Poemas curtos que encantam em poucos versos
Quando você não corresponde a um amor sincero e verdadeiro de uma pessoa, você possa está arriscando a vida dessa pessoa.
Estou criando pavor do amor, ele me causa dor, torpor.
Mas pensar em viver sem amor, é muita dor, sem calor, é um horror.
Quando você põe em prática o amor a si, você adquire reciprocidade.
Essa prática gera respeito, lealdade, generosidade, empatia, transparência, expressão de sentimentos que conduzem o que está refletido no seu interior.
Avante o amor, o que te faz acreditar no amanha meu bem, serei eu a loucura das letras, delírios dos sonhos, o dia do real, surreal me acordei.
Curioso é ouvir sobre amor próprio em um mundo onde as pessoas confundem isso com egoísmo, prepotência e indiferença. Não se enganem, amor próprio sempre vem acompanhado de amor ao próximo.
O amor livre nos remete verdade, defino como a apreciação do outro de forma mútua e sem amarras. É o querer ficar por escolha, poder voar, mas preferir pousar naquele ninho...
Meu amor vai bem sem ninguém ver, vai bem porque é como você quer. Mesmo eu amando muito tudo isso ainda não entendo o fato de eu não ser seu par.
Onde o amor pára, é pra ficar, então só convide se tiver certeza da reciprocidade, caso contrário, é melhor deixar seguir em frente.
É tanto amor próprio que a pessoa não consegue acreditar que outra pessoa a ame de verdade, por não acreditar no amor ao próximo.
Só perbemos o quão grande é nosso amor, quando nada mais importa além de ver a felicidade do outro. Deixando de lado nossas vontades apenas para aplaudir aquele que faz a nossa vida ter um sentido melhor.
Você foi a certeza de quê há ternura no amor nesse mundo de incertezas e desolação. Você foi o calor nessas noites frias afastando as sombras das horas tristes. Você foi a doce fantasia nas loucas horas de um desejo incrível.
Não foi amor, não da sua parte. Tu me quis por um dia e eu te quis por uma vida inteira. Essa foi a nossa diferença.
O amor verdadeiro nunca morre. Aquilo que deve ser encerrado são ciclos de relacionamentos negativos. O amor é sublime e faz entender que para amar o outro é preciso antes, amar a si mesmo.
Diferente da paixão, o amor não é obsessivo, nem compulsivo, mas equilibrado e moderado. Não é impulsivo, nem descuidado, mas ajuizado e maduro. Não é presa exclusiva do desejo, da impetuosidade e da paixão, mas também do compromisso, da disciplina e do amor.
