Poemas curtos que encantam em poucos versos
O amor e um veneno saboroso;
Podes beber-lho quanto quiseres ;
No fim a única q sairá morta vai ser você;
Não preciso de drogas para me sentir bem
Não preciso ser um cafajeste para ser homem
Não preciso ser milionário para ter valor
Não preciso do seu sorriso para ser feliz
Isso se chama AMOR PRÓPRIO!
Ame-me
Guie-me entre teus intrigantes relevos
Faça-me sentir teus pontos de impacto
Escravize-me; faça meu corpo teu desejo
Espete-me, cheire e chame de cravo
Leve-me aos maus caminhos
Deite-me e seja má
Castigue-me! Mas com carinhos
Ame-me e só farei te amar.
É duro para alguém bater-se com uma sociedade dominante, mas é ainda mais duro ter de postular uma que não existe.
Não há inocentes; só aqueles que ainda não nasceram ou os que já estão mortos podem aspirar à inocência.
Eróstato, que incendiou o Templo de Diana, ainda é lembrado, mas está quase esquecido quem o edificou.
Adoro sob todas as formas de linguagem a música, porque ignoro ainda a ignomínia da gramática e da filosofia.
É um grande erro especularmos acerca da tolice dos tolos e um erro ainda maior fiarmo-nos na inteligência dos inteligentes. Eles afastam-se uma vez por dia da sua natureza.
É difícil para uma pessoa carregar com o sucesso; mas para os que lhe estão próximo ainda é mais difícil.
Não há limites para a credulidade humana e está ainda por nascer o homem prudente que saiba venerar na desconfiança a suprema sabedoria.
Oh, como é bom / na juventude, quando a esperança / ainda é longa, e breves são o nosso passado doloroso / e a lembrança das coisas passadas, / mesmo se foram tristes e se a vida presente ainda é dolorosa como essa lembrança.
Deveria existir uma pitada de diletantismo na crítica. Pois o diletante é um entusiasta que ainda não se acomodou e não está preso aos hábitos.
