Poemas de Beijo
Sua ausência, minha decadência.
Sua presença, meu equilíbrio.
Sua voz, minha sinfonia perfeita.
Seu sorriso, minha meta.
Seu abraço, meu aconchego.
Seu beijo, minha morte e ressurreição.
É triste ainda te ter nas lembraças
E saber que eu não fui forte o suficiente pra aceitar o que sentia.
Não nego fui fraca, deixei o medo falar mais alto e perdi o momento que eu mais queria que acontecesse, o nosso primeiro beijo.
Há palavras que nos beijam
Como se tivessem bocas,
Palavras de amor, esperança,
De manso amor, de esperança louca...
Palavras que nos transportam
Aonde a noite mais forte,
ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
Não sei entender alguns detalhes, ou na verdade até sei mas depois não entendo.
Um toque, um sorriso e as palavras se perdem.
Um suspiro no beijo interrompido, coração bate forte e traduz aquele olhar morteiro.
Meus sentidos se perdem e me perco em você.
Sinto uma vontade louca de não te deixar fugir de meus braços,
De não deixar você sair de perto dos meus cuidados.
Ah, que bom seria se fosse assim.
Dormir com teu corpo colado ao meu e quando acordar dar-lhe bom dia com um beijo.
Seu cabelo bagunçado, sua cara de sono, sua manha para sair da cama...
E nossos desencontros não sei explicar, nem ao menos entender.
Ao mesmo tempo em que sinto você comigo, também não tenho essa certeza.
Insegurança ou medo, não sei, mas sei que posso te fazer feliz e segura se você deixar.
Quero ser teu porto seguro, te ajudar a superar seus medos, te dar segurança.
Basta ter o teu sorriso que o meu dia se transforma, me anima.
Deixe-me te fazer feliz e uma linda história vamos perpetuar...
Amor, me traz um mate
E senta bem aqui do meu ladinho,
Poe mais lenha na fogueira
Pra esquentar o nosso ranchinho,
Enquanto a chaleira não chia,
Eu fico provando os teus beijinhos.
Janelas d'alma.
Teus olhos são como as janelas d'alma.
Olhando neles, abre-se uma janela ao infinito.
Teus braços abertos são um convite ao aconchego.
E teus beijos, ah, teus beijos!
Teus beijos têm aquele gosto de quero mais.
Destruir as corrente do medo, e me revestir de coragem
Revelei segredos, até me declarei
Aprendemos viver quando não nos falta vontade
Nos alimentamos do desejo
É a força da vontade
Passeia nos meus sonhos, é meu desejo
Meu ser gritar loucamente a vontade de estar ao seus braços
Perdido pelos teus beijos
Na vontade
No desejo...
"Meu coração acelerado com você do lado.
Meu coração abalroado por ter lhe olhado.
Seus olhos nos meus olhos, repletos de malícia e desejo.
Seus olhos em que vi um misto de paixão e medo.
Teus beijos, ah o mais doce beijo, me perco quando lembro, devaneio.
E teu cheiro, cheiro doce em que me deleito.
Meu mundo sobre o meu peito.
Despertou-me um sentimento profundo e como em um rio, me afundo no leito..."
"E nem sempre foi assim.
Imaginar você longe de mim.
Início do fim.
Será que é isso que está afim?
Meu doce anjo Querubim.
Já és feliz sem mim.
Claro que é, claro que sim.
Minha paixão é como pólvora e o seu beijo o meu estopim.
Amar-te é crime sim.
Seu crime é não estar aqui.
Fique por ti, fique por mim.
Desejo, amor, paixão, querer a ti, enfim.
Na sua ausência, da minha felicidade, mora o fim..."
"Volto a anos atrás.
Imensurável alegria, tais lembranças me traz.
Quando o amor mútuo, a ambos satisfez e hoje não mais satisfaz.
Ilusões, desilusões, falsas ou reais?
No fim, tanto faz.
O importante é a felicidade, que até mesmo, os falsos amores nos traz.
Falando em ilusões, a felicidade é a mais intensa das tais.
Pois não existe felicidade sem amor e não existe amor sem a calma que o teu beijo me traz.
Tento ver meu futuro mas só olho pra trás.
No passado, se faz minha prisão, em um olhar que fez e que faz, com que minha vida não me pertença mais.
Queria voltar, a cada noite mais, a anos atrás..."
"Eu fiz juras de amor.
Eu fiz juras por esse amor.
Eu jurei que traria dor.
A quem me prometeu amor.
E todo esse amargor?
Que rega um sentimento que, dia após dia murcha, como uma flor.
À tua vida eu queria trazer cor.
E a minha vida se torna preto e branco, sem teu amor.
Todos os gostos, as delícias, sem teu beijo, perdem o sabor.
Por você, por nós eu voltaria e faria, juras de amor..."
"Agora estou eu, desamparado.
Meus pensamentos, aos poucos, me tornam um homem perturbado.
Me estrangulam os sentimentos que eu deveria ter estrangulado.
Lembro do teu sorriso, sinto o gosto do beijo, fico desesperado.
Eu devaneio e torturo-me com as memórias de momentos que, se eu pudesse, teria eternizado.
Agora, suas doces lembranças, me trazem um gosto amargo.
No fim, minha única certeza é; Eu sou o único culpado.
Por ter um coração parvo.
Por, com excesso de covardia, ter lhe abandonado.
Por com nós, um dia, ter sonhado.
Por com ávida intensidade, ter lhe amado.
E no fim, por nas juras de amor, ter acreditado.
Hoje mais do que nunca é certo; Meu coração é um lacaio..."
"Tudo bem, pode ir, antes de ti eu já estava só.
Acostumei-me ter a felicidade em minhas mãos e vê-la virando pó.
Desejo o seu amar, por amor e não por dó.
Me vem a lembrança do teu beijo e a garganta dá um nó.
Ter você, longe ou perto, eu não sei o que é pior.
Minhas juras e os nossos sonhos, ainda sei de cor.
Se tento ser algo bom é para junto a ti, ser melhor.
Mas você se foi e me deixou amarrado em um sentimento, em que não desato o nó.
Mas tudo bem, pode ir, pois antes de ti, eu já estava só..."
"Eu sempre pensei que o paraíso fosse restrito aos pecadores e ali estava eu, com um pedaço dele, em meu braços.
A perfeição, com seus cabelos negros, me pedia mais um beijo, mais um abraço.
O olhar dela, me prendia cada vez mais, da minh'alma, o laço.
Quando ela sorri, a felicidade inunda meu eu, como que escapo?
Bem da verdade, por que eu escaparia? Sendo que, foi ela quem uniu meu coração, que estava em pedaços.
Ela renovou minhas esperanças no amor, um sentimento que eu já tinha abdicado.
Adocicou a amargura da minha vida com seus beijos, perdoou meus pecados.
Eu já não preciso vislumbrar os céus, pois o melhor pedaço do paraíso está sempre ali, em meus braços..."
"Se tivesse ousado, eu teria tentado.
Se ouvisse as musicas que ouço, saberia o que eu teria lhe falado.
Se tivesse ficado, saberia eu, o que é ser amado.
Se olhasse em meus olhos, meu coração teria palpitado.
Se pudesse eu, pedir lhe algo, eu pediria para ter ficado.
Se amasse-me, não teria fugido, estaria ao meu lado.
Se fosse hoje minha força, o seu olhar seria o meu ponto fraco.
Se você ainda tem o beijo doce, só me deixou, da saudade, o gosto amargo.
Se pedisse-me o mundo, eu teria lhe dado.
Se não pudesse, nosso mundo eu teria inventado.
No fim, se tivesse ousado, eu teria tentado..."
"O que são gotas de chuva, para quem já esteve no fundo do poço?
Era pintura, meu sentimento por ti, e o seu, mal era um esboço.
E volto eu, mais uma vez, com minhas palavras, um louco.
Que por ti, já fez de tudo e além do tudo, o mais um pouco.
No teu abraço até encontrei refúgio, mas não encontrei socorro.
Abram-se as cortinas da minha solidão, palmas para ele, meu coração, 'O Tolo'.
A peça que, me prega peça, o tempo todo.
Repito tudo isso, com amarguras, de novo.
As lagrimas da chuva, lavam as águas do meu rosto.
Eu fecho os olhos e é só você que ouço.
Me implorando mais um abraço, um beijo, um consolo.
E nessa corte, eu é quem sou o bobo.
Por crer que, à mim, voltaria com gosto.
Graças à ti, já não existe nem brasa, onde era fogo.
Já abri mão de nós, já não caio no seu jogo.
Espero que seja o fim, do nosso ciclo vicioso.
Rogo à Deus, para que, nunca mais me venha a sede, das águas do seu poço..."
"Eu protelei minha felicidade em prol do orgulho dela.
Abri mão da minha fé em devoção à ela.
Falando em fé, no fim das contas, minha religião é ela.
O meu templo de adoração é o corpo dela.
Pecador que sou, roguei pelo perdão dela.
Não obtive resposta, nem do meu sofrimento, uma trégua.
Ela nunca foi-me deusa da paz, do amor; Ela é a deusa do ódio, da guerra.
Vislumbro meu eu, mortal, enganado sobre ela.
Achei meu paraíso e meu inferno nos olhos dela.
Sua ausência é sal na ferida aberta.
Novamente, me perco em mazelas.
Me afogo nessa cacimba, que é amar ela.
Tento tornar-me um ateu acerca dela.
Mas o vento, servo fiel da minha algoz, traz-me cheiro dela.
Eu suplico pelos beijos e só recebo o suplício dela.
Na noite, eu sou um escravo e novamente, adoro ela..."
"Graças a você eu me tornei um homem invejoso.
Tenho inveja da brisa que lhe beija o rosto.
Invejo o brilho, que ao me olhar, tem em seu olho.
Invejo o vento, que lhe esvoaça os cabelos e a água que lhe banha o corpo.
Invejo sua esperteza, por fazer do mais sábio, um tolo.
Invejo aquele que tem seus beijos, o mais valioso tesouro.
Tenho inveja daquele, que não te tem por metade, e sim, por um todo.
Invejo tudo que lhe aquece a tez, quisera eu, ser fogo.
Invejo aquele, que apostando em seu amor, sai vencendo no seu jogo.
Graças a você eu me tornei um homem invejoso.
Eu hoje, invejo todo homem são, pois seu amor me tornou um homem louco..."
"E eu me pego em devaneio, apaixonado.
Imaginando como seria acordar ao seu lado.
Ter meu sonho realizado.
Beijar-lhe a tez morena, que a muito, tem me encantado.
Para vislumbrar-lhe, eu atravessaria o oceano à nado.
Mergulhei na imensidão do teu olhar e nessa escuridão estou afogado.
É impressionante, como em nós, tenho pensado.
Sonhos de felicidade, tenho fantasiado.
Quisera eu, poder realizá-los.
Fazer dos teus beijos, meu doce pecado.
Mas por não merecer-lhe, tudo isso são devaneios, de um louco apaixonado..."
"Há dias que vem e não deveriam ficar.
Há dias que vão e deveriam, para sempre, continuar.
Quando 'cê me vem, me sobra nada e até me falta o ar.
Sua presença me faz sobrar a paixão, só o amar.
Fito seus olhos, me pego com o coração, à palpitar.
Desejo te abraçar.
No teu beijo, me adoçar.
No doce da voz, me deliciar.
Quisera eu, não te sonhar.
Nessa paixão, não me aprisionar.
Você é o meu Sol, quiçá o meu luar.
És meu rio, o meu mar.
Na imensidão da tua alma, eu hei de me afogar.
Infelizmente os dias de saudade vem, mas não deveriam ficar..."
