Poemas Alegres
O circo e a tempestade de alegria
O final de cada capítulo
é o inicio de outro
Caracterizo-me com um sorriso
lanço-me em piruetas e cambalhotas
O circo sou eu
a màgica que faz brilhar o olho
a aventura que desafia a alma
o íncrivel, impensado e jamais visto
A tenda está está armada
lá está ela brilhante e temida
tão distante e tão bonita
a mais amada e também maldita
corda do equilibrista
Uma inundação está a caminho
com fortes rajadas de risos
e gargalhadas de cem quilômetros por hora
possíveis avalanches de alegria
ao sair de casa hoje não esqueça seu sorriso em casa.
Saudade que invade
A saudade que me invade,
Chama pelo seu nome.
Ela rouba a minha alegria,
E entristece o meu coração,
Ah, como sinto a sua falta!
Como preciso lhe ter bem junto mim...
Sonho com o seu retorno,
Para voltar na vida a sorrir...
Vejo que esta dor que me assola,
Vai se dissipar com a sua volta.
Dará lugar a mais pura alegria,
Lembrando o tempo da escola.
Preciso que volte depressa,
Preciso senti-la em minhas mãos,
Evite que eu sofra ainda mais,
Acabe logo com a minha agonia...
Então!
Feliz daquele
Feliz daquele que sabe bem viver,
Ama a vida em toda sua extensão.
Atrai para si somente bons fluidos,
Ignora os erros do alheio coração.
Feliz daquele que não julga ninguém,
Respeita o jeito de ser de cada um.
Mas não abre mão dos seus princípios,
Por causa das intolerâncias de alguns.
Feliz daquele que atenua os conflitos
Sabendo que tudo são bobas vaidades
Não se curva as más ações por nada
Sabendo respeitar as escolhas individuais
Feliz daquele que ama a natureza
E busca ser feliz com toda certeza
Sabe que em Deus está a sua confiança
Não convive naturalmente nas lambanças
Feliz daquele que vive bem os seus momentos
E divide tudo em suas devidas prioridades
Age em sintonia com os quatro elementos,
Respeita a terra, a água, o fogo e o ar.
Quando finalmente decidirmos nos tornar o povo que fomos destinados a ser, hospitaleiros, alegres, tolerantes, empáticos, abençoados pela música, pela dança, pela miscigenação, pela beleza, pela geografia, pelo simples fato de sermos uma nação continente, ai sim, estaremos caminhando em direção à felicidade.
Por enquanto, somos apenas brasileiros.
Toda bondade, talento, beleza e alegria que possa ver em mim é por causa das pessoas boas, talentosas, lindas e alegres que vivem ao meu redor.
Vocês irradiam...eu apenas estou refletindo.
Ninguém além de você, está no controle da sua felicidade...
Viva, sorria, permita-se; pois só você que pode decidir entre o choro e o riso.
Eu decidi sorrir e ser feliz!
Onde está você?
Felicidade onde está você?
Aqui só encontro saudade
Eu preciso encontrar você
Felicidade vou te procurar!
Partiu, levando meu amor,
Tão distante está meu bem,
Tudo fica frio sem teu calor
E alegria sem você não vêm!
Marta Gouvêa
BOM DIA MEUS QUERIDOS AMIGOS!!!
Um sábado alegre nos insinuando
Uma brisa suave nos acariciando
O sol aos poucos nos aquecendo
Um dia agradável prometendo
mel - ((*_*))
A felicidade é uma busca interna. Um caminho individual através do qual enfrentamos nossos fantasmas. Não são as coisas que conquistamos ou as pessoas com quem nos relacionamos que nos fazem felizes. O que nos faz feliz é a forma como enxergamos, o significado que damos a tudo isso.
A felicidade, assim como a tristeza, não é maior que o tempo entre duas descobertas. A intensidade com que vivemos é que determina o tempo que levaremos para renovar nossa alegria ou reciclar nossa tristeza.
É um caminho que fazemos sozinhos, mas não é um caminho solitário.
Encontramos outras pessoas ao longo da nossa caminhada. Algumas mais evoluídas em suas descobertas e outras menos. Existem também aqueles que, com medo de andar e sem coragem de admiti-lo, ficam à margem da estrada criticando os que caminham. Agem como se fossem donos da verdade, ignorando que a verdade só descobre quem pega a estrada. Só vão se dar conta de que não viveram, no final. Daí acordam para o fato de que a decisão do primeiro passo lhes pertencia, do último não.
Felicidade, onde estás?
Onde vives que não te vejo?
Já te procurei tanto...
Quero ver-te é o meu desejo!
Felicidade como serás?
Terás alma, ou coração?
Eu apenas te pergunto:
Serás tu uma ilusão?
Se soubesses onde moravas
Iria falar contigo
Para ver se tu querias
Vir morar aqui comigo.
Todos nós te procuramos
Vivemos a te chamar
E tu nem nos escuta
Em teu reino a gargalhar...
Não posso dizer com todas as palavras o sofrimento e a alegria daquele povo de Alexandria.
Representado na matéria localizado no continente Sul Americano em especifico no interior de Minas Gerais.
Lugar belo, frio e sombrio, onde, passei os melhores e piores dias. Inimaginável todo o sentimento de amor e ódio que rodeavam esse cerrado.
Nesse espectro fiquei quase louco, me faziam Rei eterno, mesmo não sendo, guardavam os mandamentos e julgavam os personagens ruins dessa historia.
Lugares dos mais puros amores e dos temidos homens que por ali se faziam o bem e o mal.
Tinha os que nos repletos prazeres da alma buscavam se entorpece, e tornaram-se loucos no mundo que parecia muito real.
Vamos fugir?
Fugir para felicidade
Fugir para vida
Fugir para desconhecido
Fugir para algo, e não de algo
Leitura
é um pote de felicidades
leio com ternura
livros de amizade
livros de fofura
livros de verdade
livros de receita
são amigos das gostosuras!
Olhe nos meus olhos.
Observe, sinta, ele diz tudo...
Perceba!...nem piscam,
parecem felizes.
É um sinal da alma sorrindo.
Estar triste não é ser triste
Estar feliz não é ser feliz
A vida é feita de momentos
A alternância é que molda os sabores
Tu de mim só queres sugar
e eu já estou com anemia
só suga e quando te peço
não me traz alegria
Era pra dar certo
toma lá, dá cá
mas se fez assim
toma lá, toma cá
De mim o que sobrou?
se não só amor
sim, amor
depois de tudo
este ainda me restou
Até me espanto com tanto encanto
refletindo sobre nós
descobri o que me destrói
é que pra mim nada dá
mas pra tu...
bem, é só sugar
Homem da rua
Ninguém tira as experiências que ele passou, suas lutas diárias, decepções, alegrias... superações! Ele é um sobrevivente, ele é um guerreiro, um vitorioso. Ele é um homem da rua, como tantos outros, um maior abandonado.
