Poemas Anjos de Pijama Matilde Rosa Araujo

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Aprendi que 50% das pessoas são falsas e as outras 50 não se pode confiar 100%.

Paulo de Tarso Pinto Silva

Nota: Autoria não confirmada.

Coração de um sonhador é como a fênix. Mesmo depois de ser completamente destruído, sempre renasce das cinzas.

O ciúme é a dúvida de seu amor com seu par, é a causa maior da triste separação.

Todo casal passa por crises, todo casamento tem seu momento de luto.
Mas... o grande desafio esta ai, em superar estas crises e vencer em prol da família e do amor que os uniu

A vida é uma luta insana, na qual os fortes sobrevivem e os fracos sucubem a sombra de sua própria incompetência

É preciso muito desespero, descontentamento e desilusão para escrever alguns bons poemas. Não é para todos nem escrevê-los ou mesmo lê-los.

"Em tua luz aprendo a amar. Em tua beleza, a escrever poemas. Porém, as vezes te vejo e essa visão se transforma em minha arte."

Preciso inventar novos verbos. Verbos que caibam mais que versos, poemas ou líricas completas de amor. Preciso inventar verbos que caiba o infinito do meu querer, esse amor além do tempo, além da vida, além de mim.

Eu poderia declamar milhões de poemas,mas de que adianta se eu já expuz todo meu amor e você pareceu não dar a minima importância

A maioria das pessoas só gosta de poemas de amor, na maioria das vezes não correspondido. Sofrimento é um sentimento o qual as pessoas gostam de sentir.

Verso de meus poemas

Se teu amor te deixou ousada
Solte as cordas
E deixe a maré
Levar teu barco
Se quis viver essa
Paixão
Apaixone-se até doer
De paixão
Sem dó
Nem medo
Ou receio
É seu amor
Que vc conseguiu
Colocar em mim
Para me alucinar
Em todo tempo que estou
Acordado
Durante todas as horas

Inserida por 182041

DISFARCE

Os meus pedaços disfarço,
em jogos de sorrisos,
em poemas imprecisos,
nos olhares perdidos
para lugar algum

Os meus pedaços disfarço,
no improviso das vontades,
na dor da pura verdade,
nos sonhos proibidos,
nas palavras que não vêm

Os meus pedados disfarço,
na solidão dos anseios,
na escuridão dos sentidos
na musica alta que toca
em meus ouvidos.

Os meus pedaços disfarço,
no sufoco dos meus planos,
nos atalhos dos enganos,
nas gavetas da saudade
na desculpa da idade.

Os meus pedaços disfarço,
no vagar da madrugada insone
nas horas que me sopram versos,
e nos versos que nascem sem-hora.

Inserida por rosabergcine

CARÊNCIAS

Caminho, neste instante,
no deserto das palavras
carregando a poeira dos poemas
e o vento da falta de sentimentos.
O céu está cheio de estrelas,
mas nenhuma a mim pertence
Nem a lua, nesta noite,
pode ser minha confidente.
Estou abandonada na estrada,
sem caminhos, sem moradas
para desespero de minha alma
que não consegue ficar silente.
E neste marasmo imponente
pareço uma bêbada sem rumo
contorcendo o corpo de ressaca.
Careço, neste momento, do alento dos movimentos
das doces e leves loucuras dos dias efervescentes
e até uma estrela cadente,me é suficiente
para preencher a minha madrugada vazia.
No fundo, CAREÇO DE POESIA.

Inserida por rosabergcine

Poemas
canções
ilustrações…
Entre reticências
e entrelinhas
há muita coisa não dita,
ficou a charada,
história mal resolvida,
pessoas magoadas
amizades perdidas…

Inserida por LeticiaRosa

Não prende, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço...

Maria Beatriz Marinho dos Anjos

Nota: Trecho de um poema de Maria Beatriz Marinho dos Anjos, muitas vezes atribuído erroneamente a Mario Quintana.

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A saudade eu mato; a lembrança eu guardo; a tristeza eu supero; A alegria eu conservo; Já as pessoas iguais a você eu nunca esqueço.

Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça.

Karine Rosa

Nota: Trecho da crônica "Sapato velho", publicada em 12 de julho de 2009. A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Caio Fernando Abreu e Tati Bernardi.

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Eu sou é eu mesmo. Divirjo de todo o mundo…
Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.

Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

Hoje, temos a impressão de que tudo começou ontem. Não somos os mesmos, mas somos mais juntos. Sabemos mais um do outro. E é por esse motivo que dizer adeus se torna tão complicado. Digamos, então, que nada se perderá. Pelo menos, dentro da gente.

Penso que chega um momento na vida da gente, em que o único dever é lutar ferozmente por introduzir, no tempo de cada dia, o máximo de "eternidade".

Guimarães Rosa

Nota: 24 Cartas de João Guimarães Rosa a Antonio Azeredo da Silveira.