Poemas Cristãos
EIS A PAUTA DE CRISTO
FOME - Pois tive fome, e me destes de comer,
SEDE - tive sede, e me destes de beber;
O DESCONHECIDO - fui estrangeiro, e vós me acolhestes;
ASSISTENCIA - Quando necessitei de roupas, vós me vestistes;
SAÚDE - Estive enfermo, e vós me cuidastes;
EGRESSÃO - Estive preso, e fostes visitar-me;
Cristo levou sobre a cruz
O pecado da humanidade.
Com seu sangue comprou
Essa nossa liberdade.
O homem não agradeceu.
Também não compreendeu
Essa oportunidade.
Lucius e sua reflexão Divina, sobre o dinheiro:
(Lucius em sua divagação) :
- O Cristo havia dito, enquanto transitou pela terra dos mortais, que o Seu sol, isto é, o sol de Deus, se levanta e brilha sobre bons e maus, justos e injustos. Sua chuva, semelhantemente... E toda outra sorte de benesses. Mas por que não, o dinheiro?
Não se vê chuva de dólares, Euros nem ouro nem diamante, capazes de enriquecerem aos menos favorecidos da terra. Valeriam então, Seu sol e sua chuva, menos que o dinheiro - invenção dos homens; ao passo serem o sol e a chuva, invenções Divinas?
Que espécie de Divindade há por detrás das cédulas, que os homens desejam tanto obterem em abundância, mas que tão "indeliberadamente" difícil de, a eles, serem concedidas?
Ao crucificar o Cristo,
não crucificamos a verdade:
mas a oportunidade!
Uma axioma que por obra
de nossa inabilidade e descaso,
teima em se
repetir!
Aos olhos humanos, podes parecer falho,
Mas ao olhar de Cristo, és raro, és trabalho.
Obra em processo, barro nas mãos,
Joia lapidada por Suas próprias mãos.
Jesus não apenas perdoa o caído,
Ele senta à mesa com o arrependido.
E o que o mundo tentou descartar,
Ele chama de filho, e começa a restaurar.
Os ventos sopram com força,
As lutas tentam me abalar,
Mas em Cristo eu encontro
Um lugar pra descansar.
Mas há um que liberta,
Que rasga toda prisão,
Seu nome é Cristo, o Cordeiro,
Que nos estende a mão.
Pois o véu já foi rasgado,
Não há mais separação.
Não é o sistema que salva,
Mas Cristo e Sua redenção.
Vestes, regras, tradições,
Mas onde está o coração?
Se Cristo veio libertar,
Por que tanta opressão?
Ó Igreja, desperta e vê!
O desprezo apaga a chama,
Mas onde reina o amor de Cristo,
A unidade sempre clama.
Sei que o desprezo fere e mata,
Mas escolho amar, mesmo que doa a alma.
Pois Cristo nos fez um só no viver,
E o amor sempre há de vencer.
Se escolhe deitar no fracasso,
aí sim ele te prenderá.
Mas se olhar para o alto,
Cristo vai te levantar.
Não é só coelho, ovo ou festim,
É Cristo vivo dizendo: “Vem a mim!”
Celebra, alma, com fé verdadeira,
O Salvador vive — és a herdeira!
O Cristo venceu a escuridão,
com cravos nas mãos e amor no coração.
Hoje, o túmulo é só lembrança,
e nossa alma canta com esperança.
Reconcilia-te… e seja livre do que te prende,
Do medo, do vício, da dor que não entende.
Cristo é o caminho, a verdade e a luz,
Ele não te acusa — Ele te conduz!
Num abrir e fechar de olhos,
os céus se enchem de glória e luz.
Os mortos em Cristo se levantam,
e a Igreja, triunfante, sobe com Jesus!
Os mortos em Cristo se levantarão,
corpos glorificados, sem dor ou corrupção.
Os vivos serão arrebatados no ar,
num abrir e fechar de olhos, para o lar celestial!
Com os olhos fixos no lar onde vou morar.
Cristo é a Porta, segura e fiel,
o Cordeiro imolado, o Rei do Céu.
Por Ele atravesso os vales e dores,
até alcançar os eternos louvores.
