Poema sobre ódio
Tem gente que eu tomo raiva, tem gente que eu tomo nojo e tem gente que eu só tomo vergonha na cara e dispenso.
Não é a raiva o elo de união entre as pessoas. É o amor, e o inimigo do amor nunca vem de fora, é o que falta em nós mesmos
Não culpe, tampouco castigue o teu coração, ele é um mero servo daquilo que a sua mente transmite. Doutrine-a, eleve seus pensamentos para as coisas boas e positivas. Assim como o amor, o ódio precisa ser alimentado para tornar-se consumidor do nosso espírito. Todo e qualquer sentimento habita em nossa mente, nossos atos são resultados do que pensamos, mas nem tudo o que pensamos são transmitidos verdadeiramente através das nossas ações. Nossa mente é particular, é aonde habita o nosso espírito, tudo que vemos, sentimos e desejamos é fruto do que pensamos. Um corpo doente pode ter uma mente sadia, mas uma mente adoecida resulta em um corpo vegetativo e sem vida. Que nós possamos aproveitar e aprender melhor com esta vida, que saibamos usar o poder de nossas mentes para um bem maior e que de todo alimento que nosso espírito consumir, a essência maior seja o Amor.
Eu perdi-me amar quando ultrapassei a fase de entender que amar é amar, portanto. Mas amar não é desejar, apegar e muito menos odiar. Contudo não pode haver amor se não houver desejo, apego ou ódio. Agora, amor a quê? Apego a quê? Amamos o que temos de amar? Depende do que desejamos ou do que odiamos. O amor e o apego aproximam-se sempre, e normalmente cruzam-se mas jamais os deveremos deixar cruzar-se e para isso usemos o ódio e o desejo. Porque o desejo não está enquanto o ódio sim, ao mesmo tempo o amor e o apego competem para sempre entre si. Se cairmos no amor o apego afasta-se porque amar é ser livre e viver com felicidade, mas apego é ser prisioneiro e viver com uma falsa felicidade disfarçada que funciona como máscara ao sofrimento. Ou seja, é quando nos perdemos por acharmos que amamos quando nos apegamos, simplesmente. Só desejamos o que não temos e é aí que entra o desejo para evitar o apego, enquanto que o ódio jamais permitirá o apego. Devemos compreender estas palavras. Hoje encontro-me e jamais me perderei porque amo, desejo e odeio. Apego-me também... Apego-me ao ódio e ao desejo para que jamais me permitam apegar-me ao amor. O humano deve, fundamentalmente, funcionar com estas 4 funções.
Leio nossas conversas e tento entender o que sinto, qual o sentimento que me ronda… Às vezes é amor, às vezes ódio. Você consegue me fazer ficar mal de um jeito intrigante, só que basta uma palavra que fico incrivelmente bem. Você passou a me conhecer tão bem que em uma simples palavra sabe se estou realmente bem ou não.
Por mais que conselho de pai e mãe sejam chatos, eu deveria ter escutado quando me diziam. " Ninguém é amigo de ninguém, as pessoas vivem por competição. Um sempre vai querer puxar o tapete do outro. Abra seus olhos, não dê confiança. " Dito e feito, só que alguns esquecem do detalhe: Quem é ruim, por sí se destrói.
Se mais de uma pessoa te fizer feliz, você será infeliz.
Limite seu amor, ame menos ou serás odiado!
Odeio pessoas que tentam me mudar, mas diz que me ama.
Se realmente me amasse, me amaria como sou e não no ideal que formou.
"Não derrube quem te derrubou, ele vai cair sozinho", "a vingança pertence a Deus, espere e verá".
Algo que não me agrada é querer se motivar com uma futura e improvável revanche, o que mata o ser humano é manter em si esse rancor desejoso que o outro se dê mal.
- Se eu tinha sentimentos, hoje não tenho mais. Pancadas que levei, feridas que não se fecham. Sou calmo e ao mesmo tempo sou um vulcão de ódio prestes a explodir.
Depois de errar feio, e me odiar por ter feito aquilo, eu percebo, que, no fundo, eu quis tudo aquilo...
É Melhor Construir do que Destruir pois antes que Aplauda a Derrota da sua vitima será vitima do seu próprio ódio
Como agir, pensar, falar e se posicionar diante de um mísero mundo que exibe tão menos do tudo e quanto mais do nada?
A vida é bela e grandiosamente magistral. Há amor, tantas texturas, tantos sabores, tantos lugares, e tantas pessoas, tanto bem. E juro que todos os dias que entro numa via dessa reflexão, inocentemente não entendo a razão pra tanto ódio, tanta destruição, tanto desgosto, tanta imobilidade, e tanta rivalidade.
Quando uma nação passa por tempos difíceis para o povo viver, não pode ter em seu governo homens de vida fácil!
Não me importo quando sinto raiva. É comum à natureza humana. Só me angustio quando cedo à tentação irracional de exprimi-la através de duelos verbais inúteis dos quais não premeditei participar...
