Poemas com Rimas de minha Rua

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Depois do espírito de discernimento, o que há de mais raro no mundo são os diamantes e as pérolas.

Não devemos julgar os homens por aquilo que eles ignoram, mas por aquilo que sabem, e pela maneira como o sabem.

Os bons conselhos desagradam aos apaixonados como os remédios aos que estão doentes.

Quem sem descanso apregoa a sua virtude, a si próprio se sugestiona virtuosamente e acaba por ser às vezes virtuoso.

⁠Em um mundo tão escuro como a noite, você consegue ser a lua.
Você brilha e ilumina tudo ao meu redor... Então me conte, como algo tão doce, calmo e inocente, consegue viver em um mundo tão sujo e sombrio?

As vezes escrevo por solidão
As vezes escrevo por emoção
Tem dias que acordo 100 ti dizer
Que minha vida vem de você
Me deu o céu o sol e lua
Minha metade
Minha arte
Meu sol minha brisa
Minha tempestade
My estrela, my cara metade.

Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem. A noite era quente e calma, e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor! Percebendo minha aparente indiferença, aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos.
Até nos mais íntimos lugares. Eu adormeci.
Hoje quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão.
Deixaste em meu corpo e no lençol provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite.
Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama, te esperar. Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força. Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos. Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.
Só assim, livrar-me-ei de ti, pernilongo filho da...

Carlos Drummond de Andrade

Nota: Autoria não confirmada.

A Cruz sagrada seja minha Luz
Não seja o Dragão meu guia
Retira-te Satanás
Nunca me aconselhes coisas vãs
É mal o que tu me ofereces
Bebe tu mesmo do teu veneno

Minha Mãe

Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Tenho medo da vida, minha mãe.
Canta a doce cantiga que cantavas
Quando eu corria doido ao teu regaço
Com medo dos fantasmas do telhado.
Nina o meu sono cheio de inquietude
Batendo de levinho no meu braço
Que estou com muito medo, minha mãe.
Repousa a luz amiga dos teus olhos
Nos meus olhos sem luz e sem repouso
Dize à dor que me espera eternamente
Para ir embora. Expulsa a angústia imensa
Do meu ser que não quer e que não pode
Dá-me um beijo na fronte dolorida
Que ela arde de febre, minha mãe.

Aninha-me em teu colo como outrora
Dize-me bem baixo assim: - Filho, não temas
Dorme em sossego, que tua mãe não dorme.
Dorme. Os que de há muito te esperavam
Cansados já se foram para longe.
Perto de ti está tua mãezinha
Teu irmão, que o estudo adormeceu
Tuas irmãs pisando de levinho
Para não despertar o sono teu.
Dorme, meu filho, dorme no meu peito
Sonha a felicidade. Velo eu.

Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Me apavora a renúncia. Dize que eu fique
Dize que eu parta, ó mãe, para a saudade.
Afugenta este espaço que me prende
Afugenta o infinito que me chama
Que eu estou com muito medo, minha mãe.

Vinicius de Moraes
Querido poeta: correspondência de Vinicius de Moraes

JOANINHA

Essa é a história de Joana dos Santos
Mais conhecida como Joaninha
Linda menina com tantos encantos
Seu sonho maior era entrar pra marinha

Tinha dois irmãos, mãe e padrasto
Numa casa simples da periferia
Rosto de boneca e corpo casto
Os vizinhos diziam que artista seria

Aos 11 anos tudo mudou
Joaninha tornou-se mocinha
Chegou na escola com o braço roxo
Sorriso amarelo e olhar de desgosto

Cada dia uma história contava
Bati na maçaneta, caí da escada
Escorreguei no banheiro
Cortei-me com o espelho

Dona Rosa, sua professora
Percebeu haver algo errado
Ela confessou à protetora
Que era violada por seu padrasto

Chorou amargamente
Disse que pra casa não voltaria
Dona Rosa tinha algo em mente
No dia seguinte o denunciaria

Ao acordar ouviu a manchete
Menina jogada em terreno baldio
Não entrou pra Marinha nem tornou-se artista
A pobre criança virou estatística.

⁠Meu sonho!
Ver a cultura do Grafite
Tomando os muros da cidade
Olhar para os muros e ver arte.

Isso é ridículo
Passar na rua e você virar a cara
É tão ridículo
Até parece que não vivemos nada
Que tal mentir pra mim?
E dessa vez não caio na tua lábia
E já se foi o nosso conto de fada
E que se foda o nosso conto de fada

⁠Hoje em dia todo mundo quer ser rua e favela
Quero ver disposição pra viver aqui dentro dela
Os polícia invadindo, tia andando com pressa
Goteira na telha nesse clima de guerra

Eu queria ser igual os meus irmãos
Educados, letrados, doutores de verdade
Mas sempre tive um amor pelo underground
A rua me encantava mais que os campus da universidade

A felicidade bateu à
minha porta
eu não estava
tinha ido à padaria
comprar sonhos.

Minha princesa, você apareceu na minha vida quando eu não esperava reencontrar o que há muito havia perdido ou que talvez nunca tive…
Não te prometo a perfeição, pois isso eu não tenho, mais te prometo uma coisa: dar o melhor de mim.
Te Amo...

É-me impossível.

Vi-te hoje radioso, com um sorriso na cara,

E com simpatia contagiante.

Por escassos segundos senti que não havia amanhã,

Apenas aquele momento maravilhoso...

Senti felicidade aconchegando-me a alma...

Senti-me poderosa e rainha do meu trono...

As palavras ditas antes...? Quantas delas interessam?

Não certamente aquelas em que fiz promessas de te esquecer,

Ou de te tentar afastar de mim.

É-me impossível.

Cada dia é novo, especial.

Como tu, percebes?

É algo a que é impossível escapar, é um fenómeno inevitável.

Sim, aqueles preciosos momentos fascinam-me e ardem-me por dentro...

É-me impossível fugir de ti,

Da tua essência incandescente e frágil...

Vou lutar. E talvez cair (uma vez mais),

Pois sei que o amor é algo construído pouco a pouco.

Mas que a todos calha, com um pouco de sorte!

Penso que ainda será possível abraçar-me a ti,

Beijar-te sem medo,

Fazer-te feliz com todas as minhas forças,

Pronunciar ao teu ouvido a linda palavra de amor,

Que todos sabem dizer, mas poucos sabem sentir.

Sem ti, sou inércia.

Contigo, radiosidade e felicidade constante.

É-me impossível esconder o meu amor por ti!

Certa vez lhe perguntei se você voava.
Você me garantiu que não tinha asas.
Por que mentiu pra mim?
Senão,como poderia atravessar o mar,
e vir até a minha torre escura,
trazendo-me pão e luz.
Aprendi a conhecer o som do ar agitado,
do tremular da vida,e da oração sussurrada.
Você é capaz de dizer que realmente não
estava lá,do outro lado do mar?
Agora,a distância entre nós é
de apenas um passo.
Vejo seu rosto em plena luz.
Agora me diga:
Onde esconde suas asas?''

Encostar nessa tua pele macia e sem defeitos,
é pra mim uma das sensações mais inexplicáveis.
Quando te pego no colo sinto que sem você eu nada seria, nada faria sentido, absolutamente nada. É inimaginável o tamanho dos sentimentos que por ti latejam em meu coração.
Minha filha, minha razão!

O que torna um homem, homem de verdade?

Quando você encontra ela.
Aquela mulher,
que você faria tudo por ela.

Um amor de verdade,
aquele que se torna o centro da força dele,
que também se torna sua fraqueza,
eis o motivo da força de um homem de verdade.

Qualquer homem de mentira,
vai mudar por um amor de verdade.
Qualquer homem de mentira,
pode encontrar seu valor,
e sua força,
em uma mulher de verdade,
pois existem também,
as mulheres de mentira,
que só vão torna-lo mais fraco ainda.

Apesar disso,
qualquer mulher pode se tornar a força de um homem,
qual mulher não quer se tornar uma mulher de verdade,
e se tornar a força de alguem,
pois quem tem um motivo para lutar,
luta muito mais forte,
e é assim que as pessoas fortes surgem.

As vezes nem percebemos que ela esta lá,
nem a força que ela possui,
mas quando o amor se mostrar a tona,
vocês perceberam o que é a força verdadeira.

Quem luta sem motivo,
pode vencer,
mas a vitoria sera doce,
maravilhosa, e mais divertida,
quando você tiver um motivo pelo qual lutar.