Poemas com Rimas de minha Rua
Eu posso até não ser compreendido e minha canção🎶 pra vc não fazer nenhum sentido. Mas, que ela tem
versos e rimas,
frases e poesias.
A batida forte do beat,🎧ditando o ritmo dos nossos sentimentos.
Isso tudo é inegável. Só basta vc querer ouvir com o coração.❤
Duvido que algo faça sentido após a minha passagem pela sua vida, nas coisas que fizemos juntos e das outras que você escondia de nós...eu estarei nos discos, nos livros, nas xícaras, nas portas dos aviões e dos hotéis, nos cafés, nos lagos, praias e montanhas.
Eu também sentirei a sua falta, daqueles momentos em que dava um até logo e embarcava sem você.
Vivo hoje o delicioso tédio da liberdade plena!
Hoje pela primeira vez você usou a palavra “amor”.
Deveria ter visto minha expressão ao ler,
Não foi me chamando de amor
Nem algo do tipo
Mas foi se referindo a você
Se abrindo comigo
Você é um bom garoto
Mais do que eu poderia pedir
Muito mais
Eu falo como se,
Eu tivesse pedido a Deus uma estrela
E ele simplesmente
Embrulhasse a galáxia
Com uma daquelas fitas bem bonitas
E depois de tanta dor
A-m-o-r
22.10.18
Minha saudade...
Sua esperança!
Minha tristeza...
Sua angústia!
Meus caminhos...
Nossos sonhos!
A distância...
Sua promessa!
Nossos desejos...
A razão de nossos sentimentos!
O nosso "AMOR".
Você...
Minha alma gêmea!
Minha vida...
A eternidade do viver!
Meu mundo...
Tudo que criou em mim é magico
Como o brilho das estrelas
Está dentro de você!
Chuva que cai...
Chuva que pinga...
Lava minha face de menina.
Em passos leves ginga,
Pequena linda bailarina.
Geilda Souza de Carvalho.
Pseudônimo: atelliercarvalho.
Teve um momento em minha vida.
Um dia
Uma hora
Um minuto
Onde eu parei e refleti
E refletindo, descobri...
Que eu simplesmente não me importava mais...
Que as coisas poderiam doer
Machucar
Me deixar
Me abandonar
Eu simplesmente, não me importo.
Que doa
Que machuque
Que acabe
É a vida.
Me acostumei com seu sofrimento.
Que por sí, não é culpa da vida, e sim meu
Eu erro
Eu falho
Eu não compreendo
Eu desisto
Eu magoo
Eu perco
Não persisto
Não compreendo
Não insisto
E graças a isso, o que eu poderia esperar?
Não existe nada nessa vida que me surpreende mais.
Simplesmente existo
Que o vazio no meu peito, apenas cresça
Que minha dor, apenas aumente
Que tudo que tenho de bom, me deixe
Que os sorrisos sumam de meu rosto
Que as amizades do meu dia a dia
Que a alegria do meu coração, se disperse.
E que após eu não ter mais nada.
Que pare. Que a vida se vá.
E que a minha morte, não tire o sorriso de ninguém.
Por isso rogo
Que eu erre em dobro
Que todos desistam de mim
Que não sobre nada nem ninguém que se lembre que eu existo.
Só então poderei dizer
Que eu não realmente não me importo.
E então, sem me importar.
Serei egoísta mais uma vez. E dessa, darei fim a única coisa que não devia ter acontecido nesse mundo.
Minha existência.
Desejo as planícies no meu caminho.
Mas sei da importância dos vales e montanhas na minha vida.
Para o aperfeiçoamento do meu caráter.
Se eu tivesse que me despedir hoje, como seria a minha situação perante a nossa própria consciência ?
Como se fosse o ultimo dia , a ultima Chance de resgatar o amor e a retidão no alinhamento com as leis divinas, no esforço para ser melhor a cada momento.
Imploramos por isso antes da bendita oportunidade da reencarnação.
Bendito seja Deus que nos concede a vida dia após dia aqui na terra,
Renovando as oportunidades de redenção.
Toque de luz
.14.01.2020
Dom dom... toca na minha mente
O seu sorriso me lembrou de uma serpente
As pessoas estão acostumadas a se mutilar
Não adiantar cortar um tendão, se o seu corpo vai permanecer com essa solidão
Me processe!!
Me enterre!!
Me diga o que for!!
Aqui jamais voltará a habitar a dor!!
Perdi a capacidade de assombro
mas continuo perplexa:
esta cidade é minha, este espaço
que nunca se retrai,
mas onde o ardor da antiga
chama, que me movia no mínimo
gesto?
Esperei tanto, no entanto, esvaem-se
na relva, ao sol, no vento,
os sonhos desorbitados,
parte da minha natureza
sempre em luta com o fado.
Perdi também no contato
com o mundo, pérola radiosa, vão pecúlio,
uma certa inocência;
ficou a nostalgia de uma antiga
união com o que existe,
triste alfaia.
Não conheci o desterro,
mas sei a quanto obriga.
Vivo na minha terra,
embora desencontrada. Quem sabe
de mim, quem me ouve
o que não digo, quem segura
a rédea de meu sonho, permitindo
o risco da vertigem, o perigo
de conhecer o abismo?
Minha felicidade vem de quando estou só
e ninguém me interrompe no poema,
essa espécie de transfusão
do sangue para a palavra,
sem qualquer estratagema.
A palavra é meu rito, minha forma
de celebrar, investir, reivindicar:
a palavra é a minha verdade,
minha pena exposta sem humilhação
à leitura do outro,
hypocrite lecteur, mon semblable.
Em Amsterdam na Diezestraat 6
alguém me espera alguém me quer
alguém dá vida e brilho à minha vida
tão dividida que mal se define entre
aquilo e o que.
Alguém me espera entre tulipas
alguém me espera entre folhas tombadas
sob o sol sob a chuva sob o frio
alguém me espera espera espera.
Alguém constrói a sua casa
como artesã-abelha delicada;
sobre o sofá um quadro, uma explosão,
que cada dia mais entendo, cada ano mais,
e outros móveis, cortina,
cozinha, um banheiro
todo branco.
E para mim um quarto, uma cama,
um edredom azul, uma escova,
papéis e muitos outros objetos,
telas tintas um pedaço de ferro,
outro de ouro, outro de aço.
Alguém de longe me acena
com uma lareira acesa.
“Sempre
Neste pequeno espaço, mas aconchegante eu pretendo deixar a minha historia. Quero ser eterna para muitos.”
“Minha Mãe Natureza...
Eu sempre me rejuvenesço durante a noite, num longo sono reparador. Porém também me rejuvenesço a cada manhã. Com o canto dos pássaros me refaço, com a beleza da natureza e com o cheiro das flores.”
O Nosso Amor é Imortal
Amor de minha vida!
O mundo da voltas,
E um dia desse a gente
se encontra!
A distância não nos separa!
O REAL E O ARTIFICIAL
Ninguém nunca me ofereceu
Uma flor de verdade.
Na minha imaturidade
Eu sei decifrar o que é real
E fenece com o vento,
Mas também o que é artificial
E se deteriora com o tempo.
VOZ FANTASMAGÓRICA
Minha voz gritou tão alto.
Mas eras feito de pedra
não podias me ouvir.
Eu tinha uma linda canção
feito orvalho a cair nas folhas.
E dizia: Ama-me! Ama-me!
Quem sabe um dia eu já nem cante,
mas ouças a canção sussurrada
a murmurar em seus ouvidos:
__Ama-me! Ama-me!
Ou, ainda quando ouvires o ruído
d’orvalho a cair nas folhas,
poderá lembrar da minha voz
que um dia gritou tão forte,
desesperadamente:
__Ama-me! Ama-me!
Docemente, fantasmagoricamente,
nas noites frias, em seus ouvidos de pedra.
Silêncio é o mais alto barulho
É na calada da noite e no escuro
Que descubro o obscuro
Que minha doença eu curo
É durante esse momento
Que me vem um alento
Que o meu pensamento
Não é mais sofrimento
É durante as lagrimas
Que se acaba a solidão
É durante o nosso choro
Que preencho meu coração
É durante um abraço
Que o mais forte amasso
Se deságua em alegria
Trazendo-me euforia
É durante o seu beijo
Que sinto seu cheiro
É apenas neste momento
Que acaba meu sofrimento
18/08/2019
Na minha mente velejei,
Saltei, trepei, andei
Porque tudo é mais belo
Na minha mente, eu não sei
Na minha mente, pelo mar andei,
Os setes mares naveguei,
O adamastor pisei,
pelos continentes caminhei
E isto tudo na minha mente
Na minha mente, Romeu interpretei
Com pala, ao portugueses cantei
De bigode, a dor fingi
Que horrivel mundo este
Onde tudo tão brlo não é
Como é na minha mente.
