêncio refletidos,
neste longo exercício de alma.
Quando o dia estiver triste
E a noite para chover
Lembre-se que são meus olhos
Que choram para te ver.
DEIXA A TRISTEZA ME INVADIR.
NADA NEM NINGUÉM MUDARA
MEU SENTIMENTO
PORQUE MEU CORAÇÃO
ESTÁ MUITO MAIS QUE SOLITARIO,
TA ABANDONADO,
DOÍDO...
ESTOU CANSADA
DOS MOMENTOS DE MINHA VIDA
TRISTE...
VAZIA...
SECA...
OCA...
MORRENDO...
SEMPRE INCOMPREENDIDA...
TENHO FOME DO AMOR QUE NUNCA TIVE.
"Difícil explicar o que é amor,
até mesmo paixão,
díficil explicar tristeza, beleza,
dor, ardor,
saudade, felicidade e vivê-la
difícil mais ainda é ver a vida
pelos olhos de quem sente."
Se eu pudesse não teria os meus olhos tristes,
Por saber que está tão longe,
Mesmo que eu sempre despiste.
Meu coração nunca esconde.
(Trecho da poesia "Olhos Tristes")
O passado condena meu futuro por erros sem perdão.
Abraços e beijos terminaram na solidão.
Triste e soziinho, Penso em você a toda hora.
Não vo arriscar o amanhã, só me resta resta o Agora.
Da argila o sopro
Da guerra uma paz inefável
O sorriso esperançoso no rosto da tristeza
A porção única desse que se diz poeta
Triste Dia Chuvoso...
À janela, olho a chuvarada...
Também vejo, no vidro, olhos, meus.
Pingos descem... Ou são lágrimas, minhas?
Se soubesse como é triste acordar
Ir trabalhar
E mais tarde fingir que está tudo bem
Não recusaria minhas preces
E derepente não há mais, aquela tristeza que antes me devassava,
pois de súbito apareceste em minha vida e por tua causa tudo se transformava
Novamente a tristeza invade o castelo, ela vem abalando os alicerces em urros estridentes.
Rachando as paredes.
Trazendo no final o fogo consumidor do ar que habita o castelo.
Desfrutei de um imprevisto
uma tristeza e um abatimento trouxe a saudade da bebida que eu havia engolido
buscava o gosto que estava ausente no meu paladar
examinei recipientes, garrafas, copos e taças
me deparei com tua boca
a saudade que tenho é algo sem fim
mas a bebida era o beijo.
