Poema Sobre Solidão
Na velhice, a solidão é inarredável. A vida vai levando você à solidão. Com a idade você vai ouvindo menos, vendo menos, se levanta com menos agilidade e as juntas começam a secar. Isso tudo é uma solidão também.
As pessoas confundem solitude com solidão,.
Solidão é o sentir a ausência, solitude é evolução, autoconhecimento, escolhas que te fazem bem.
A solidão não é negada pelo fato de nos encontramos inserido em uma multidão,
pois o solitário é aquele que não encontra ninguém, quando essa aglomeração se desfaz.
Há um tipo de solidão que só os que pensam demais conseguem reconhecer — ela mora entre uma pergunta e outra.
A pior dor do mundo é a solidão. A segunda é ser deixado de lado por quem você confiava. E a terceira… é perceber que sua ausência pesa tanto quanto o silêncio: nada.
A solidão dói. Ser esquecida por quem era tudo, rasga. Mas nada dói mais do que perceber que sua existência é invisível até para quem dizia te enxergar.
Por vezes a solidão que você sente é a consequência de ter dado tudo pra uma pessoa que só merecia sua ausência, e quando percebe a solidão mora em você!
As ilusões são criadas pela nossa carência, medo de solidão ou necessidade de validação. Quanto mais dependemos dos outros, mais tendemos a idealizá-los.
Se a solidão ou o abandono te atingir, clame a Deus, pois Ele nunca desampara os que n'Ele esperam.
A falta de pessoas de confiança para confessar pecados e frustrações tem levado muitos à solidão, ansiedade e medo. Precisamos cultivar amizades com pessoas íntegras, fiéis e de vida de oração.
A solidão fortalece nossa capacidade de relacionamento humano pois é, contraditoriamente, uma base para nossa empatia profunda que nos possibilita ter encontros verdadeiros e sinceros com as pessoas, em nossas caminhadas!
"Muitos reclamam de solidão... Mesmo sabendo que existe alguém que está presente à todo momento...
Deus..."
A solidão não é ausência de companhia: é a superabundância de um eu que já não cabe no próprio peito.
A solidão é o único deserto capaz de restaurar, aquele que, longe de ser uma condenação, se apresenta como um espaço sagrado de reinvenção.
