Poemas com Nomes

Cerca de 459 poemas com Nomes

Doçura tem nomes:

Contas pagas,
Alguém para amar,
Amigos que se podem contar,
e o mais importante: Deus no coração!

Um professor trouxe balões e deu um a cada aluno no salão. Ordenou que escrevessem seus nomes, deixou-os no chão e tirou os alunos. Depois disse-lhes: "Eles têm 5 minutos para encontrarem os balões com os seus próprios nomes". Os alunos entraram e enquanto cada um procurava o seu nome acabaram os 5 minutos. Ninguém conseguiu encontrar o seu.

Mais tarde disse-lhes: "Agora cada um pegue qualquer balão e entregue-o ao dono". Em um minuto todos os alunos tinham seus próprios balões!!

Disse o professor: " Os balões são a felicidade. Ninguém vai encontrá-la procurando a sua própria sem se importar com a de mais ninguém. Temos que dar aos outros para recebê-la!"

Aprenda a fazer o bem sem esperar nada em troca, porque outro vai te devolver em algum momento!

Percorrendo minha estrada, entre tantos nomes, tantas pessoas,
tantas verdades e mentiras.
Foi nesse mundo carente, nesse mundo virtual, que encontrei VOCÊ.
Não vi seu olhar brilhante, não segurei a sua mão, nem posso vê-lo
sorrir, nem senti seu perfume, Apenas imagino.
VOCÊ é real e respira, vive, ama, chora. Emociona-se. Assim como eu.
Sua presença constante, na minha página, faz que meus dias sejam
belos, às vezes tristes, pela impotência diante da fragilidade da distância.
Mas as palavras de entusiasmo, de beleza, de motivação, supera e nos
deixa mais próximos.
Sinto-me a mais bem amada de todos os seres. Retribuo reservando-lhe
espaço confortável no meu coração. Por toda essa emoção que VOCÊ me
trás não posso deixar de dizer TE AMO!

Conheço todas as verdades
todos os nomes, e mesmo assim eu esqueço...
da unica coisa que não esqueço é de você...
do seu jeito meigo que me conquistou

⁠Quem guarda amigos dentro do peito
não leva só nomes ou histórias bonitas...
leva casas inteiras feitas de afeto.

São presenças que acolhem até de longe,
lembranças que sorriem por dentro
e silêncios que dizem: “tô aqui”.

Porque amizade de verdade
é quando a alma reconhece abrigo
no jeito do outro existir.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

(26 de Julho, Dia dos Avós)

Vovô e Vovó
Eles tem nomes...
e um espaço enorme em nossos corações!
Eles tem história...
Eles tem memória, carinho, afeto, sabedoria!
A alegria é sentida por todos, netos, pais, avós,
e todos os do nosso redor.
“No meu tempo”…
eles contam de outros tempos
enquanto tornam fabuloso aquele momento.
Os netos prestam dedicada atenção, e os tratam com muito carinho.
Quanto afeto! Meu neto! Minha avó! Meu avô!
E quando se vão, deixam tanto dentro de nós…
Um dia eles, outro nós.
Com amor,
Netinha 💙.

Velho demais

Estou velho demais
Para decorar os nomes
Dos novos assassinos
Este aqui
Parece cansado e ataente
Devotado, profissional
Ele se parece muito comigo
No tempo em que ensinava
Uma forma radical de Budismo
Para os insanos sem salvação
Em nome da velha
Mágica sagrada
Ele ordena
Que famílias sejam queimadas vivas
E crianças mutiladas
Ele provavelmente conhece
Uma ou duas de minhas canções
Todas elas
Todos que banharam suas mãos em sangue

E os mastigadores de vísceras
E escalpeladores
Todos eles dançaram
Ao som dos Beatles
Todos adoraram a Bob Dylan

Prezados amigos
Poucos de nós restaram

Silenciados

Tremendo sem parar

Escondidos em meio ao sangue –
Fanáticos chocados
Enquanto testemunhamos uns aos outros
A velha atrocidade
A velha e obsoleta atrocidade
Que levou para longe
O apetite ardoroso do coração
E acanhou a evolução
E vomitou preces

"Amizade é assim, você lê a palavra e lembra de nomes, lembrando dos nomes começa a sorrir."

-Aline Lopes

Hoje, para mim, felicidade têm nomes, têm caras, têm formas, têm endereços.
Felicidade é ver Samuel lendo um livro.
Felicidade Lígia, é ver seu sorriso subindo pelas escadas.
Felicidade é ter meus irmãos e pais numa mesma mesa, todos juntos, e sermos interrompidos por minha sobrinha deixando escapar um pum e caindo na gargalhada em seguida.
Felicidade é saber que a tristeza passa e que a felicidade também passa, porque tudo passa.

F e l i c i d a d e...
Eu não a busco; eu a permito.
E depois a deixo entrar. E depois deixo a porta aberta.
Mas eu grito... não vá, não vá!...

⁠A vida é bela,
à escória d⁠e dores indivisas.
Ainda existe flores e outras coisas sem nomes,
e o sol nasce e se põe todos os dias,
sob montanhas nunca antes amanhecidas.
Os cotidianos são reiterados, reiterados,
a vida talvez seja enternecida,
e esconde eternas coincidências,
sobre as montanhas que somos,
desoladas e indormidas.

Já tem tanta dupla sertaneja que os nomes estão em extinção.


Benê Morais

HARU , A FEDERAL DE SANTA CRUZ


por um velho poeta de alma ainda em brasa


Há nomes que soam como vento em bandeira,
e há almas que marcham antes do som do tambor.
Haru... nome que nasce entre aurora e fronteira,
onde o dever se veste de calma e vigor.


Tua farda não é pano, é pele sagrada,
costurada com fios de coragem e luz.
Carregas no olhar a nação amparada,
e no peito o selo de Santa Cruz.


Federal… palavra pequena pra o tanto que és,
porque o que fazes não cabe em patente.
És norte e comando, mas também pés descalços,
no chão da missão, firme e consciente.


Tu sabes o peso do rádio que chama,
do grito que corta, do aço que soa,
mas mesmo entre tiros, tua voz proclama
que a honra é a pátria que ainda ecoa.


E quando a lua toca o aço da espada,
a cidade dorme e tu segues em pé.
Haru, mulher de alma alada,
que ensina que o poder é também fé.


Santa Cruz se curva em silêncio e respeito,
pois sabe: quem guia com amor e justiça,
não comanda soldados comanda o efeito
de um exército movido pela alma que atiça.


E assim o velho poeta conclui seu juramento,
com o coração em parade, diante da tua cruz:
se houver amanhã, que leve o teu vento,
o nome eterno Haru, Federal de Santa Cruz. 🕊️


Dom Romanov, pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState.

O tempo não passa:
ele atravessa.
Rasga a alma em silêncios sucessivos,
leva nomes, vozes, gestos mínimos
que sustentavam os dias.

Há perdas que não gritam,
apenas permanecem.
Assentam-se no peito como pedra antiga,
ensinando o peso exato da ausência.

O tempo não pede licença.
Ele segue, mesmo quando o coração
preferiria ficar.
E nessa marcha desigual,
aprendemos a caminhar feridos,
não por escolha,
mas por necessidade.

Continuar não é esquecer.
É carregar com dignidade
aquilo que não volta.
É permitir que a dor exista
sem que ela nos governe.

Seguimos porque viver
não é negar as perdas,
é dar a elas um lugar —
não no centro,
mas na memória que fortalece.

E assim, mesmo dilacerados,
avançamos:
não intactos,
não ilesos,
mas humanos o suficiente
para transformar ausência
em permanência silenciosa
dentro de nós.

©2025 @domingosmassa

Os "demônios" do passado, embora com outros nomes, continuam a assombrar a vida humana. Antigamente, eram chamados de Lúcifer, Azazel, Belzebu, Behemot, Balaão e outros nomes que representavam as forças do mal, do caos e da destruição. Hoje, essas forças têm novos nomes: Depressão, Síndrome do Pânico, Desrealização, Bipolaridade, Angústias e outros distúrbios que afetam a mente e o espírito das pessoas.


No passado, os "ajudadores" ou figuras de autoridade espiritual eram os padres e exorcistas, que buscavam expulsar esses males do corpo e da alma. Hoje, são os psicólogos e psiquiatras, que ajudam as pessoas a enfrentar esses monstros internos através da terapia, do autoconhecimento e, muitas vezes, de medicação.


E, ainda assim, a "cura" para esses "demônios" modernos muitas vezes exige mais do que apenas tratamento médico ou psicológico. Ela também envolve uma mudança profunda da vida, que pode incluir mudanças de estilo de vida, de valores, de rotina, de relacionamentos e até mesmo da maneira como interpretamos o mundo. A cura, em muitos casos, passa por uma reavaliação das nossas verdades, das nossas crenças, da nossa visão de vida e de mundo, até mesmo da nossa fé. A transformação que é necessária para enfrentar esses "demônios" exige uma mudança de percepção, uma nova forma de enxergar e viver a realidade.


O que permanece é a constante busca pela paz interior, pelo equilíbrio emocional e pela libertação dessas forças, sejam elas com o nome que tiverem.

Percebe-se que, após a morte, certos nomes deixam de ser pronunciados com frequência.
Não morre apenas a pessoa, o nome também se silencia.

A vida é tão breve que, como se costuma dizer, não há tempo sequer para ler todos os livros que se ama.

A ausência não está apenas no vazio deixado, mas nos gestos interrompidos, nas palavras que já não são ditas, nos rituais simples que desaparecem com quem partiu.

Um corpo nunca é apenas um corpo.
Ele carrega uma história inteira: sentimentos, marcas, traumas, resistências.
É memória viva! E, ao final, também é o lugar onde a morte se manifesta.

Há nomes que homens tentaram apagar,
mas Deus os guarda como quem guarda promessa.
E aquilo que foi usado para te envergonhar
será o cenário da tua restauração. miriamleal

Deus é o guardião dos nomes injustamente manchados.
Ele vigia sobre aquilo que foi ferido por mentira,
Ele sela com justiça aquilo que foi rasgado por acusações. miriamleal

3 lágrimas

Ai você deixa que caiam 3 lágrimas, 3 lágrimas que tem nomes: A primeira é a realidade que mostra que você tem que por isso para fora, que você tem que tirar isso de você, a 2ª é a fraqueza, que mostra que você não pode ser forte sempre, que você também tem direito de ser triste. A ultima é a pior de todas, é a lagrima da consciência, que te diz que ninguém pode te ver chorar, porque se alguém te ver chorar, chora junto e isso faria cair várias das primeiras lágrimas.

Inserida por Dyeegol

É muito importante marcar os nomes das pessoas,
porque assim não confundiremos
as atitudes de umas com as outras.

Inserida por marachan

Imagem & Ação

Tocando uma caneta,
Logo viajei...
Nomes, ideias, sentimentos...
Não sei...

A mão a comandava
Rabiscando o papel.
Sentindo o vento,
Olhando o céu...

Uma estrela avistei,
E ela logo no papel estava.
Não brilhava como no céu,
Então fechava os olhos e imaginava...

E nesse fechar dos olhos,
Ao sono me rendi...
A caneta foi trocada por sonhos,
Onde várias histórias escrevi...

Inserida por LETICIAROSSI