Poemas curtos que encantam em poucos versos
Sou a esperança perdida, o sonho não realizado. Sou o desamor que ainda ama. A alma que perambula por sua vida.
(Sergio Fajardo)
Adoro navegar pela imensidão dos teus olhos...
Adoro ler teu riso...
Amo desvendar cada abraço teu dado em momentos diferente...
Amo o amor que a te foi dado...
Dos Lugares
Quando estiveres em um lugar onde não conheces nada, e ainda pisotearem o teu pé, peça desculpas por ter colocado o teu debaixo do dele.
Todos nós temos uma missão,
mais nem sempre sabemos qual é,
eu ainda não sei a minha,
e é muito difícil viver sem uma razão.
Ainda que a noite seja escura e não tenha o brilho do luar
Lembre-se que;
Mesmo no escuro se levantar a cabeça e olhar
Poderás ver, ao longe,
O brilho das estrelas dizendo que mesmo em meio a escuridão
Uma pequena luz pode brilhar.
Sinceramente, ainda hoje tento ver o que me fez gostar assim de você.
O que me faz voltar atrás nas minhas decisões;
Não sei se foi teu jeito cinico de ser, ou a maneira sóbria de levar a vida.
Só sei que me embaracei nesse sentimento, de uma forma inexplicavel.
Só queria dizer a ele que ainda o amo, com a mesma intensidade e coragem de sempre.
Que toda aquela fragilidade se tornou força.
Que se for verdade a sua vontade de estar junto novamente, eu aceito...
Eu adoro o seu lado ridículo, eu sempre amei você.
Mas eu preciso ser amada também...
Se você estiver feliz... Eu fico feliz!
Mas se você não estiver... Eu garanto que você ainda vai ser Muito feliz.
E se eu não estiver por perto... deixa pra lá! Bobeira!
É claro que eu vou estar!
E se você não conseguir me ver... é porque eu estou dentro de você!
O céu extremece.
A terra balança.
E num sorriso de criança;
Ainda existe a esperança
de sermos felizes!
Tu ainda é a razão pela qual eu escrevo.
Ainda é a razão pela qual eu lembro de respirar.
Mas e se tu não voltar nunca mais?
"Que as horas possam curar a dor que me consome!
Dentre estradas vagas ainda ando perdida...
Levando em minhas mãos a ferida com teu nome."
Liberdade ainda que tarde, e o sonho...
Agora é realidade, meu irmão
Pois confiança no futuro
Nunca pode ser pior que o que passou
Tem malícia, tem tambores
Até discos voadores
Pousam sempre por aqui
Impunidades e segredos
Mas a gente sempre dá um jeito
De voltar a ser feliz
E ainda pensa ter virtudes...
Tem a vida, mas é defunto que anda de dia.
Tem a boca, a voz, mas ao invés de desatar nós,
Vive a destilar vermes hipócritas!
Quer se afundar ainda mais na tristeza?
compra uma caixa de bombons e coloque na música mais patética que você já ouviu.
Quer mudar a situação?
Vista sua melhor roupa coloque seu melhor perfume, olhe no espelho e dia:
Eu posso, eu consigo.
Eu ainda tenho a dor que devo carregar, um passado tão profundo que nem você não poderia enterrar se tentasse...
Meu amor por você era cego, mas eu não consegui fazer você ver isto...
Que eu te amei mais do que você jamais vai saber e uma parte de mim morreu quando eu deixei você ir...
Eu estou caindo aos pedaços, mal estou respirando
Com um coração quebrado que ainda bate
Na dor ainda há cura
Em seu nome eu encontro significado
Do que é dor.
Eu ainda queria poder voltar e apagar todos os meus erros. Assim se, novamente, nada desse certo, aliviar-me-ia saber que é (foi) destino. Que teríamos nos destruído mesmo assim.
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