Poemas com Rimas de minha Rua

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Sou mestre na arte de falar em silêncio. Toda a minha vida falei calando-me e vivi em mim mesmo tragédias inteiras sem pronunciar uma palavra.

Fiódor Dostoiévski
A dócil (1876).

Afiei minha faca de ambição venenosa. Mas para as ganâncias insustentáveis, a faca ficou sem corte.

O mundo é outro nome para o desespero. Minha altura é outro diâmetro da terra.

"A diferença entre minha alegria e tristeza, é que as alegrias são intensas enquanto as tristezas são profundas."

Eu estou tranquilo e sinto que tudo vai sair bem, porque é exatamente a minha hora.

Minha vida mudou muito nos últimos anos. Eu mudei muito nos últimos anos. Mudei sem oferecer a menor resistência. Mudei sem me surpreender com as mudanças. Elas simplesmente apareceram, aconteceram, me invadiram e se instalaram. Então, eu finalmente me senti em casa dentro de mim mesma. E hoje, mais do que nunca, sinto que não devo nada para ninguém. A gente demora demais para se livrar de pesos e culpas. Mas um dia, finalmente, a gente acorda. E descobre que tem uma vida inteirinha pela frente.

O dia ilumina, a noite assombra, mas permaneço sozinho, apenas eu e minha sombra.

Minha mãe sempre me dizia: Se você não consegue encontrar algo para viver, melhor você encontrar alguma coisa para morrer.

Meu amor, nesse dia queria apenas te dizer que você não é só a minha metade, você é meu tudo, você é minha verdade, você é meu caminho, você é meu futuro, minha vontade, você é meu coqueiro, eu sou sua ilha. Com você eu vou para todo lugar, você é minha estrela que mais brilha, agradeço a Deus por te encontrar, pessoa como você é um grão na areia do mar. Como é bom te amar.

Não tiro ninguém da minha vida, apenas reorganizo as posições e inverto as prioridades.

Passei a maior parte da minha vida tentando não chorar na frente das pessoas que me amavam. Você trinca os dentes. Você olha para cima. Você diz a si mesmo que se eles o virem chorando, aquilo vai magoá-los, e você não vai ser nada mais que uma tristeza na vida deles.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

As pessoas não sabem como é para mim.
Ninguém sabe. Ninguém deveria julgar o que fiz na minha vida. Não antes de estarem no meu lugar por todo dia horrível e toda noite sem dormir.

Na vida existem erros e verdades. Dizer que te amo pode ter sido meu maior erro, mas foi minha maior verdade!

Não caminhes na minha frente, eu posso não segui-lo. Não caminhe atrás de mim, eu não posso conduzi-lo. Apenas caminhe a meu lado e seja meu amigo.

Desconhecido

Nota: Pensamento atribuído a Albert Camus, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

Dói muito, mas eu não vou parar. A minha não-desistência é o que de melhor posso oferecer a você e a mim neste momento.

Caio Fernando Abreu
ABREU, C. F. Pequenas Epifanias. Rio de Janeiro: Agir. 2006.

Minha alucinação é suportar o dia a dia, e o meu delírio é a experiência com coisas reais.

Belchior

Nota: Trecho da música Alucinação.

O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?

Você não pode me fazer ir pra um lugar onde você não vai estar. Essa é a minha definição de inferno.

Sou apenas uma gota a mais no imenso mar de matéria, definida, com a capacidade de perceber minha existência. Entre os milhões, ao nascer eu também era tudo, potencialmente. Eu também fui cerceada, bloqueada, deformada por meu ambiente, pela manifestação da hereditariedade. Eu também arranjarei um conjunto de crenças, de padrões pelos quais viverei, e no entanto a própria satisfação de encontrá-los será manchada pelo fato de que terei atingido o ápice em matéria de vida superficial, bidimensional – um conjunto de valores.(...)
Meus Deus, a vida é solidão, apesar de todos os opiáceos, apesar do falso brilho das “festas” alegres sem propósito algum, apesar dos falsos semblantes sorridentes que todos ostentamos. E quando você finalmente encontra uma pessoa com quem sente poder abrir a alma, para chocada com as palavras pronunciadas – são tão ásperas, tão feias, tão desprovidas de significado e tão débeis, por terem ficado presas no pequeno quarto escuro dentro da gente durante tanto tempo. Sim, há alegria, realização e companheirismo – mas a solidão da alma, em sua autoconsciência medonha, é horrível e predominante.

Sylvia Plath
Os diários de Sylvia Plath 1950-1962. São Paulo: Editora Globo, 2004.

Pensa que eu não me achava mais inteligente que meu antigo patrão? E eu era, mas esperei minha vez.