Poemas Alegres
viva os positivos, foda se os negativos, vida é uma grande escola, nem tudo tem um preço, mais sempre tem um troco, pode me chamar de loco pois vivo como quero, chamo minha trap house de castelo, minha Gang está comigo verão ou inverno, cheio de amor, Com os pente carregado, respeito sem força
esse meu legado GANG
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
Desfilaram neste carnaval com todo o seu colorido, mas sem maquiagens. Com seus tiques. Na passarela cristalina da via pública. Na ribalta das ruas, o grande karaoke das cidades. Parece estarmos vendo o reclame do circo na nossa infância já tão longe, quando os palhaços, saltitando pelas delegacias, interrogavam as crianças com roupas espetaculares. Hoje tem espetáculo? Tem sim senhor... Nossas ruas mal cuidadas e nossas praças irreverentemente autografadas com pardais. Há reis e rainhas corruptos neste carnaval. Há também, para termos os reis e as rainhas, peões; Peões lavrados em marfim, como num bizantino tabuleiro de xadrez. Mas, por trás das fantasias da ala dos peões, parecidas com peças de marfim, o que se vê são peças como se fora barro bíblico da criação, a fim de plasmar calungas para promover um desfile para a posteridade. A "paradinha" da bateria para o povo, ora a alegrar, chegou triste, sem cobrar aplausos dos espectadores.
Sempre achei que uma palavra de elogio fizesse bem à saúde. Que pequenos gestos mudassem situações até então imutáveis. Que o julgamento alheio não é importante. Que devemos ser adolescentes a vida inteira e, o máximo que der, regredir até a infância com nossos filhos novamente. Que isso é a melhor maneira de renascer. Que amor não se cobra que não é cobre. Que amor não se pede que não é peça. Que amor se chama porque é chama. E que tudo que é muito diferente incomoda tudo que é muito igual.
Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.
As vezes me acho melhor que algumas pessoas. Não deveria, mas acho. Sei também que não sou, mas acho. :-(
Solidão; barco vazio que passa estacionado. Sozinho à espera de... Com sentido e sem ninguém. Solidão. Vida lenta. Vive mais tempo e devagar. Finais de semana longos como semanas.Televisão; lê; escreve; acesso à rede. Não é orgulho. Razão interior. Consciência. Não se vende. Pode se render. Se rende.Peso da dor. Tombou. Caiu no chão. Não levantou. Acordou. Ali, a pedra. Peso. Saiu dali. Rastejou. Passado. Presente na lembrança. Fora do futuro. Solidão.
Não destrua a casa, mas examine cada tijolo, e substitua aqueles que parecem quebrados, que não suportam mais a estrutura.
Para cada favor parece que as pessoas cobram um crédito, uma nota promissória que nunca será esquecida. Juros sob juros nas contas da felicidade
Ser bom, consciência interna, por dentro; ser belo, externo, ser fino nas relações, nas trocas, no comportamento que estaciona e que avança, no saber e na maturidade, na idade. E ser convincente só é possível mesmo pela espontaneidade, está diretamente ligado a força moral. Coisa de alma ✨
Nossos sentimentos emitem ondas reais que irradiam dos nossos cérebros, formando uma atmosfera mental e que será peculiar a nós, a cada pessoa. De acordo com o seu pensamento, você atrai uma solução, mesmo que sofra agora com as consequências disso. Mas saiba que qualquer consequência sofrida por uma atitude sua de auto-amor será válida.
A nós cabe sempre a opção de priorizar as melhores escolhas, sabendo que tudo na vida tem um preço a ser pago.
A bola passou quicando... e um guri correndo atrás. Deu um chute com a direita. A bola subiu, voou, pela janela adentou. A velha apanhou a bola, pra rua a bola atirou. "Na próxima não dou mais" (foi assim que ameaçou). A bola saiu quicando... e o guri correndo atrás. Deu um chute com a canhota. A bola subiu de novo... e pela janela reentrou. A velha pegou a bola enraivecida, a furou, e pra rua arremessou. Bola furada não quica. Caiu no chão e parou. O menino a foi buscar... abaixou-se pra apanhar... e veio um carro e o matou. A velha a tudo assistiu e jamais se perdoou. Agora, quando algum moleque quer uma bola, fica embaixo da janela daquela velha demente. Que o maior prazer que sente e o que mais lhe satisfaz... é atirar bolas pra rua, vê-las depois quicando, e um guri correndo atrás...
Se eu tirasse de uma estrela sua luz de chama inquieta e em mim pudesse contê-la, diria, então, sou poeta...
Renunciar... é sufocar com os olhos rasos d´água um sofrimento atroz, e a tanta mágoa, poder dar as nuances da ventura; é conseguir introverter o pranto e transformá-lo em mavioso canto, dando à lágrima a forma da ternura. Renunciar... é calcar toda angústia dentro da alma, aparentar tranquilidade e calma, desditoso, fazer feliz alguém; é transbordar, ingenuamente, a vida num sorriso e dar de si tudo o que for preciso dessa alegria que não mais se tem. Renunciar... é ir vibrando num desejo louco de ganhar um pouquinho, ainda que pouco, quase nada e de tudo o que se quis. É trancar os soluços na garganta, e a si próprio dizer: "gargalha, canta, para que o mundo pense que és feliz". Renunciar... é resistir, sereno e sem queixume a uma ausência que o tédio, é dor, voz da saudade, família, cachorros, vozes da saudade que uivam solidão. É percorrer tão ásperos caminhos, transformando em mil rosas e espinhos, abrindo a toda gente o coração. Renunciar... é pressentir uma canção dolente, das que chegam à alma, de repente, e extasiado, não pode falar. É sentir nessa doce linha a tristeza mesclar-se com alegria, num amargo prazer de recordar. Renunciar... É colorir, de inúmeras matizes os sorrisos que escondem as cicatrizes, no mais fundo recôndito do ser. É agradecer, a cada instante, a inabalável fé, a fé constante, que nos dá tanta força para viver... Renunciar...
Este sorriso carrega uma história que já foi chamada de sofrimento e de superação. É a história de alguém que não teve medo de encarar os obstáculos em seu caminho, que um dia descobriu que podia vencer todos eles - e venceu –, e hoje essa história se chama felicidade.
Ela não tinha percebido que o amor poderia machucá-la tanto: demorou demais para descobrir a medida certa de amar. Toda vez que olhava para trás, recordava de si mesma magoada. E, quando olhava para frente, só se via sem esperanças. Já tinha tentado tantas vezes segurar por muito tempo um sorriso, e nunca tinha ido bem. Ela sempre se perguntava se algum dia tudo seria diferente daquilo e se existia mesmo felicidade longe dali. Dizia que, depois da segunda decepção, ninguém mais acredita; que estava sendo difícil demais para ela e que não precisava de um motivo a mais para desistir de vez, de tudo. Mas desistiu. E um dia, quando menos esperava, ela avistou sua resposta dentro dos olhos de alguém e a escreveu dentro de um coração... E o seu sorriso nunca mais foi embora.
A constante novidade de vida em Cristo é porque cada dia Ele revela algo novo para nós, algo mais profundo. O caminhar com Cristo é cheio de surpresas todos os dias!
aprendi a me amar desse jeito porque se eu me julgar pelo que vejo de imperfeito em mim, eu vou pirar e ser infeliz
e isso eu não me permito,não me permito ser infeliz comigo mesma porque,já bastam as diferenças entre as pessoas,não posso ter comigo mesma essa falta de amor.
"quanto mais escurecer, mais perto a manhã esta de chegar,cada sofrimento e cada crise,vira acompanhada de uma nova chance de ser feliz."
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