Poema sobre Cultura
"A cultura — filosofia, literatura, ciência, artes e conhecimento — é a melhor forma de desenvolvimento das habilidades intelectuais, pessoais, artísticas, éticas e morais. É o desenvolver da sua humanidade, a melhor forma de conexão e pertencimento entre seres humanos, fonte de prazer e contemplação. A cultura não pertence à elite ou aos intelectuais, mas pertence a toda a humanidade. A cultura tem um fim em si mesma; não pode ser só um meio para as pessoas se capacitarem para o mercado de trabalho. Cultura é para desenvolver nossa humanidade e formar a alma e o espírito, o coração e a razão."
“Valores tradicionais como moral, imoralidade, padrão, cultura, dentre outras são utilizadas para rotular e justificar práticas e ou pensamentos que são aprovados ou reprovados socialmente.”
A cultura genuinamente nordestina aos poucos está sendo silenciosamente desfigurada, com os aplausos dos nossos queridos nordestinos.
Expor uma criança a um ambiente de bebedeira e letras de baixo calão não é inseri-la na cultura, é roubar-lhe a inocência para alimentar o egoísmo dos adultos.
Isso é o rap mãe, não é apologia pai, é cultura, aprendizado que daqui não sai, é discurso rítmo, com rima e poesia, batidas envolventes, contos e melodia...
Esquece-se que a dor purifica. Falta, à cultura da curtição, a possibilidade da catarse. Assim, sufocamo-la com os resíduos [Schlacken] da positividade, que se acumulam sob a superfície da cultura de curtição.
"O racismo não é cultura, trata-se de um crime inaceitável, qual foi cultivado por séculos, sendo praticado de forma intensa até a atualidade".
O valor torna-se um ativo invisível capaz de fortalecer resultados financeiros, cultura organizacional e sustentabilidade.
O homem não evoluiu; apenas sedimentou camadas sobre aquilo que sempre foi. Sob a cultura, a moral, a linguagem e a própria consciência permanece um território mais antigo do que qualquer civilização. A consciência é apenas uma névoa tênue que paira sobre profundidades que nenhuma teoria psicológica alcançou por completo. Sigmund Freud chamou uma parte de inconsciente; Carl Jung falou em sombras e arquétipos. Mas há algo ainda anterior a essas formulações — uma região sem símbolos, sem linguagem, sem história. Se a pobreza das palavras permitisse nomeá-la, chamar-se-ia Primevo: não a primeira camada da alma, mas aquilo de onde todas as camadas emergem.
A personalidade é uma embarcação construída pela cultura; o Primevo é o oceano que jamais deixou de mover suas águas. A primeira acredita escolher a direção dos ventos; o segundo conhece correntes que existiam muito antes de qualquer navegante. O homem chama de vontade aquilo que, muitas vezes, é apenas o movimento invisível das profundezas.
Tudo vai estar melhor, seja o novo ou o antigo, se acabar a cultura do não é comigo e olhar para o próprio umbigo.
Quando a mentalidade muda, a liderança muda, a cultura muda, os sistemas evoluem, o desempenho se fortalece e surge uma nova identidade.
A cultura organizacional de uma empresa deve ser trabalhada com o mesmo cuidado que um jardineiro dedica a uma árvore. Se deixar de ser regada e cuidada diariamente, ela seca.
Nossa, que coincidência incrível o único "deus verdadeiro" ser justamente o da cultura onde você nasceu. Parabéns por ter ganhado na loteria espiritual da geografia!
Cultura não é "vagabundagem", é uma das indústrias que mais gera emprego no Brasil! Quando um projeto da Lei Rouanet acontece, ele movimenta hoteis, costureiras, eletricistas, seguranças, técnicos de som e motoristas. Dados mostram que o setor movimenta bilhões e sustenta centenas de milhares de trabalhadores. Cada real investido em cultura volta multiplicado para a economia local. Atacar o incentivo à arte é atacar o sustento de pais e mães de família que vivem nos bastidores. Apoiar a cultura é defender o trabalhador brasileiro e o crescimento do país!
A Lei Rouanet é o oxigênio da cultura brasileira, gerando empregos e descentralizando a arte, mas virou alvo de uma narrativa distorcida. É irônico ver bolsonaristas repetirem o discurso cego de que ela serve apenas para "sustentar artistas ricos", ignorando que o próprio governo anterior continuou usando o mecanismo e que grandes festivais, museus e peças pelo país dependem desse incentivo. Criticar a lei apenas porque Jair Bolsonaro disse que ela era ruim demonstra uma preocupação com o controle ideológico, e não com a eficácia técnica da política pública. A verdadeira arte incomoda o autoritarismo; por isso, atacar a Rouanet tornou-se uma cortina de fumaça para tentar silenciar a identidade e o pensamento crítico do Brasil.
Em tempos de padronização curricular e de cultura dos resultados, a leitura de “Currículo, surdez e diferença: sobre cálculos e margens; educação e por vir” (Ribeiro; Uhmann, 2024) nos provoca a pensar o currículo para além da prescrição, como espaço de alteridade, negociação de sentidos e abertura ao porvir. Uma reflexão necessária à formação docente.
