Poemas com Rimas de minha Rua
Sao Paulo...
Meu time, minha cidade, meu Estado
Terra da garoa, do Sol e do ceu cinza nd estrelado
Terra dos sonhos de muitos e desespero para tantos outros
Cenário de história, de guerra, favelas e prédios gigantes
Palco de tantas alegrias com alguns episódios de sangue
São Paulo... cidade de vida com odor de poluição
Quantos aqui vivem e ainda sobreviverão?
Paulista... cariocas, capixabas, nordestinos, aqui tudo se tem
Japonês, libanês, bolivianos, demanda de venezuelanos, há espaço para mais alguém?
Sao Paulo é Luz... é Brás, Sé, Tamanduateí...
Tudo isso e muito mais, so se tem aqui.
Regina minha Rainha Ginga eu nunca te esquecerei por nenhum motivo.
O amor que eu tenho por ti, já mais se apagará...
Porque tú fazes parte dos meus sentimentos, amo-te com todo o meu coração meu bem.
Mãe, vida da minha vida, que me fez crescer, viver e ser.
Mãe, crescer, viver e ser, somente seu amor me fez ver.
Mãe, vida do meu eterno viver, sei que estás com Deus, não morreu, és uma estrela cadente que fez gente e vivo por você.
Amor ou amizade esta e minha triste realidade, o pior e que não sou eu a escolher mas sim você.
Quando penso que e amor você quer só amizade, no momento que desejo um amigo você quer me amar com sinceridade.
A duvida e cruel, mas o mais cruel e como você brinca com meu coração, é então e amor ou amizade?
E por ela eu mato !
Se preciso for eu morro.
A dor dela é minha dor em dobro.
E se as lagrimas caírem do seus olhos,meu coração vai sangrar.
Mas quando sorri, meu mundo ela sabe iluminar.
O amor que sinto por ela,é tão grande ; coração lateja que sinto seu pulsar.
Ah, esse tal de "Amor Incondicional"
Só quem é "mãe de verdade"
Sabe...Sente!
Adriana de Paula
Eu amo ele!
Ele surgiu na minha vida,
Assim derepente,
E agr minha vida tá diferente!
Minha vida melhorou,
E ele é o único,
Q não me abandono!
Ele é o meu amor,
Meu melhor amigo,
Sem ele,
Minha vida n tem sentido!
Não quero saber d nada,
Só sei,
Que estou apaixonada!
Enfim,
Eu amo ele mais q tudo,
Afinal,
É minha vida,
É meu mundo!❤️🌸
O que acalenta minha alma abatida,é a busca do seu corpo pelo meu,apertando-me contra as batidas do seu coração.
Com os olhos fechados você me leva cativa aos seus desejos não se contém,pois me entrego por completo,busca minha boca e eu me esquivo te dominando com o olhar.
Te amo como no início,mas você deixou de acreditar quando buscou lá fora a perfeição física de outros corpos,sim você não parou somente em uma boca,provastes de vários mel.
No aconchego do chuveiro você me pertencia,momento único de dois seres que escolheu se pertencer um ao outro,mas você foi falho quebrando nossa promessa de eternidade.
Meu mundo de amor desabou,acabei sozinha com apenas suas mentiras,em um universo vasto e vazio.
As estrelas não tem mais seu brilhor,o sol queima minha alma,enquanto ouço vozes da multidão e me levo até ao nosso ultimo dia juntos,queria que minha angústia tivesse um fim.
O dia passa em câmera lenta,atormentando meu coração.
Vejo no espelho nossas recordações,perto de você sou criança com sentimentos de mulher,sou a razão no corpo da emoção e volto sempre no nosso primeiro beijo,primeiro encontro e me ponho a chorar. Estou presa a você.
Já tentei me desprender de você todas as tentativas me levam a você.
Me leve com você,faça de meu coração seu abrigo e descobrirá que o amor que eu sinto por você é intenso,não abandone meu corpo que tanto te aqueceu em dias e situações que jamais achamos ter saída e juntos superamos.
Eu não me declarei a você,senti muita sua falta quando você não estava,sempre foi o HOMEM da minha cama ,da minha noite, da minhas madrugadas,de cada chuveirada.
Tentei te ver diferente de como te via antes ,mas eis me aqui chorando por você,anulando o amor .
Manifesto para o diretor da FUNAI
“Senhor, peço sua licença para levantar a minha voz pela vida. O infanticídio de crianças indígenas é vergonhoso e revoltante.
Tenho lido que alguns antropólogos não são favoráveis ao diálogo entre as culturas e a qualquer tipo de interferência.
No entanto, deixar essas pequenas criaturas serem sacrificadas porque nasceram diferentes é fechar os olhos para o desumano.
É repetir ou permitir que repitam o espetáculo sangrento e grotesco das câmaras de gás de Adolf Hitler que o mundo tanto condena.
Deixar que crianças indígenas brasileiras sejam assassinadas porque existe essa cultura de morte em seu povo, é o mesmo que abrir-lhe a sepultura com as próprias mãos. Eu salvei Endi, e outros quem os salvarão?
Esses povos precisam ser chamados ao diálogo franco e sereno. “Alguém precisa tocar-lhes o coração e mostrar-lhes que uma mudança na cultura, não irá apagar sua história, pelo contrário, a valorizará, pois tudo é dinâmico e o mundo está em constante evolução.”
Do livro: As Filhas de Geruza
A dona do Universo
Extasiada com os raios
Que tingem de dourado
A minha estrada.
Brilhos são tantos que ofuscam
Às vezes a minha visão deslumbrada.
Radiante e forte como a rocha
Que não se parte com as arremetidas
Das ondas. Boto a minha alma abastecida
Nas composições que teço à luz da Lua.
Tenho por guia um sonar oriundo do
Amor repleto de arrebóis
Que regurgitam na minha mente
Crente e construída de verdades
Doces e belas como as primaveras
Que percorri com pés de Anjos
E passos de Arcanjos
Numa revoada ousada
Pra um simples mortal que eu seria
Caso eu não me desenhasse nos meus versos
O inverso do que posso ser.
Agiganto-me e posso tudo quando penso
E sonho e me atrevo a ser muito mais.
Penso ter bebido o Sol.
Acho até que a sou eu, a dona do Universo.
Juras de morte
O amor bebe em minha taça.
Senta à minha mesa.
Não antes de adocicar minha bebida
Predileta
E temperar minha comida
Com pimenta malagueta.
Que arrebenta em ardor
De fogo que acalora tudo em volta
De mim.
Meu corpo e minha alma
E brinda à minha medida
De alegria. Enorme.
Esquenta a minha voz
Quando canto solto fagulhas e
Brasas incandescentes.
E fico nesse êxtase por que
Não me dá trégua.
Refugia-se em meu leito
Refestela-se em minha cesta
Tem nome e sobrenome
Impressos na página da minha vida
Em letras garrafais.
Fiz pacto de sangue
E juras de morte com o amor
Assim:
Ir embora daqui quando ele se for
De mim.
Le monde est Charlie
Meu coração
Meu lápis
Minha pena.
Que pena!
Foram parados por uma bala
Traduzi nos meus desenhos.
Um grito de liberdade.
Igualdade, e por que não?
De fraternidade.
Herdei senhores, o velho sonho e ideal
Da Amada França
Não pensei na minha segurança.
Não tive medo da batalha
Que enfrentaria por introduzir
Em mentes,
Sementes
De dúvidas.
De um pensar maior
E questionamentos
Desconcertantes.
Não existirão mais na minha
Pauta de humor.
Meu deboche sério.
Meu despudor sem rancor
Meu humor satírico
Quase lírico...
Minha acidez sincera
Tecida só por eu ser um grande
E irrequieto pensador.
E agora..
A minha ironia aguçada, afiada.
Volta-se para mim.
De maneira contundente
Entranha estranha na minha história.
A mesma arma que provoca a minha morte
E me leva para a eternidade.
Crava em mim
A real Imortalidade.
Cartunistas do Charlie Hebdo.
De novo o Amor
Entrou o amor pela janela
Da minha alma.
Como se fora um chuvisco
Fino e leve
Pareceu-me a mim que seria breve.
No entanto, enganou-me e deteve-se
Empacado. Encravado.
Apossou-se de cada canto do meu Eu ingênuo
E foi tomando conta de tudo que ele é.
Da minha esperança, da minha fé
Dos meus sentidos e razões.
Sonhos e ilusões.
Assenhoreou-se de tudo
E quando dei por mim
Já não havia mais como retroceder e
Esconder-me dele.
Despencou torrencialmente
Dentro do meu coração.
E, enfim, virou tempestade
E sem piedade
Transformou-se em um calamitoso Tufão.
Albatroz
Albatroz quero barganhar
Com a minha inércia o teu revoar
Preciso dele pra encontrar
O meu amor neste mar
Do destino tão extenso
Tão denso
Que não consigo enxergar
Onde ele se encontra
Em qual onda ele navega
E se me espera.
Ensina também pro meu bem
A ter somente um amor
Da maneira que procedes.
Que para ele ser feliz basta ao meu lado
Permanecer até o fim.
E com igual sorte
Tua. Até a morte.
Troca de lugar comigo
Seja meu amigo.
Necessito sondar o céu.
E voar pelo infinito
Pro meu grito
De amor chegar onde ele está
E fazê-lo entender que estou solta e só
À espera de um único abraço
Mas, eterno.
Reflexões de Ano Novo
Hoje, ao passar ao lado da minha cesta cheia de frutas,
Notei uma laranja podre em meio às outras.
Apanhei-a e joguei no lixo.
Depois, limpei as que estavam próximas a ela.
Fiz uma breve reflexão da minha vida e pedi
Senhor, que nesse ano que se aproxima,
Retire da cesta da minha vida toda “fruta” que
Estiver deteriorada.
Que eu consiga enxergar quais pessoas representam
Na minha vida tais frutas.
E que eu consiga me purificar e me livrar de todo
O mal que por desventura, me deixei impregnar por elas.
Que eu não permita, Senhor, nenhum ser nocivo à minha volta
Que jamais se apropriem de mim e da minha vida.
Que não me atinjam e não causem nenhum transtorno
Quer seja para minha alma ou para a minha mente.
E estenda esse favor aos meus amigos.
Amém.
A vida é BELA
Concordo que é a vida é de fato, bela!
Quando me debruço na janela
Da minha alma
E com absoluta calma
Contemplo as maravilhas
E os esplendor que existem
Em todas as criaturas
E revelações da natureza
No ruído do vento
No barulho das águas
No caminhar apressado das nuvens
No gorjeio dos pássaros.
No sol radioso
Na dança da lua: nova, crescente, decrescente, cheia
De amor e beleza
No cheiro da mata
De verde tingida.
Nas cores fulgurantes de um arco-íris.
E tudo tem uma proposta e uma mensagem
De paz e esperança
Pro ser humano que só não os entende
Por que não pára
Pra ouvi-los.
Meu Canarinho
Meu coração ouviu o teu chamado
Nem foi preciso meu nome gritar
Minha mente afetiva leu o teu recado
Nas ondas de amor. Voltei pra te buscar
Já estava em outra estrela distante
Há milhões de anos-luz da terra
Mas regressei no mesmo instante.
Não quis te deixar à minha espera.
Voltei. Estou aqui porque te amo
Voltei. Estou aqui porque te quero
Tenho dentro de mim um oceano
De amor e de carinho. Não exagero
És o meu sol. Voltei pra me aquecer
Longe de ti, minha vida é tão sombria
És meu farol, meu norte, meu bem-querer
Sem ti sou nada, sem nenhuma alegria.
Ah! Meu amor. Não posso mais fingir
Que posso te deixar aqui sozinho
Sou tua gaiola, não podes mais fugir.
Das minhas grades, és meu canarinho.
Alma Gêmea
Alma gêmea de minha alma
Busco-te sedenta, ressequida.
De amor necessitada
Muita mais que de comida.
Muito sofro de saudade
Minha sina é padecer
E não tenho outra verdade
Senão te amar e querer.
A saudade do teu cheiro
Só aumenta o meu penar
Eu percorro o mundo inteiro
Somente pra te encontrar
Nos sonhos eu te vejo
Entre um abraço e beijo
Ouço chamar-me meu bem
E assim vou prosseguindo
Nas horas que vão caindo
No dia que nunca vem.
Melanina Carioca
Minha cor é de canela
Meu palácio é na favela
E meu cheiro é de Brasil
Minha luz é de estrela
Vidigal é o meu país.
Minha voz é afinada
Minha dança ritmada
O meu hino é de amor.
Sou cantor, sou professor
Sou aluno e aprendiz
Sou do povo, gente simples
Vidigal é o meu país.
Sou o verso, o estribilho,
Sou o brilho
Sou o fuso e sou a roca
Sou melanina carioca.
Sou a pena, sou o giz
E Vidigal é o meu país.
Sou o bicho, sou a toca.
Sou melanina carioca.
Sou a derme, a epiderme.
Sou o olho, sou a boca.
Sou melanina carioca.
O LADO BOM DA VIDA
O lado bom da minha vida?
Segredar-te-ei.
Salto; danço; canto e rio
O meu salto é triplo
No sentido exato da palavra.
Ele tem a altura, a largura e o comprimento
Da minha alma em delírio.
A minha dança é compassada
Ensaiada. Milimetricamente ritmada
Com as batidas do meu coração enamorado.
O meu canto é suave.
Tem a melodia da vida que escorre
E revolve as profundezas do meu ser.
E meu riso é um rio
Caudaloso
Não é temporário não senhores.
É perene.
E ressoa no infinito
Como um grito
De alegria.
E de liberdade
Do pensar
Do viajar nas asas
Dos sonhos
Sou a eterna viajante
Do Universo.
O meu verso
Eu o trouxe das estrelas.
Sou uma intrusa
Não sou daqui.
O lado bom da minha vida?
Ah! Ela é toda boa.
