Poemas Anjos de Pijama Matilde Rosa Araujo
Agradeço a Nossa Senhora das Dores, que alivia as dores dos que sofrem, dos aflitos e angustiados.
Djanira Ferreira (Em memória)
Mãe Nirinha
Agradeço a Nossa Senhora de Fátima pelas graças alcançadas que humildemente lhe pedi.
Djanira Ferreira (Em memória)
Mãe Nirinha
Ralei os cocos para preparar as cocadas. Depois de cozinhadas espalhei o doce sobre a tábua para esfriar. Quando esfriaram fiz os cortes em quadrados do mesmo tamanho.
São essas cocadas caseiras que vendo toda semana.
Djanira Ferreira (Em memória)
Mãe Nirinha
Agradeço a Nossa Senhora da Saúde, mãe de misericórdia que nos protege das doenças, socorre os enfermos, livra-nos dos males e auxilia todos que necessitam.
Djanira Ferreira de Araújo
Mãe Nirinha
Solidariedade
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A unidade é a força motriz que impulsiona tudo
Uma engrenagem sozinha não faz a roda girar
Algo sem você nunca será uma completude
Para ajudar o próximo só precisamos de atitude
Um único lobo jamais formará uma alcateia
É preciso duas ou mais pessoas para ser uma plateia
São os rios que descem a serra que formam o mar
O que seria das olimpíadas se houvesse apenas um atleta?
Um ciclista é só um esportista sem a sua bicicleta
Não existe essa de exército de um homem só
O herói de verdade nunca trabalha sozinho
Todos nós precisamos de um pouco de carinho
O pouco que você doar com outros vai somar
Despertar seu coração para a solidariedade é o intuito
Sozinhos podemos pouco, mas juntos fazemos muito.
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30 abril 2021
Penápolis SP
Acordei e fui para a rua,
Para ver a Lua sangrenta,
Para ver a Lua nua,
Nada mais me afugenta.
Estava namorando ela,
Em segundos sem eira nem beira.
Vermelha de vergonha se escondeu,
Atrás do Morro do Maciço da Costeira.
Como um Poema ao luar,
Eu vi o Morro do Lampião,
Onde a superlua vaidosa, sestrosa, dengosa,
Foi se ocultar....
Quinta e sexta-feira!
Peço perdões desavergonhados.
Mas é na noite de sábado.
O momento dos enamorados.
Sabe aquele sonho
que se sonha
e não se lembra de quase nada?
Tive um essa noite.
E de todo o sonho,
só me lembro de uma coisa:
Você, amada.
Pra você,
vou contar o meu segredo
que tem fundamento.
A parte do inverno que mais gosto:
é a dos seus braços e abraços.
Onde me aconchego e me esquento!
Na geografia do seu corpo,
tem história de nós dois
contada em literatura.
A nossa química
nem as leis da física explicam.
Ei, acalme-se.
Não vá se estressar.
Reduza a velocidade
pra ver a vida passar.
Se ajuda precisar,
pegue na minha mão,
e vamos juntos:
caminhando a conversar.
Podes falar, que olhando pra ti,
vou lhe escutar.
“São borboletas que voam humildemente ao vento com sabedoria e esperança”
Toinha Vicentina
(1911-1998)
Flor do Umbuzeiro
Quando o umbuzeiro começa a florir, a alegria começa a brotar em nosso coração.
Na flor do umbuzeiro vejo a natureza e a esperança, o trabalho do homem do campo e a luta por seu sustento. O seu sacrifício e o seu lamento.
Que o Sagrado Coração de Jesus sejam a luz e a proteção dos agricultores em todos os momentos de suas vidas.
Toinha Vicentina (1911-1998)
Hoje não há poesia que resolva.
Sem Minâncora, Mertiolate ou Mercúrio.
Estamos sem remédios para o tempo e
temos morrido irremediavelmente.
Feito de corações
o monumento se ergue.
Mais uma recordação em luto
outra guerra perdida.
E essa vida segue sem ser vida,
com a gente morrendo sem morrer.
Respirando enquanto pode.
Saudades das noites vazias
Que deitado viajava
Olhando o céu escuro de luzes cintilantes
A conversar com os meus amigos em prozas semoventes
O outono chegou!
E com ele, minha alegria...
Desculpe-me primavera,
mas é no outono:
Que meu jardim é poesia.
