Poemas com Rimas de minha Rua
Quando deixei de acreditar no amor, algo em minha vida mudou, você havia aparecido, confesso que fiquei com medo de acreditar que o amor poderia existir, mas você me acolheu quando mais precisei, me fez sorrir quando eu estava a chorar e através dos seus olhos me fez enxergar o mundo de outra forma. E hoje não sei o que seria de mim se você não estivesse comigo. Eu te amo!
Não é que eu seja depressivo é que na minha história há um grande buraco, uma enorme depressão na planície de meus sentimentos.
Talvez haja um grande fogo em minha alma, contudo ninguém jamais vem aquecer-se nele, e os passantes só veem uma fumacinha saindo pela chaminé e seguem seu caminho.
Descobri minha missão na terra: fazer com que as pessoas façam a minha vontade. Assim que todos enxergarem isso viveremos em paz.
Escrevo-te a ti, que andas por ai à minha procura, numa solidão povoada, vazia e acomodada à espera que a vida te ponha no caminho uma mulher como eu. Não sei como te chamas nem por que inicial começa o teu nome, mas sei que existes, que me esperas e desejas e que um dia farás parte da minha vida.
Antes disso, minha vida era uma página em branco. O velho eu que chorava, agora ficaria feliz em me ver.
Com tanto potencial pra acabar com a minha vida, sabe o que ele quer? Me fazer feliz. Olha que desgraça. O moço quer me fazer feliz. E acabar com a maravilhosa sensação de ser miserável. E tirar de mim a única coisa que sei fazer direito nessa vida que é sofrer. Anos de aprimoramento e ele quer mudar todo o esquema. O moço quer me fazer feliz. Veja se pode.
Não dá, assim não dá. Deveria ter cadeia pra esse tipo de elemento daninho. Pior é que vicia. Não é que acordei me achando hoje? Agora neguinho me trata mal e eu não deixo. Agora neguinho quer me judiar e eu mando pastar. Dei de achar que mereço ser amada. Veja se pode. Anos nos servindo de capacho, feliz da vida, e aí chega um desavisado com a coxa mais incrível do país e muda tudo. Até assoviando eu tô agora.
Nota: Trecho de um texto de Tati Bernardi. A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Caio Fernando Abreu.
...MaisMinha vida é uma dualidade de sentimentos. Vivo num paradoxo constante. O frio me aquece. O vazio me completa. Danço o choro. Rio as lágrimas. Sou o avesso do avesso numa incompleta solidão
No jardim de minha existência existem rosas e outras flores. Mas dentre todas elas, a mais linda é você.
E eu disse hoje pra minha mãe: Eu não quero ganhar nenhum presente no meu aniversário, pois você já me deu ele, que é seu amor de mãe.
Tenho vontade de sumir!Algumas pessoas terei muito gosto que sintam minha falta,porém outras não merecem a minha ausencia!
Quero aceitar minha liberdade sem pensar o que muitos acham: que existir é coisa de doido, caso de loucura. Porque parece. Existir não é lógico.
Querido Deus... Cuida de mim. Enche a minha vida do seu, amor, do seu perdão, da sua paz. Que eu possa reconhecer o seu toque, sentir o seu abraço e ouvir a sua voz me dizendo "não temas, Eu sou contigo".
Eu preferiria ser cinzas do que pó! Eu preferiria que a minha faísca queimasse em uma chama brilhante do que ser reprimido pela podridão-seca. Eu preferiria ser um meteoro soberbo, cada átomo meu em um brilho magnífico, do que um planeta sonolento e permanente. A função própria do homem é viver, não existir. Não vou desperdiçar meu tempo em tentar prolongá-lo. Usarei o meu tempo.
Sou de paz, e faço do silêncio minha arma de proteção, meu argumento, minha defesa, minha sinceridade e meus sentimentos em foma de palavras mudas. Não gosto de confusão, nem de conversas bobas. Procuro viver bem com todos e não me oprimir por aquilo que não vai mudar nada em mim, o que é certo, é certo, sempre terá o meu apoio, o que é errado tem apenas o meu distanciamento e o meu jeito de viver a vida sem carregar pesos desnecessários. Evito a fadiga.
